Mulher, 66 anos, diabética em uso de insulina glargina 3

Mulher, 66 anos, diabética em uso de insulina glargina 35 UI ao dia, procura atendimento ambulatorial com queixa de sudorese fria e desconforto epigástrico inespecífico há cerca de uma hora. Nega hipertensão ou outras comorbidades. A paciente encontra-se eupneica, sem alterações nas auscultas cardíaca e pulmonar. Sua pressão arterial é de 160 x 105 mmHg e a frequência cardíaca está regular, em torno de 112 bpm.

Assinale a alternativa que contém a conduta apropriada.

  • A. Solicitar urina tipo I, urocultura, hemograma completo e PCR.
  • B. Iniciar atenolol 50 mg ao dia e agendar reavaliação em uma semana.
  • C. Iniciar amlodipina 5 mg ao dia, diminuir a dose da insulina, pois o quadro sugere hipoglicemia, e reavaliar a paciente em uma semana.
  • D. Solicitar glicemia capilar e eletrocardiograma imediatos.
  • E. Solicitar hemograma, função renal, enzimas cardíacas e glicemia, com retorno ambulatorial precoce.
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Questões extras

Em um paciente que refere dor epigástrica intensa, vômitos incoercíveis, apresenta amilasemia elevada três vezes o valor normal do laboratório. Foi solicitada uma tomografia computadorizada contrastada que revelou aumento focal ou difuso do pâncreas, incluindo irregularidades do perfil do órgão e atenuação não homogênea. Segundo a classificação tomográfica de Balthazar a gravidade da pancreatite nesse momento é de:

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A partir do fluxograma acima, que mostra as etapas de implantação de um aproveitamento hidrelétrico cuja potência é superior a 30 MW, julgue os itens subseqüentes.

Para a usina entrar em funcionamento, é necessária a apresentação de licença de operação.

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AS QUESTÕES 50 e 51 REFEREM-SE AO SEGUINTE CASO CLÍNICO:

Verônica, 27 anos, compareceu a uma Unidade de Saúde da Família acompanhada de uma vizinha. Ela disse que perdeu um encaminhamento que o CAPS da cidade fez para a equipe da Unidade. Ela informa que há cerca de dois anos e meio morreu o companheiro com quem ela viveu durante três anos. Logo após a morte, ela se sentiu muito triste e desanimada. Como não conseguia reagir, parou de trabalhar como diarista e essa situação de desânimo chegou a tal ponto que em uma noite ela tentou se matar. Foi socorrida pelos vizinhos que a levaram para um hospital de emergência da cidade. De lá foi encaminhada para o CAPS onde se tratou até o mês passado. Teve melhora sensível, embora no decorrer do tratamento tenha tido fases em que se sente eufórica, chegando a fazer planos de muitas realizações e a contrair algumas dívidas que tem dificuldades de pagar. Há quase um ano encontra-se em situação estável, voltou a trabalhar há cerca de seis meses e continua tomando medicamentos. Foi encaminhada para ser acompanhada pela equipe da Unidade de Saúde da Família.

Qual a conduta mais apropriada diante do caso?

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