Os Parâmetros Curriculares Nacionais para a Matemática no Ensino fundamental, ao falarem da resolução de problemas, assim orientam: “(...) Desse modo, o que o professor explora na atividade matemática não é mais a atividade, ela mesma, mas seus resultados, definições, técnicas e demonstrações. Consequentemente, o saber matemático não se apresenta ao aluno como um sistema de conceitos que lhe permite resolver um conjunto de problemas, mas como um interminável discurso simbólico, abstrato e incompreensível. Nesse caso, a concepção de ensino e aprendizagem subjacente é a de que o aluno aprende por reprodução/imitação.”
Esse documento defende uma proposta para a qual apresenta alguns princípios entre os quais NÃO se encontra:
Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa para o primeiro ciclo do Ensino Fundamental assim orientam: “No primeiro ciclo deve-se propor aos alunos que leiam e escrevam, ainda que não o façam convencionalmente. Mas o fato de as escritas não convencionais serem aceitas não significa ausência de intervenção pedagógica para a construção da escrita convencional, muito pelo contrário. Por ser condição para a constituição da autonomia leitora, escritora e também intelectual, o conhecimento sobre a natureza e o funcionamento do sistema de escrita precisa ser construído pelos alunos o quanto antes. Isto é, quanto mais rapidamente os alunos chegarem à escrita alfabética, mais e melhor poderão avançar na aprendizagem dos conteúdos propostos nesse ciclo.”
Observadas e...
Ao tratar das políticas públicas para a educação, certa autora assim se manifesta: “Leva-se em conta que a ação educativa não é mero reflexo dos planos oficiais. Primeiro, porque a política educacional é condicionada por fatores externos ao governo central de um país, entre eles, a autodeterminação dos entes federados (estados e municípios); as demandas forjadas no campo da economia e do mercado de trabalho e as que provêm da mobilização de setores reivindicativos da sociedade. Leva-se, ainda, em conta que as metas fixadas em planos de longo prazo nem sempre se sustentam no decorrer do tempo, o que demanda modificações e adaptações...”
Em relação a esse conhecido tema, ora apresentado pela autora, é INCORRETO afirmar:
Quanto ao ensino da Matemática, os PCN para o Ensino Médio assim dispõem: “A forma de trabalhar os conteúdos deve sempre agregar um valor formativo no que diz respeito ao desenvolvimento do pensamento matemático. Isso significa colocar os alunos em um processo de aprendizagem que valorize o raciocínio matemático – nos aspectos de formular questões, perguntar-se sobre a existência de solução, estabelecer hipóteses e tirar conclusões, apresentar exemplos e contraexemplos, generalizar situações, abstrair regularidades, criar modelos, argumentar com fundamentação lógico-dedutiva.”
Observadas essas orientações, é CORRETO afirmar:
Ao tratar da formação para o exercício da cidadania, os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio orientam que: “Um outro dado a considerar diz respeito à necessidade do desenvolvimento das competências básicas tanto para o exercício da cidadania quanto para o desempenho de atividades profissionais.”
Entre as competências de que trata o documento, NÃO se encontra:
“Qualquer que seja a linha pedagógica adotada na escola, professores e alunos trabalham, necessariamente, com conteúdos. O que diferencia radicalmente as propostas é a função que se atribui aos conteúdos no contexto escolar e, em decorrência disso, as diferentes concepções quanto à maneira como devem ser selecionados e tratados.”
Se adotada a Tendência Crítico-Social dos Conteúdos, é CORRETO afirmar:
O Caderno de Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais, ao falar sobre o processo de aprender e ensinar, construir e interagir orienta que “O núcleo central da integração de todas as recentes contribuições teórico-pedagógicas refere-se ao reconhecimento da importância da atividade mental construtiva nos processos de aquisição de conhecimento. Daí o termo construtivismo, denominando essa convergência. Assim, o conhecimento é, antes de mais nada, uma construção histórica e social, na qual interferem fatores de ordem cultural e psicológica.”
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar: