Língua Portuguesa Interpretação de Textos Tipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
Leia o texto a seguir e responda à questão.
DIA NACIONAL DA CULTURA: O ACRE ALÉM DAS ARTES
Cultura é um conjunto de tradições, características e costumes de um povo, em todas as suas pluralidades e particularidades. Envolve as artes, a culinária, as linguagens escritas, orais, o modo de se vestir, de se portar, dentre tantos outros detalhes que tornam cada sociedade única.
O Acre é um estado rico em cultura. Apenas citando nossa culinária típica, é possível identificar o tacacá, o açaí e o pirarucu, tão comuns também nos irmãos do Norte do Brasil. Dos vizinhos da América do Sul, herdamos a saltenha, a chicha, o chouriço; dos povos mediterrâneos, as sfihas, kaftas e kibes em seus mais variados sabores. Quem nunca parou em uma banquinha no centro da cidade para comer um kibe de arro...
Língua Portuguesa Sintaxe Concordância verbal, Concordância nominal
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
Leia o texto a seguir e responda à questão.
DIA NACIONAL DA CULTURA: O ACRE ALÉM DAS ARTES
Cultura é um conjunto de tradições, características e costumes de um povo, em todas as suas pluralidades e particularidades. Envolve as artes, a culinária, as linguagens escritas, orais, o modo de se vestir, de se portar, dentre tantos outros detalhes que tornam cada sociedade única.
O Acre é um estado rico em cultura. Apenas citando nossa culinária típica, é possível identificar o tacacá, o açaí e o pirarucu, tão comuns também nos irmãos do Norte do Brasil. Dos vizinhos da América do Sul, herdamos a saltenha, a chicha, o chouriço; dos povos mediterrâneos, as sfihas, kaftas e kibes em seus mais variados sabores. Quem nunca parou em uma banquinha no centro da cidade para comer um kibe de arro...
Língua Portuguesa Sintaxe Termos essenciais da oração: Sujeito e Predicado
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
A Amazônia fora dos trilhos
Márcio Souza desnuda o custo da ‘civilização’ em ‘Mad Maria’, que é reeditado em momento decisivo da região.
Antes de se embrenhar nas páginas de Mad Maria, o leitor é avisado de que “há muito de verdadeiro” no relato da construção da ferrovia Madeira-Mamoré nos primeiros anos do século 20, mas que o livro “não passa de um romance”. Ainda assim, se algo soar familiar, não será por engano, pois “o capitalismo não tem vergonha de se repetir”. Os tratores que derrubavam a floresta para estender em alguns quilômetros o delírio chamado Transamazônica ratificavam o comentário de Márcio Souza enquanto o manauara escrevia o romance, entre 1977 e 1980. Essa repetição persiste na Amazônia, a julgar por projetos como Belo Monte, a BR-319 e o avanço do garimpo que ext...
Língua Portuguesa Sintaxe Concordância verbal, Concordância nominal Regência
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
A Amazônia fora dos trilhos
Márcio Souza desnuda o custo da ‘civilização’ em ‘Mad Maria’, que é reeditado em momento decisivo da região.
Antes de se embrenhar nas páginas de Mad Maria, o leitor é avisado de que “há muito de verdadeiro” no relato da construção da ferrovia Madeira-Mamoré nos primeiros anos do século 20, mas que o livro “não passa de um romance”. Ainda assim, se algo soar familiar, não será por engano, pois “o capitalismo não tem vergonha de se repetir”. Os tratores que derrubavam a floresta para estender em alguns quilômetros o delírio chamado Transamazônica ratificavam o comentário de Márcio Souza enquanto o manauara escrevia o romance, entre 1977 e 1980. Essa repetição persiste na Amazônia, a julgar por projetos como Belo Monte, a BR-319 e o avanço do garimpo que ext...
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Figuras de Linguagem
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
A Amazônia fora dos trilhos
Márcio Souza desnuda o custo da ‘civilização’ em ‘Mad Maria’, que é reeditado em momento decisivo da região.
Antes de se embrenhar nas páginas de Mad Maria, o leitor é avisado de que “há muito de verdadeiro” no relato da construção da ferrovia Madeira-Mamoré nos primeiros anos do século 20, mas que o livro “não passa de um romance”. Ainda assim, se algo soar familiar, não será por engano, pois “o capitalismo não tem vergonha de se repetir”. Os tratores que derrubavam a floresta para estender em alguns quilômetros o delírio chamado Transamazônica ratificavam o comentário de Márcio Souza enquanto o manauara escrevia o romance, entre 1977 e 1980. Essa repetição persiste na Amazônia, a julgar por projetos como Belo Monte, a BR-319 e o avanço do garimpo que ext...
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
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Força Estranha 

Eu vi o menino correndo eu vi o tempo Brincando ao redor do caminho daquele menino Eu pus os meus pés no riacho E acho que nunca os tirei O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei

Eu vi a mulher preparando outra pessoa O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga A vida é amiga da arte É a parte que o sol me ensinou O sol que atravessa essa estrada que nunca passou

Por isso uma força me leva a cantar Por isso essa força estranhaPor isso é que eu canto não posso parar Por isso essa voz tamanha Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece Aquele que conhece o jogo Do fogo das coisas que são É o sol É a estrada É o tempo É o pé E é o ch...
Língua Portuguesa Sintaxe Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
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Força Estranha 

Eu vi o menino correndo eu vi o tempo Brincando ao redor do caminho daquele menino Eu pus os meus pés no riacho E acho que nunca os tirei O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei

Eu vi a mulher preparando outra pessoa O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga A vida é amiga da arte É a parte que o sol me ensinou O sol que atravessa essa estrada que nunca passou

Por isso uma força me leva a cantar Por isso essa força estranhaPor isso é que eu canto não posso parar Por isso essa voz tamanha Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece Aquele que conhece o jogo Do fogo das coisas que são É o sol É a estrada É o tempo É o pé E é o ch...
Língua Portuguesa Sintaxe Concordância verbal, Concordância nominal
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
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Força Estranha 

Eu vi o menino correndo eu vi o tempo Brincando ao redor do caminho daquele menino Eu pus os meus pés no riacho E acho que nunca os tirei O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei

Eu vi a mulher preparando outra pessoa O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga A vida é amiga da arte É a parte que o sol me ensinou O sol que atravessa essa estrada que nunca passou

Por isso uma força me leva a cantar Por isso essa força estranhaPor isso é que eu canto não posso parar Por isso essa voz tamanha Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece Aquele que conhece o jogo Do fogo das coisas que são É o sol É a estrada É o tempo É o pé E é o ch...
Língua Portuguesa Sintaxe Termos integrantes da oração: Objeto direto, Objeto indireto, Complemento nominal, Agente da Passiva
Ano: 2025
Banca: Instituto Unique
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Força Estranha 

Eu vi o menino correndo eu vi o tempo Brincando ao redor do caminho daquele menino Eu pus os meus pés no riacho E acho que nunca os tirei O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei

Eu vi a mulher preparando outra pessoa O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga A vida é amiga da arte É a parte que o sol me ensinou O sol que atravessa essa estrada que nunca passou

Por isso uma força me leva a cantar Por isso essa força estranhaPor isso é que eu canto não posso parar Por isso essa voz tamanha Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece Aquele que conhece o jogo Do fogo das coisas que são É o sol É a estrada É o tempo É o pé E é o ch...