Em pacientes críticos, devem ser utilizados critérios básicos na seleção da fórmula da nutrição enteral. NÃO corresponde a um critério para a seleção da fórmula
“A administração da nutrição enteral pode ser feita por vários tipos de infusões. A escolha deve fundamentarse em protocolos pré-estabelecidos pela Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional, sempre levando em consideração as características individuais do paciente e a realidade da instituição.” Sobre os métodos de administração da nutrição enteral, é INCORRETO afirmar que
A nutrição enteral é indicada quando a ingestão oral é insuficiente para prover as necessidades energéticas diárias. Se o trato digestivo está total ou parcialmente funcionante, é preferível a nutrição enteral que a parenteral. Porém, existem algumas situações em que a nutrição enteral é contra-indicada, assinaleas:
Na nutrição enteral, as vias de acesso podem estar dispostas no estômago, duodeno ou jejuno, e cada localização tem suas vantagens e desvantagens. São vantagens da localização gástrica da sonda, EXCETO:
Para efeito do Regulamento Técnico para Terapia de Nutrição Enteral, é adotada a seguinte definição para Prescrição dietética da NE:
Na utilização de Nutrição Parenteral, é correto afirmar:
Assinale a alternativa correta sobre nutrição enteral.
Com relação à nutrição enteral (NE) e às normas para se garantirem sua eficácia e a segurança dos pacientes, julgue os itens que se seguem.
Por meio da excreção urinária de nitrogênio sob a forma de nitrogênio ureico, é possível avaliar a adequação da reposição proteica em indivíduos em terapia nutricional. Quando a excreção de nitrogênio é superior ao consumo, o resultado do balanço nitrogenado é negativo, o que significa que o catabolismo proteico supera o anabolismo.
Com relação à nutrição enteral (NE) e às normas para se garantirem sua eficácia e a segurança dos pacientes, julgue os itens que se seguem.
Uma equipe multiprofissional de terapia nutricional deve ser constituída de, pelo menos, um médico e um enfermeiro. A critério da unidade hospitalar, outros profissionais com treinamento específico — nutricionista, farmacêutico e psicólogo — podem ser incluídos na equipe.
Com relação à nutrição enteral (NE) e às normas para se garantirem sua eficácia e a segurança dos pacientes, julgue os itens que se seguem.
As boas práticas de preparação da NE estabelecem orientações gerais de preparação e os critérios para a aquisição de insumos, embalagens e NEs industrializadas.
Com relação à nutrição enteral (NE) e às normas para se garantirem sua eficácia e a segurança dos pacientes, julgue os itens que se seguem.
A legislação vigente estabelece que os funcionários envolvidos na preparação de NE devem utilizar, na sala de manipulação, os seguintes paramentos: uniforme branco, sapatos recobertos por protetores descartáveis, avental descartável sobre macacão com mangas compridas, decote fechado, gorro ou touca e máscara.
Com relação à nutrição enteral (NE) e às normas para se garantirem sua eficácia e a segurança dos pacientes, julgue os itens que se seguem.
A constatação, no monitoramento da qualidade microbiológica de dietas enterais, de contaminação por bactérias mesófilas representa alerta para a possibilidade de intoxicação alimentar.
Acerca da terapia nutricional parenteral para pacientes sépticos graves,julgue os itens seguintes.
Recomenda se reduzir a razão entre ácidos graxos ômega 3/omega 6, com uso de emulsões lipídicas à base de oleo de soja, uma vez que os primeiros aumentam a produção de eicosanoides e citocinas pro inflamatórios.
Acerca da terapia nutricional parenteral para pacientes sépticos graves,julgue os itens seguintes.
A despeito da adequada oferta energética não proteica, a degradação proteica excede sua síntese na doença grave.
“O paciente J. D. A. foi internado para retirada de um tumor maligno do intestino delgado. Após a operação, verificou-se que a enterectomia resultou em 85 cm de intestino delgado remanescente.” A terapia nutricional indicada, neste caso é
Acerca da nutrição parenteral, assinale a alternativa correta.
Texto III, para responder às questões de 31 a 33.

