1651 Q257008
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
A respeito das pessoas naturais, é certo que
1652 Q256613
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

A respeito das obrigações de dar coisa certa, é INCORRETO que

1653 Q256580
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

A respeito da solidariedade passiva no Direito Civil brasileiro, considere:

I. Qualquer cláusula, condição ou obrigação adicional estipulada entre um dos devedores solidários e o credor, não poderá agravar a posição dos outros sem consentimento destes.

II. Impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste para todos o encargo de pagar o equivalente; mas pelas perdas e danos só responde o culpado.

III. A propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos devedores solidários importará em renúncia da solidariedade em relação aos demais.

Está correto o que se afirma SOMENTE em

1654 Q255814
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

A respeito dos requisitos de validade dos atos jurídicos, é INCORRETO afirmar que

1655 Q255750
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Não comete ato ilícito aquele que

1656 Q255747
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

A respeito dos negócios jurídicos, é certo que

1657 Q255431
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Tendo em vista os prazos de prescrição, observa-se prescrever em
1658 Q255194
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

O espólio, a massa falida e a herança jacente serão representados em juizo, ativa e passivamente, respectivamente por seu

1659 Q255179
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Com relação à invalidade do negócio jurídico, é INCORRETO afirmar que

1660 Q254554
Direito Civil
Ano: 2004
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Tício devia R$ 50.000,00 a Petrus, sendo a dívida representada por uma nota promissória, débito cuja quitação consiste na devolução do título. Na época do pagamento, Tício foi a um caixa eletrônico e simulou depositar a quantia devida na conta de Petrus, colocando na máquina, porém, um envelope vazio. Tício entregou a Petrus o recibo de depósito emitido pela máquina e Petrus lhe devolveu o título. Dois dias depois, Petrus descobriu que havia sido ludibriado e que o depósito não havia sido creditado em sua conta corrente. Nesse caso,