Questões sobre Práticas Laborais

Biologia - Práticas Laborais - Banca não informada - 2017 - HRTN/RN - Analista de Laboratório

Assinale a alternativa que indica a associação correta do melhor método para o diagnóstico das diferentes parasitoses.
  • A. Hematoxilina férrica – Cryptosporidium
  • B. HPJ – Proglotes de Taenia sp.
  • C. Baermann-Moraes – Strongiloides stercoralis
  • D. Tamização – Amebíase
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Em relação a coleta, ao armazenamento e dosagem da glicemia, assinale a alternativa INCORRETA.
  • A. Pode ser coletada no tubo seco ou com gel separador e centrifugada dentro de 30 min.
  • B. Pode ser coletada no plasma com fluoreto, o que evita a glicólise.
  • C. Deve ser analisada no soro até 1 hora após a coleta, para evitar a glicólise.
  • D. Pode ser feita no soro que foi congelado após a coleta, para evitar a glicólise.
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Em relação a avaliação laboratorial de proteínas na urina, é incorreto afirmar
  • A. A proteinúria pode ser relacionada a doenças renais e não renais.
  • B. O padrão ouro na análise da proteinúria é a sua medida na urina de 24h.
  • C. Em toda urina rotina com presença de proteinúria, deve-se dosar a microalbuminúria.
  • D. A excreção urinária de albumina pode ser avaliada na primeira urina da manhã e liberada a relação albuminúria/creatinúria.
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Em relação à avaliação laboratorial da função renal, é incorreto afirmar:
  • A. A concentração sérica de creatinina é inversamente proporcional à taxa de filtração glomerular.
  • B. A taxa de filtração glomerular pode ser medida facilmente usando o clearence de creatinina, pela medida da concentração de creatinina sérica e da creatinina em amostra da primeira urina da manhã.
  • C. A ureia é menos específica que a creatinina na avaliação da função renal.
  • D. O uso de equações que estimam a taxa de filtração glomerular a partir somente da creatinina sérica é útil para o diagnóstico de doenças renais crônicas.
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A dosagem de creatinoquinase fração MB (CK-MB) é utilizada desde a década de 1970 para avaliação de doença coronariana. Pode ser dosada por duas metodologias distintas, uma a partir de sua atividade enzimática e outra pela medida de sua concentração (massa).

Em relação à CK-MB, é correto afirmar:

  • A. Macro CK é uma isoenzima macromolecular que eleva falsamente a dosagem de CK-MB atividade. A Macro-CK é resistente a altas temperaturas; CK-MB é termo-lábil. A falsa elevação da CK-MB por interferência da Macro-CK pode ser detectada pós-aquecimento do soro (45 °C durante 20 min). A persistência de valores elevados de CK-MB sugere a presença de Macro-CK.
  • B. Macro-CK é uma isoenzima macromolecular que diminui falsamente a dosagem de CK-MB atividade. A Macro-CK é sensível a altas temperaturas. A falsa diminuição da CK-MB por interferência da Macro-CK pode ser detectada pós-aquecimento do soro (45 °C durante 20 min). A presença de valores elevados de CK-MB após o aquecimento sugere a presença de Macro-CK.
  • C. Macro CK é uma isoenzima macromolecular que eleva falsamente a dosagem de CK-MB massa. A Macro-CK é resistente a altas temperaturas; CK-MB é termo-lábil. A falsa elevação da CK-MB por interferência da Macro-CK pode ser detectada pós-aquecimento do soro (45 °C durante 20 min). O retorno da CK-MB a níveis normais sugere a presença de Macro-CK.
  • D. Macro-CK é uma isoenzima macromolecular que eleva falsamente a dosagem de CK-MB atividade. A Macro CK é sensível a altas temperaturas. A falsa elevação da CK-MB por interferência da Macro-CK pode ser detectada pós-aquecimento do soro (45 °C durante 20 min). O retorno da CK-MB a níveis normais sugere a presença de Macro-CK.
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O estudo das lipoproteínas é importante para análise do risco cardiovascular e comumente é realizada a dosagem do perfil lipídico.

