Questões de Medicina de Endoscopia

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FCC - FHEMIG - Endoscopia - 2013
Medicina / Endoscopia

Paciente com antecedente de adenomas colônicos em exame prévio, informa, no momento da marcação de nova colonoscopia, que tem cardiopatia isquêmica e que está com marcapasso, além do uso atual de clopidogrel (agente antiplaquetário). A orientação adequada para este paciente, em relação ao uso do clopidogrel e a necessidade de profilaxia antibiótica, é que

a) deve fazer antibioticoterapia profilática, e deve suspender o clopidogrel pelo menos 7 dias antes da colonoscopia.
b) não há necessidade de antibioticoterapia profilática, e deve suspender o clopidogrel pelo menos 7 dias antes da colonoscopia.
c) não há necessidade de antibioticoterapia profilática, e deve suspender o clopidogrel pelo menos 2 dias antes da colonoscopia.
d) não há necessidade de antibioticoterapia profilática, nem deve suspender o clopidogrel antes da colonoscopia.
e) não há necessidade de antibioticoterapia profilática, deve suspender o clopidogrel, e usar heparina de baixo peso molecular.

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O Conselho Federal de Medicina determina, através de Resolução específica (nº 1.886/2008 do CFM), as normas mínimas sobre o funcionamento de estabelecimentos médicos que realizam procedimentos clínico-cirúrgicos de curta permanência independentes de hospital, e define a unidade tipo II como sendo a mínima adequada para realização de procedimentos endoscópicos sob sedação. Nesta Resolução são estabelecidos os critérios de seleção de pacientes para estes estabelecimentos, incluindo risco anestésico (pela classificação da American Society of Anesthesiologists - ASa ), presença de acompanhante e necessidade de pernoite. É correto afirmar que, nestas unidades, pacientes

a) classificados como ASA-I, ASA-II e ASA-III podem ser submetidos aos exames, e devem ter acompanhante adulto responsável para o retorno ao lar, exceto quando for previsto pernoite do paciente na unidade.
b) classificados como ASA-III e ASA-IV podem ser submetidos aos exames desde que a sedação seja feita por anestesista e devem sempre estar acompanhados de pessoa adulta responsável durante todo o tempo.
c) adultos desacompanhados classificados como ASA-I podem ser submetidos a endoscopia sob sedação leve, desde que não estejam dirigindo.
d) classificados como ASA-I e ASA-II podem ser submetidos aos exames sob sedação, enquanto os classificados como ASA-III receberão anestesia geral com programação de pernoite na unidade.
e) classificados como ASA-I e ASA-II podem ser submetidos aos exames, e devem sempre estar acompanhados de pessoa adulta responsável durante todo o tempo.

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O uso do coagulador de Plasma de Argônio tem sido empregado no tratamento endoscópico de várias enfermidades do trato gastrointestinal. A alternativa correta que descreve as indicações adequadas para este tratamento é:

a) Tratamento agudo de úlcera péptica sangrante, e prevenção da recorrência de varizes esofágicas após sessões de ligadura elástica.
b) Tratamento agudo de varizes esofágicas com sangramento, e coagulção de ectasia vascular de antro gástrico.
c) Tratamento de retite actínica e tratamento de varizes ectópicas (não esofágicas) sangrantes.
d) Tratamento de displasia associada a lesões ou massas (DALM) na retocolite ulcerativa inespecífica, e também para evitar sangramento após polipectomia.
e) Esôfago de Barrett com displasia de alto grau, e tratamento de úlceras duodenais Forrest III.

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Em colonoscopia realizada para investigação diagnóstica de paciente com diarreia crônica, o endoscopista não identifica qualquer achado endoscópico em cólon ou íleo terminal. A conduta do examinador diante desta situação é

a) coletar líquido colônico e enviar para pesquisa de parasitas e cultura, já que algumas parasitoses não são bem avaliadas por biópsias.
b) considerar que a causa da diarreia não é colônica e, investigar intestino delgado e estômago.
c) realizar biópsias de cólon e íleo terminal para investigação de doença celíaca e amiloidose.
d) realizar biópsias de cólon direito e esquerdo para investigação de colite colágena e linfocítica.
e) realizar biópsias de cólon para diagnóstico diferencial com infecção por Giárdia.

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O diagnóstico de lesões de crescimento lateral (LST) em cólon é relativamente comum nos dias atuais, e as opções de ressecção endoscópicas, como as técnicas de mucosectomia e de dissecção endoscópica da submucosa (ESD) permitem muitas vezes a resolução completa da lesão e estadiamento adequado. Sobre a ressecção desse tipo de lesão, é correto afirmar que

a) as LST em ceco e cólon ascendente devem, preferencialmente, ser ressecadas com técnica de ESD pelo risco de perfuração.
b) as lesões menores que 20 mm e LST granulares entre 20 e 40 mm podem ser retiradas por técnica de mucosectomia, sendo que as LST não granulares entre 20 e 40 mm têm indicação de ressecção por ESD.
c) as lesões menores que 20 mm têm indicação de dissecção endoscópica da submucosa, e lesões maiores que 20 mm podem ser retiradas por mucosectomia em vários fragmentos (piecemeal).
d) nos casos de LST, a dissecção submucosa deve ser a primeira opção quando há suspeita de invasão mais profunda ou não há elevação da mucosa após injeção de solução salina.
e) a mucosectomia deve ser a primeira opção para ressecção, ficando a dissecção submucosa para reabordagem nos casos em que as margens lateral ou profunda estão comprometidas.

