Questões de Língua Portuguesa da IBFC

A respeito das normas de Colocação Pronominal, assinale a alternativa incorreta.
    A) A mesóclise é o uso do pronome no interior do verbo em frases no presente do indicativo.
    B) A próclise é o uso do pronome antes do verbo, quando houver conjunções subordinativas.
    C) A ênclise é o uso do pronome depois do verbo em frases iniciadas por verbo.
    D) A próclise é o uso do pronome antes do verbo em frases que possuam advérbios ou outras palavras atrativas.
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Língua Portuguesa - Morfologia - Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - 2020 - TRE PA - Técnico Judiciário - Operação de Computadores

Quanto à classificação gramatical das palavras, assinale a alternativa correta.
    A) "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!" Rui Barbosa. As palavras em destaque são substantivo concreto e advérbio de negação, respectivamente.
    B) "Difícil é ganhar um amigo em uma hora; fácil é ofendê-lo em um minuto." Provérbio Chinês. As palavras em destaque são artigo definido e adjetivo, respectivamente.
    C) "O medo de perder tira a vontade de ganhar." Wanderley Luxemburgo. As palavras em destaque são preposição e substantivo comum, respectivamente.
    D) "Arriscamo-nos a perder quando queremos ganhar demais." Jean de La Fontaine. As palavras em destaque são pronome oblíquo e conjunção, respectivamente.
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Língua Portuguesa - Sintaxe - Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - 2020 - TRE PA - Técnico Judiciário - Operação de Computadores

A regência verbal ou nominal é a relação de subordinação existente entre um verbo ou um nome e seus complementos. A este respeito, assinale a alternativa a relação feita corretamente.
    A) O Senhor agradeceu o entregador a agilidade na prestação de serviço.
    B) Há paridade entre os preços de combustíveis em algumas cidades.
    C) Aquela farmácia faz entrega de medicamentos a domicílio.
    D) Algumas crianças têm ojeriza com palhaços.
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Língua Portuguesa - Sintaxe - Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - 2020 - TRE PA - Provas: Analista Judiciário - Administrativa Analista Judiciário - Medicina (Psiquiatria) Analista Judiciário - Análise de Sistemas

Em relação às normas de concordância nominal e verbal, assinale a alternativa incorreta.
    A) A mãe ou a esposa o acompanhará, visto que só há a permissão para um acompanhante.
    B) Os Estados Unidos ficou entre os melhores países nos jogos olímpicos.
    C) Pais, professores, alunos, cada um teve sua participação e envolvimento no projeto escolar.
    D) Ângela disse depois de sua merecida festa: - Aos que me prestigiaram, meu muito obrigada.
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Língua Portuguesa - Crase - Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - 2020 - TRE PA - Provas: Analista Judiciário - Administrativa Analista Judiciário - Medicina (Psiquiatria) Analista Judiciário - Análise de Sistemas

Em relação ao uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa correta.
    A) Muitos pais estavam à espera de seus filhos na frente do colégio.
    B) Com a chegada do verão, vamos à Veneza, cidade encantadora.
    C) Em todo lugar, há muitos divagando a vida e à morte.
    D) Os aventureiros percorreram a Rota 66 de ponta à ponta.
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Língua Portuguesa - Crase - Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - 2020 - TRE PA - Provas: Analista Judiciário - Administrativa Analista Judiciário - Medicina (Psiquiatria) Analista Judiciário - Análise de Sistemas

Quanto às regras de ortografia, assinale a alternativa em que há uma palavra grafada incorretamente.
    A) super-homem, sobrenatural, cosseno.
    B) cooperador, coexistente, agroindustrial.
    C) anti-inflacionário, pan-americano, autoescola.
    D) girassol, hiper-ativo, recém-casado.
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Língua Portuguesa - Sintaxe - Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - 2020 - TRE PA - Provas: Analista Judiciário - Administrativa Analista Judiciário - Medicina (Psiquiatria) Analista Judiciário - Análise de Sistemas

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.