Em relação a essa dosagem, é incorreto afirmar:

  • A. Para a dosagem do perfil lipídico, é necessária a medida apenas do colesterol total, do colesterol HDL e do triglicérides (TGL).
  • B. O colesterol LDL é calculado pela fórmula de Friedewald: LDL = colesterol total – (HDL + VLDL).
  • C. Os valores de triglicérides quando > 400 mg/dL devem ser divididos por 5 para encontrar o valor do LDL colesterol.
  • D. O colesterol VLDL corresponde a 20% do triglicérides para o TGL < 400 mg/dL.
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Em relação aos testes laboratoriais que avaliam a hemostasia e a coagulação, é correto afirmar:
  • A. Para o tempo de protrombina (TP), o anticoagulante usado é o citrato. O TP mede o tempo de formação do coágulo após adição do cálcio e do fator tecidual. Como o tempo de formação de fibrina depende da concentração dos fatores de coagulação e da potência do fator tecidual, foi criada uma tromboplastina de referência para cálculo do índice de sensibilidade internacional (ISI) e para a liberação do resultado como RNI (TP paciente/TP controle)ISI.Para o tempo de protrombina (TP), o anticoagulante usado é o citrato. O TP mede o tempo de formação do coágulo após adição do cálcio e do fator tecidual. Como o tempo de formação de fibrina depende da concentração dos fatores de coagulação e da potência do fator tecidual, foi criada uma tromboplastina de referência para cálculo do índice de sensibilidade internacional (ISI) e para a liberação do resultado como RNI (TP paciente/TP controle)ISI.
  • B. Para o tempo de protrombina (TP), o anticoagulante usado é a heparina. O TP mede o tempo de formação do coágulo após adição do cálcio e do fator tecidual. Como o tempo de formação de fibrina depende da concentração dos fatores de coagulação e da potência do fator tecidual, foi criada uma tromboplastina de referência para cálculo do índice de sensibilidade internacional (ISI) e liberação do resultado como RNI (TP paciente/TP controle)ISI.
  • C. Para o tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa), o anticoagulante utilizado é o citrato. O TTPa mede o tempo de formação do coágulo após adição do caulim e do fator tecidual. Como o tempo de formação de fibrina depende da concentração dos fatores de coagulação e da potência do fator tecidual, foi criada uma tromboplastina de referência para cálculo do índice de sensibilidade internacional (ISI) e liberação do resultado como RNI (TTPa paciente/TTPa controle)ISI.
  • D. Para o tempo de trombina (TT), o anticoagulante utilizado é o citrato. O TT mede o tempo de formação do coágulo após adição de trombina. Como o tempo de formação de fibrina depende da concentração dos fatores de coagulação e da potência da trombina, foi criada uma trombina de referência para cálculo do índice de sensibilidade internacional (ISI) e liberação do resultado como RNI (TT paciente/TT controle)ISI.
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Em relação ao hemograma, é incorreto afirmar:
  • A. A avaliação quantitativa das plaquetas no esfregaço de sangue pode ser feita pelo método de Fônio, nos casos de plaquetopenia identificada pelos métodos automatizados.
  • B. A dosagem de hemoglobina é realizada por método colorimétrico nas técnicas manuais ou automatizada.
  • C. As amostras de EDTA mantidas à temperatura ambiente por mais de 24h ou em geladeira por mais de 48h são inadequadas para análise.
  • D. Pode ser realizado por métodos manuais ou automatizado, sendo que a contagem de células é mais rápida e precisa nos métodos manuais.
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Em relação aos testes que os serviços de hemoterapia realizam na amostra do doador, é correto afirmar:
  • A. Para a determinação do grupo sanguíneo ABO: as hemácias são testadas com soros anti-A, anti-B e anti-AB, e não é necessário o teste no soro ou plasma do doador com reagentes eritrocitários A1 e B.
  • B. Para a tipagem Rh-D: as hemácias do doador são testadas com soro anti-D e com soro controle Rh-D, com o objetivo de detectar antígenos D fracos. Quando a pesquisa do D fraco for positiva, o concentrado de hemácias é rotulado como Rh-D positivo.
  • C. A pesquisa de anticorpos antieritrocitários irregulares (PAI) não deve ser realizada rotineiramente, somente no sangue de doadores e de pacientes com elevado risco de aloimunização.
  • D. A tipagem ABO e Rh-D prévia de um doador serve para a identificação das unidades de sangue subsequentemente doadas pelo mesmo doador.
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Em relação ao controle de qualidade, assinale a alternativa INCORRETA.
  • A. O laboratório clínico deve participar de Ensaios de Proficiência para todos os exames realizados na sua rotina.
  • B. Para os exames não contemplados por programas de Ensaios de Proficiência, o laboratório clínico não precisa adotar o Controle Externo da Qualidade.
  • C. A participação em Ensaios de Proficiência deve ser individual para cada unidade do laboratório clínico que realiza as análises.
  • D. O laboratório clínico deve registrar os resultados do Controle Externo da Qualidade, as inadequações devem ser investigadas e ações devem ser tomadas em relação aos resultados nos quais a proficiência não foi obtida.
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