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Paciente com hipertensão portal secundária à cirrose hepática, sem antecendente de hemorragia prévia e bem compensado clinicamente (classificação de Child: a ), faz endoscopia digestiva alta eletiva, com achado de varizes esofágicas de grosso calibre, azuladas, com sinais de cor vermelha. Perante este achado, é correto afirmar que

a) o endoscopista deve iniciar tratamento das varizes com ligadura elástica endoscópica ou escleroterapia.
b) há indicação de profilaxia primária de hemorragia, que pode ser feita com uso de betabloqueador ou com escleroterapia endoscópica das varizes, conforme avaliação clínica.
c) há indicação de profilaxia primária de hemorragia, que pode ser feita com uso de betabloqueador ou com ligadura elástica endoscópica das varizes, conforme avaliação clínica.
d) a profilaxia primária de hemorragia deve ser feita com uso de betabloqueador, reservando-se o tratamento endoscópico para os quadros agudos ou para profilaxia secundária.
e) o tratamento das varizes pode ser realizado, porém não há evidencias de que altere a evolução da doença.

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A colonoscopia é uma ferramenta sabidamente importante em programas de prevenção do câncer colorretal, pela capacidade de detecção precoce da neoplasia e também pela possibilidade de remoção de lesões pré-malignas. Em relação ao achado de pólipos durante a colonoscopia diagnóstica, é correto afirmar que

a) adenomas maiores que 10 mm, coloração heterogênea e componente viloso se relacionam com potencial maligno da lesão.
b) lesões planas habitualmente têm comportamento menos agressivo, não sendo necessária remoção das lesões menores que 10 mm.
c) os pólipos inflamatórios, hiperplásicos e carcinoide são considerados pólipos não neoplásicos, sem necessidade de conduta específica.
d) o pólipo serrilhado é uma lesão de padrão hiperplásico, por isso tem pouca chance de ter malignização.
e) adenomas sésseis de até 20 mm não precisam ser retirados, exceto quando há antecedente familiar de neoplasia de cólon.

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Paciente com dispepsia realiza endoscopia digestiva alta diagnóstica, com achado de cicatriz linear esbranquiçada de úlcera com 12 mm, em parede anterior do antro gástrico, com leve retração da mucosa. Diante deste achado endoscópico, a classificação correta e a conduta mais adequada é

a) S1 de Sakita, com indicação de biópsias de corpo e antro para pesquisa de H. pylori.
b) S2 de Sakita, com indicação de biópsias de corpo e antro para pesquisa de H. pylori.
c) H2 de Sakita, com indicação de biópsias da lesão e pesquisa de H. pylori.
d) S2 de Sakita, com indicação de biópsias da lesão e pesquisa de H. pylori.
e) S1 de Sakita, sem indicação de biópsias já que a lesão já está cicatrizada.

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Em relação à lidocaína (xilocaína spray) e sedativos usados durante a realização do exame endoscópico, é INCORRETO afirmar que

a) a lidocaína spray a 10% apresenta dose máxima de 3-4 mg/kg de peso e cada pulverização aplica 10 mg de lidocaína base.
b) a lidocaína, anestésico local mais utilizado em endoscopia digestiva alta, tem metabolização hepática e, em pacientes com insuficiência hepática, a dose deve ser reduzida.
c) na rotina da endoscopia digestiva, permite-se a utilização de propofol, desde que dois médicos permaneçam na sala de exame.
d) o midazolam atua no sistema nervoso central e causa sedação, amnésia e ação analgésica adequada na dosagem de 0,01 mg/kg a 0,05 mg/kg.
e) o flumazenil tem meia-vida menor que o midazolam e é possível ocorrer sedação tardia.

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Apesar de representar menos de 5% das hemorragias digestivas, a hemorragia digestiva média tem grande importância devido à dificuldade diagnóstica e terapêutica. Na sua investigação, é INCORRETO afirmar que,

a) nos casos de sangramento com instabilidade hemodinâmica, a enteroscopia é um dos métodos de escolha, pois permite o diagnóstico do local do sangramento em 90%.
b) nos casos de sangramento com instabilidade hemodinâmica, a arteriografia é um dos métodos de escolha, pois permite o diagnóstico do local do sangramento em 58 a 86%.
c) a positividade da cápsula endoscópica aumenta nos casos de sangramento evidente, sendo maior se realizada nas primeiras duas semanas do evento índice.
d) na investigação do sangramento gastrintestinal obscuro, os principais achados em ordem de frequência são angioectasias, úlceras e lesões neoplásicas.
e) nas lesões hemorrágicas de acordo com a classificação de Yano, as lesões vasculares Tipo 1b e Tipo 2b são de origem venosa e devem ser tratadas com cauterização endoscópica.



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