No pós-operatório imediato, o paciente recebeu dieta por jejunostomia. Considerando a terapia nutricional enteral, assinale a alternativa correta.
O local de administração da dieta é um dos fatores a ser considerado na seleção da via de acesso para a nutrição enteral. Assinale a alternativa que apresenta uma desvantagem da localização gástrica:
Dentre as técnicas de administração de dieta enteral, podemos dizer que:
Para o Cálculo do Volume das fórmulas a serem administradas depende, didaticamente, de muitas variáveis. Dentre elas NÃO podemos citar:

A tabela acima apresenta a composição de duas fórmulas industriais — A e B — para a nutrição enteral. Julgue os próximos itens, acerca das características e indicações de cada uma delas.
A partir dos valores de osmolalidade apresentados nessa tabela, é correto concluir que, provavelmente, os nutrientes de ambas as fórmulas, como dipeptídios e tripeptídios, dissacarídios e monossacarídios, não sofreram processo de hidrólise.

A tabela acima apresenta a composição de duas fórmulas industriais — A e B — para a nutrição enteral. Julgue os próximos itens, acerca das características e indicações de cada uma delas.
A razão energia não proteica por grama de nitrogênio das fórmulas A e B, entre 100 kcal/gn e 150 kcal/gn, indica balanceamento adequado dos nutrientes energéticos e proteicos, o que influencia o desempenho de suas funções metabólicas.

A tabela acima apresenta a composição de duas fórmulas industriais — A e B — para a nutrição enteral. Julgue os próximos itens, acerca das características e indicações de cada uma delas.
A fórmula A é indicada a pacientes com sonda nasogástrica, que possibilita a administração de grande volume de alimento; a fórmula B, que apresenta maior densidade energética, deve ser administrada a pacientes submetidos a gastrostomia ou jejunostomia.

A tabela acima apresenta a composição de duas fórmulas industriais — A e B — para a nutrição enteral. Julgue os próximos itens, acerca das características e indicações de cada uma delas.
O fornecimento de 1.750 kcal da fórmula B a um indivíduo que pese 50 kg representa dieta hiperproteica, ao contrário do que ocorre caso seja oferecido a esse mesmo indivíduo o mesmo volume da fórmula A.

