9231 Q556936
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)
Observadas as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica – Resolução CEB/CNE n.º 02/2001 -, é CORRETO afirmar:
9232 Q556935
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)
Quando tratam da identidade de gênero, os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil assim orientam: “No que concerne à identidade de gênero, a atitude básica é transmitir, por meio de ações e encaminhamentos, valores de igualdade e respeito entre as pessoas de sexos diferentes e permitir que a criança brinque com as possibilidades relacionadas tanto ao papel de homem como ao da mulher.” Observadas essas orientações, os educadores devem estar atentos:
9233 Q556918
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)

Ao tratar das políticas públicas para a educação, certa autora assim se manifesta: “Leva-se em conta que a ação educativa não é mero reflexo dos planos oficiais. Primeiro, porque a política educacional é condicionada por fatores externos ao governo central de um país, entre eles, a autodeterminação dos entes federados (estados e municípios); as demandas forjadas no campo da economia e do mercado de trabalho e as que provêm da mobilização de setores reivindicativos da sociedade. Leva-se, ainda, em conta que as metas fixadas em planos de longo prazo nem sempre se sustentam no decorrer do tempo, o que demanda modificações e adaptações...”

Em relação a esse conhecido tema, ora apresentado pela autora, é INCORRETO afirmar:

9234 Q556917
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)

Quanto ao ensino da Matemática, os PCN para o Ensino Médio assim dispõem: “A forma de trabalhar os conteúdos deve sempre agregar um valor formativo no que diz respeito ao desenvolvimento do pensamento matemático. Isso significa colocar os alunos em um processo de aprendizagem que valorize o raciocínio matemático – nos aspectos de formular questões, perguntar-se sobre a existência de solução, estabelecer hipóteses e tirar conclusões, apresentar exemplos e contraexemplos, generalizar situações, abstrair regularidades, criar modelos, argumentar com fundamentação lógico-dedutiva.”

Observadas essas orientações, é CORRETO afirmar:

9235 Q556916
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)

Ao tratar da formação para o exercício da cidadania, os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio orientam que: “Um outro dado a considerar diz respeito à necessidade do desenvolvimento das competências básicas tanto para o exercício da cidadania quanto para o desempenho de atividades profissionais.”

Entre as competências de que trata o documento, NÃO se encontra:

9236 Q556915
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)

“Qualquer que seja a linha pedagógica adotada na escola, professores e alunos trabalham, necessariamente, com conteúdos. O que diferencia radicalmente as propostas é a função que se atribui aos conteúdos no contexto escolar e, em decorrência disso, as diferentes concepções quanto à maneira como devem ser selecionados e tratados.”

Se adotada a Tendência Crítico-Social dos Conteúdos, é CORRETO afirmar:

9237 Q556914
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)

O Caderno de Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais, ao falar sobre o processo de aprender e ensinar, construir e interagir orienta que “O núcleo central da integração de todas as recentes contribuições teórico-pedagógicas refere-se ao reconhecimento da importância da atividade mental construtiva nos processos de aquisição de conhecimento. Daí o termo construtivismo, denominando essa convergência. Assim, o conhecimento é, antes de mais nada, uma construção histórica e social, na qual interferem fatores de ordem cultural e psicológica.”

Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:

9238 Q556913
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)
Observadas as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica – Resolução CEB/CNE n.º 02/2001 –, é CORRETO afirmar:
9239 Q556912
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Comissão Técnica Concursos - UNIMONTES (COTEC)

A Resolução CNE/CEB n.º 01/2000 estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação de Jovens e Adultos e assim determina:

I - Observada a regra de prioridade para o atendimento da escolarização universal obrigatória, será considerada idade mínima para a inscrição e realização de exames supletivos de conclusão do Ensino Fundamental a de 14 anos completos.

II - Observado o disposto no Art. 4.º, inciso VII da LDB, a idade mínima para a inscrição e realização de exames supletivos de conclusão do Ensino Médio é a de 18 anos completos.

III - Fica vedada, em cursos de Educação de Jovens e Adultos, a matrícula e a assistência de crianças e de adolescentes da faixa etária compreendida na escolaridade universal obrigatória, ou seja, de sete a quatorze anos...

9240 Q556838
Legislação dos Órgãos Federais, Estaduais, Distritais e Municipais e dos Órgãos Internacionais
Ano: 2015
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Julgue os próximos itens, relativos ao marketing cultural e ao Sistema Nacional de Cultura. O Plano Nacional de Cultura, que é parte do Sistema Nacional de Cultura, é um dos principais mecanismos para a gestão compartilhada exclusivamente entre a União e a sociedade civil.