Sem direito e Poesia

    Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez, a vida seja mesmo um mal entendido.
    Portanto, despiciendo as opiniões e me faço prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário, quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as palavras devem ser um instrumento para comunicar-se e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo nada entendo, por que razão deveria me fazer entender?
    Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado, com os ombros arcados pelos compromissos assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito. Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco, Malbec.
    O amor? O entregar-se? Não!
    Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida. A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno, e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.
"Portanto, despiciendo as opiniões e me faço prolixo." Em todo tipo textual as palavras estabelecem relação entre si. A _____ em destaque estabelece uma relação de _____ enunciado que a antecede no texto.
    A) preposição / explicação ao
    B) advérbio / consequência do
    C) conjunção / conclusão do
    D) interjeição / adição ao
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Língua Portuguesa - Morfologia - Pronomes - Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - 2020 - TRE PA - Provas: Analista Judiciário - Administrativa Analista Judiciário - Medicina (Psiquiatria) Analista Judiciário - Análise de Sistemas

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Sem direito e Poesia

    Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez, a vida seja mesmo um mal entendido.
    Portanto, despiciendo as opiniões e me faço prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário, quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as palavras devem ser um instrumento para comunicar-se e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo nada entendo, por que razão deveria me fazer entender?
    Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado, com os ombros arcados pelos compromissos assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito. Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco, Malbec.
    O amor? O entregar-se? Não!
    Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida. A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno, e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
Observe a construção verbal do enunciado a seguir: "Tratar-se-ia apenas de amor próprio.´ Quanto à norma de colocação pronominal utilizada, assinale a alternativa correta.
    A) Mesóclise - uso do pronome no interior do verbo no futuro do pretérito.
    B) Mesóclise - uso do pronome no interior do verbo no futuro mais-que-perfeito.
    C) Próclise - uso do pronome no interior do verbo no futuro do presente.
    D) Mesóclise - uso do pronome no interior do verbo no pretérito imperfeito.
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Sem direito e Poesia

    Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez, a vida seja mesmo um mal entendido.
    Portanto, despiciendo as opiniões e me faço prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário, quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as palavras devem ser um instrumento para comunicar-se e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo nada entendo, por que razão deveria me fazer entender?
    Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado, com os ombros arcados pelos compromissos assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito. Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco, Malbec.
    O amor? O entregar-se? Não!
    Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida. A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno, e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
Analise as afirmativas abaixo sobre o enunciado a seguir: "A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno, e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica falível na passagem do eterno".
I. O vocábulo "singular" funciona como predicativo do sujeito. II. Há a presença de predicados nominais em todas as orações do período composto. III. O vocábulo "humana" funciona como complemento nominal. IV. As palavras "orgânica" e "falível" funcionam como adjuntos adnominais.
Assinale a alternativa correta.
    A) Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
    B) Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
    C) Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
    D) Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas.
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Sem direito e Poesia

    Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez, a vida seja mesmo um mal entendido.
    Portanto, despiciendo as opiniões e me faço prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário, quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as palavras devem ser um instrumento para comunicar-se e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo nada entendo, por que razão deveria me fazer entender?
    Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado, com os ombros arcados pelos compromissos assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito. Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco, Malbec.
    O amor? O entregar-se? Não!
    Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida. A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno, e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
Analise o enunciado a seguir: "Divagando sobre o nada e refletindo sobre tudo." Ao que se refere à classificação sintática do período anterior, assinale a alternativa correta.
    A) Período Composto por Subordinação com Oração Subordinada Aditiva.
    B) Período Composto por Subordinação com Oração Subordinada Assindética Aditiva.
    C) Período Composto por Coordenação com Oração Coordenada Sindética Aditiva.
    D) Período Composto por Coordenação com Oração Coordenada Assindética Aditiva.
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