A tabela acima apresenta a composição de duas fórmulas industriais — A e B — para a nutrição enteral. Julgue os próximos itens, acerca das características e indicações de cada uma delas.
Pacientes alimentados com a fórmula A sujeitam-se a menor risco de diarreia, visto que, nessa dieta, os percentuais de carboidratos e lipídios, nutrientes de características laxantes, são menores que os encontrados na fórmula B.
A desnutrição por deficiência de macro ou micronutrientes determina efeitos adversos mensuráveis sobre a anatomia e a fisiologia dos tecidos e órgãos. Com relação a esse assunto e à terapia nutricional pertinente, julgue os próximos itens.
A remoção ou o fornecimento inadequado de oligoelementos essenciais, como zinco, cobre, selênio, ferro, molibdênio e cromo, em uma solução parenteral está associada a alterações bioquímicas estruturais reproduzíveis e irreversíveis com o fornecimento do nutriente.
A desnutrição por deficiência de macro ou micronutrientes determina efeitos adversos mensuráveis sobre a anatomia e a fisiologia dos tecidos e órgãos. Com relação a esse assunto e à terapia nutricional pertinente, julgue os próximos itens.
Para pacientes desnutridos em uso de nutrição enteral, os óleos de milho e soja de formulações poliméricas fornecem principalmente triglicerídios de cadeia longa, de alta densidade energética, com o inconveniente de aumentarem a osmolaridade da solução.
Na prática clínica, a assistência nutricional ao paciente internado pode ser simples, como pequenas modificações alimentares em pacientes que recebem dieta por via oral (VO), ou mais complexas, como a terapia nutricional por via enteral (TNE) ou parenteral (TNP).
Acerca das situações clínicas que exigem diferentes decisões da terapêutica nutricional, julgue os itens seguintes.
Em pacientes com hipovolemia, choque cardiogênico, ou com outros tipos de distúrbios metabólicos e eletrolíticos graves, recomenda-se a TNP, pela ineficiência do uso do trato digestivo, seja por via oral ou enteral.
Na prática clínica, a assistência nutricional ao paciente internado pode ser simples, como pequenas modificações alimentares em pacientes que recebem dieta por via oral (VO), ou mais complexas, como a terapia nutricional por via enteral (TNE) ou parenteral (TNP).
Acerca das situações clínicas que exigem diferentes decisões da terapêutica nutricional, julgue os itens seguintes.
Na síndrome de intestino curto em que é necessária a TNP, as emulsões lipídicas contendo triglicerídeos de cadeia média associados aos de cadeia longa devem ser de, pelo menos, 2 gramas por quilograma de massa corporal ao dia, em uma taxa de infusão de 50 mL/hora a 100 mL/hora.
Na prática clínica, a assistência nutricional ao paciente internado pode ser simples, como pequenas modificações alimentares em pacientes que recebem dieta por via oral (VO), ou mais complexas, como a terapia nutricional por via enteral (TNE) ou parenteral (TNP).
Acerca das situações clínicas que exigem diferentes decisões da terapêutica nutricional, julgue os itens seguintes.
Com dieta por VO, um idoso portador de doença catabólica é beneficiado por pequenas refeições com alta concentração energética e protéica e lanches entre as refeições, enquanto para um jovem em uma enfermaria ortopédica, por exemplo, são indicadas preferencialmente refeições maiores.
Na prática clínica, a assistência nutricional ao paciente internado pode ser simples, como pequenas modificações alimentares em pacientes que recebem dieta por via oral (VO), ou mais complexas, como a terapia nutricional por via enteral (TNE) ou parenteral (TNP).
Acerca das situações clínicas que exigem diferentes decisões da terapêutica nutricional, julgue os itens seguintes.
Para melhorar a resposta imune, prevenir a atrofia intestinal e diminuir a resposta inflamatória, recomenda-se o uso de TNE preferencialmente à TNP, uma vez que o uso da via enteral tem menor incidência de complicações que a via parenteral.
Na prática clínica, a assistência nutricional ao paciente internado pode ser simples, como pequenas modificações alimentares em pacientes que recebem dieta por via oral (VO), ou mais complexas, como a terapia nutricional por via enteral (TNE) ou parenteral (TNP).
Acerca das situações clínicas que exigem diferentes decisões da terapêutica nutricional, julgue os itens seguintes.
Para pacientes com limitada área absortiva e em uso de TNE, recomenda-se o uso de fórmulas com nutrientes mais hidrolisados, apesar de essas fórmulas apresentarem proporcionalmente maior osmolalidade.
Considere que um paciente de 60 anos de idade, portador de insuficiência cardíaca congestiva classe IV, submetido à operação de transplante cardíaco, encontra-se com índice de massa corporal de 17,0 kg/m2, níveis glicêmicos elevados, aumento do LDL-colesterol e pressão arterial de 140 mmHg × 80 mmHg. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens seguintes quanto ao estado nutricional e à dietoterapia.
Caso a dieta por via oral seja insuficiente e se houver diminuição da motilidade gástrica, deve-se optar pela dieta elementar por via enteral, administrada continuamente e com volume de acordo com o balanço hídrico.
A sonda nasoenteral com posicionamento gástrico apresenta vantagens em relação à localização duodenal e jejunal. Não é vantagem do posicionamento gástrico o(a)
A nutrição parenteral não é indicada como terapia exclusiva no caso de
A terapia enteral pode ser fundamental para a recuperação de pacientes oncológicos. Alguns critérios devem ser respeitados para a escolha dessa via de administração da dieta. Assinale a alternativa que não corresponde a um desses critérios.
Com relação à nutrição enteral no pós-operatório, julgue os itens que se seguem.
Para pacientes com câncer intestinal, é fundamental que a nutrição enteral seja composta de dietas oligoméricas, pois a maioria dos pacientes não tolera bem as fórmulas poliméricas.
Com relação à nutrição enteral no pós-operatório, julgue os itens que se seguem.
Para um paciente com peso de 50 kg e estatura de 175 cm, que realizou esofagectomia e é alimentado por jejunostomia, recomenda-se a prescrição dietética de 5 g/kg/dia de proteína, visando repleção proteica.
Com relação à nutrição enteral no pós-operatório, julgue os itens que se seguem.
A dieta por via enteral utilizada em posição pós-pilórica apresenta resultados superiores aos obtidos com a sonda pré-pilórica, após ressecção intestinal.
Com relação à nutrição enteral no pós-operatório, julgue os itens que se seguem.
Apesar das propriedades nutricionais, a dieta por via enteral não é indicada para pacientes eutróficos, sem perda ponderal e com aceitação da dieta por via oral de mais de três quartos das recomendações nutricionais.