Questões sobre Geral

Para a execução da Política Estadual de Educação Ambiental no Estado do Maranhão, a Lei no 9.279/2010 estabelece as seguintes competências:
  • A. Compete à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais − SEMA elaborar, reproduzir e distribuir materiais educacionais regionais e contextualizados ao meio ambiente e culturas locais e revisar os materiais didáticos, para que sirvam de referência para a educação ambiental nas diversas etapas e modalidades de ensino da educação básica.
  • B. Compete à Secretaria de Estado de Educação realizar a educação ambiental no processo de licenciamento, assim como no planejamento e execução de obras, nas atividades, nos processos produtivos e outras atividades de gestão ambiental.
  • C. Compete ao Conselho Estadual de Educação e ao Conselho Estadual de Meio Ambiente desenvolver pesquisas e extensões sobre metodologias voltadas ao aprimoramento da abordagem da Educação Ambiental, bem como sobre práticas e tecnologias sustentáveis.
  • D. Compete às Instituições educativas da rede pública e privada financiar e participar da negociação do financiamento de programas, planos e projetos de Educação Ambiental.
  • E. Compete Compete às Instituições educativas da rede pública e privada financiar e participar da negociação do financiamento de programas, planos e projetos de Educação Ambiental.
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A estocagem congelada prolongada pode prejudicar a qualidade do pescado, pois ocorrem reações bioquímicas que podem comprometer as propriedades organolépticas do pescado. As propriedades organolépticas que devem ser inspecionadas são
  • A. temperatura e pH do produto.
  • B. cor, consistência e aroma para a espécie.
  • C. coliformes fecais e pH.
  • D. cor, aroma e temperatura.
  • E. perda de suco por cocção, pH e temperatura.
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As embalagens para produtos de pescado congelados devem permitir
  • A. proteção contra danos mecânicos, impermeabilidade ao oxigênio e ao vapor d’água e apresentar desempenho compatível com as baixas temperaturas.
  • B. proteção contra danos mecânicos, permeabilidade ao oxigênio e ao vapor d’água e apresentar desempenho compatível com as baixas temperaturas.
  • C. impermeabilidade ao oxigênio e ao vapor d’água e desempenho compatível com as altas temperaturas.
  • D. impermeabilidade ao oxigênio e permeabilidade ao vapor d’água e desempenho compatível com as baixas temperaturas.
  • E. proteção contra danos mecânicos, permeabilidade ao oxigênio, desempenho compatível com as baixas temperaturas e etiqueta de validade.
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As tecnologias mais indicadas para o controle da oxidação lipídica em pescado são
  • A. congelamento e embalagem de polietileno.
  • B. glaceamento e embalagem de polietileno.
  • C. congelamento e glaceamento.
  • D. congelamento e embalagem à vácuo.
  • E. glaceamento e embalagem a vácuo.
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Durante a estocagem do pescado, quanto maior o número de ácidos graxos insaturados associados à presença de oxigênio, mais rápida é a oxidação. Este problema é um ponto crítico durante o processamento e armazenamento, pois interfere na qualidade nutricional, sabor e odor do produto final. A metodologia analítica indicada para o acompanhamento da oxidação lipídica no pescado é a medida
  • A. do ácido tiobarbitúrico.
  • B. do ácido acético.
  • C. do ácido lático.
  • D. do triptofano.
  • E. da lisina.
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As espécies magras são mais adequadas à radiação ionizante do que as espécies com alto teor lipídico, pois o processo da irradiação
  • A. acelera a oxidação dos ácidos graxos insaturados na presença da vitamina E, ausente nas espécies com maior teor de lipídeos, devido à formação de radicais livres.
  • B. acelera a oxidação dos ácidos graxos insaturados, presente em pouca quantidade nas espécies gordurosas, devido à formação de radicais livres.
  • C. acelera a oxidação dos ácidos graxos insaturados, presentes em maior quantidade nas espécies de elevado teor lipídico, devido à formação de radicais livres.
  • D. oxida os ácidos graxos saturados, em quantidade mais elevada nas espécies com menor teor de lipídeos, devido à formação de radicais livres.
  • E. acelera a oxidação dos ácidos graxos insaturados, em quantidade mais elevada nas espécies com menor teor de lipídeos, devido à formação de radicais livres.
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As análises microbiológicas exigidas na inspeção sanitária do pescado, de acordo com a Agência Nacional da Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde são
  • A. contagem total das colônias de bactérias através da técnica de PCR-DDGGE e contagem de Saccharomyces cerevisiae.
  • B. pesquisa de Salmonela e de Staphylococcus aureus.
  • C. contagem máxima padrão de bactérias gram-positivas e gram-negativas.
  • D. contagem máxima padrão de bactérias gram-negativas e pesquisa de Flexibacter columnaris.
  • E. contagem de bactérias e de fungos utilizando-se PCR.
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O método de controle da qualidade do pescado, que indica a vida útil ou shelf life e avalia o frescor do pescado é
  • A. a análise de bases voláteis totais.
  • B. a pesquisa de coliformes fecais.
  • C. a análise do glaceamento.
  • D. o Teste do Drip.
  • E. o Índice de refração do fluído dos olhos.
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As etapas de congelamento do pescado incluem o tratamento com aditivos, evitando-se a perda de água ou desidratação durante o armazenamento congelado, com consequente perda de qualidade do produto sob o ponto de vista sensorial, econômico e nutricional. A exsudação de líquido no descongelamento implica na perda de proteínas e
  • A. ácidos graxos insaturados.
  • B. ácidos graxos saturados.
  • C. vitaminas A e D.
  • D. vitaminas B1, B2, B6, B12 e niacina.
  • E. Ômega 3.
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Na cadeia produtiva do pescado cultivado, o controle dos pontos críticos é fundamental para a obtenção de um produto final com qualidade e boa aceitação pelo mercado consumidor. O primeiro ponto crítico a ser observado e monitorado é a água de depuração e o segundo é o abate. Para que o peixe entre em rigor mortis tardiamente, este deverá chegar a mesa processadora na 1ªou, no máximo, na 2a hora após o abate e a água de lavagem deverá ser
  • A. clorada com 5 ppm de hipoclorito de sódio.
  • B. clorada com 12 ppm de hipoclorito de sódio.
  • C. esterelizada com lâmpada ultravioleta.
  • D. adicionada de NaCl a 1,5%.
  • E. clorada e ozonizada.
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