Uma autoridade administrativa do estado do Amapá exonerou Rodrigo do cargo comissionado que ele ocupava, mediante ato que não indicava os motivos da exoneração.
Considerando essa situação hipotética e o direito administrativo, julgue os itens subseqüentes.
O referido ato de exoneração é nulo, por ausência de motivação, mas pode ser convalidado, na medida em que o seu vício é sanável mediante a indicação, pela referida autoridade, de motivação expressa para o ato.Julgue os itens seguintes, relativos aos atos administrativos e aos poderes da administração pública.
O ato administrativo é um ato jurídico praticado pela administração pública que se refere ao Poder Executivo, mas nem por isso deixam de ser atos administrativos aqueles praticados pelos Poderes Legislativo e Judiciário no que concerne à sua organização administrativa.

A respeito dos atos administrativos, julgue os itens que se seguem.
A presunção de legitimidade atribuída aos atos administrativos admite prova em contrário.

A respeito dos atos administrativos, julgue os itens que se seguem.
Por serem a vigência e a eficácia qualidades dos atos administrativos que ocorrem sempre ao mesmo tempo, não há ato administrativo vigente que não esteja produzindo eficácia.

A respeito dos atos administrativos, julgue os itens que se seguem.
É nulo por desvio de finalidade o ato administrativo que se afasta do fim público e se direciona a um interesse privado.

Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O parecer é a fórmula com a qual a autoridade administrativa manifesta decisões finais em processos submetidos à sua apreciação, criando ou extinguindo direitos e obrigações.
Com relação ao direito administrativo, julgue os itens subseqüentes.
A autorização, ato administrativo discricionário em que predomina o interesse do particular, pode ser negada ou revogada, mesmo que o pretendente satisfaça as exigências administrativas.