Hífen – Resumo completo sobre o uso do hífen para provas de Concursos Públicos

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Série Dicas

Agora, vamos compreender como e quando usar o hífen.

O hífen é um sinal gráfico cujas funções estão associadas a uma infinidade de ocorrências linguísticas, Entre essas funções, podemos citar: ligar palavras compostas; fazer a junção entre pronomes oblíquos e algumas formas verbais; separar as sílabas de um dado vocábulo; ligar algumas palavras precedidas de prefixos etc.

Onde não se usar Hífen

  • Não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo essas consoantes se duplicarem.

anti-social – Errado / antissocial – Correto

  • Não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente.

auto-afirmação – Errad0 / autoafirmação – Correto

  • Não se emprega o hífen em certos compostos em que se perdeu, em certa medida, a noção de composição.

pára-quedas – Errado / paraquedas – Correto

  • Não se emprega o hífen nas locuções de qualquer tipo , como, substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais.

fim-de-semana – Errado / fim de semana – Correto

Onde se usar Hífen

  • Emprega-se o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal igual.

antiinflamatório – Errado / anti-inflamatório – Correto

  • O uso do hífen se usa nos compostos em que os prefixos super, hiper, inter, terminados em -r, aparecem combinados com elementos também iniciados por -r.

Como exemplo, hiper-rancoroso, inter-racial, super-realista.

  • Se usa hífen nos compostos com prefixo em que o segundo elemento começa por -h.

Por exemplo, ante-hipófise, anti-herói.

  • Deve-se ter o uso do hífen entre vogais iguais, em compostos,

como exemplo, auto-observação, contra-argumento.

  • O uso do hífen se aplica nas palavras compostas que não contêm um elemento de ligação e constituem uma unidade sintagmática e semântica, mantendo acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas.

Por exemplo,  ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião.

  • Se utiliza hífen nos compostos com os prefixos ex-, vice-, soto-.

Como exemplo, ex-marido, vicepresidente, soto-mestre;

  • Também nos compostos com os prefixos circum- e pan- quando o segundo elemento começa por vogal, m ou n.

Como exemplo, pan-americano, circum-navegação.

  • E nos compostos com os prefixos tônicos acentuados pré-, pró- e pós- quando o segundo elemento tem vida própria na língua,

Por exemplo, pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação.

  • Nos compostos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como -açu, -guaçu e -mirim, quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica entre ambos.

Por exemplo, amoré-guaçu, manacá-açu, jacaré-açu, Ceará-Mirim, paraná-mirim.

  • Nos topônimos iniciados pelos adjetivos grão e grã ou por forma verbal ou por elementos que incluam um artigo.

Como exemplo, Grã-Bretanha, Santa Rita do PassaQuatro, Baía de Todos-os-Santos.

  • Nos compostos com os advérbios mal e bem quando estes formam uma unidade sintagmática e semântica e o segundo elemento começa por vogal ou -h.

Como exemplo, bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado, mal-estar, mal-humorado.

Entretanto, nem sempre os compostos com o advérbio bem escrevem-se sem hífen quando este prefixo é seguido por um elemento iniciado por consoante: bem-nascido, bem-criado, bem-visto, ao contrário de malnascido, malcriado e malvisto.

  • E nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem,

como exemplo, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-casados, sem-número, sem-teto.

 

Esse foi um resumo das regras, onde e não se fazer uso do hífen.


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