Leia o Texto II para responder as questões de 36 a 50.


Como o autor explica a ausência da marca do plural de 'pastel' no título do Texto II?
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Como o autor explica a ausência da marca do plural de 'pastel' no título do Texto II?
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O problema lingüístico CENTRAL no Texto II é
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Em qualquer atividade com o Texto II na aula de português, conscientemente ou não, o(a) professor(a) veicula um conceito de língua. Para posicionar-se diante de algumas dessas possibilidades, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Qual a concepção de linguagem que está na base dos argumentos defendidos pelo autor do Texto II ?
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As passagens a seguir servem ao autor do Texto II para somar dados na defesa de língua como fenômeno heterogêneo complexo, EXCETO UMA em que escapa uma interpretação equivocada do fenômeno da variação lingüística. Assinale a alternativa que representa um desvio na linha argumentativa do autor.
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Considerando a resposta CORRETA da questão anterior, qual das alternativas a seguir NÃO está de acordo com o estágio atual da reflexão teórica sobre a variação lingüística?
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Ao longo do Texto II o autor articula exemplos práticos da língua com generalizações conceituais, desenvolvendo uma argumentação que vai da informação particular para a geral e vice-versa. Qual das passagens destacadas a seguir representa uma generalização que NÃO está ligada diretamente à variação lingüística?
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Os princípios que sustentam a abordagem da língua como um fenômeno heterogêneo tornaram-se mais conhecidos no ambiente acadêmico brasileiro, nas últimas décadas do século XX. Desde então, o tratamento da língua em sua diversidade na aula de português tem encontrado dois extremos problemáticos: de um lado, a adesão não reflexiva e, de outro, a rejeição cega. As considerações a seguir representam alguns equívocos característicos dessa recepção apressada, EXCETO.
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Qual das afirmações abaixo é COERENTE com os argumentos desenvolvidos no Texto II?
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Leia as passagens I e II (extraídas do Texto II).
I. "se usamos o pronome pessoal, por que precisamos inserir no verbo a desinência número-pessoal? Tanta lógica existe nesse uso do povo que o inglês adotou como norma culta "I go", "we go", "they go"."
II. "a marca do plural – no português, o "s" – não está no objeto, tampouco em sua essência de pastel, mas apenas na palavra. Ao usar um numeral para exprimir quantidade, não seria necessário colocar o "s&quo...