Questões de Português de Emprego do QUE

 /   /   /  Emprego do QUE

Pesquise mais Questões de Português de Emprego do QUE abaixo,

FCC - SERGIPE GAS - Administrador - 2013
Português / Emprego do QUE

Investir nas redes sociais, ...... participam mais de 500 milhões de usuários, tem se mostrado uma estratégia positiva para a sobrevivência da indústria fonográfica.

Preenche corretamente a lacuna da frase acima:

a) na qual
b) de que
c) com que
d) a qual
e) que

FCC - TRT 9ª - Técnico Judiciário - Administrativa - 2013
Português / Emprego do QUE

Em artigo a respeito das várias redes sociais existentes, o colunista Alexandre Matias exprime-se com franqueza: "entrei em redes sociais ...... nem mais lembro a senha".
(http://blogs.estadao.com.br/alexandre-matias/2012/10/07/o-primeiro-bilhao-do-facebook-e-o-futuro-das-redes-sociais)


Preenche corretamente a lacuna da frase acima o que consta em:

a) de que
b) na qual
c) a qual
d) a que
e) aonde

FCC - DPE - SP - Oficial de Defensoria Pública - 2013
Português / Emprego do QUE

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.



Nada me alegra mais do que deparar com uma obra de arte que, além de suas qualidades artísticas, seja inovadora. Não
poderia ser de outro modo, pois costumo dizer que a arte existe porque a vida não basta. E quando digo vida, nela incluo, claro,
também a arte que já existe. Daí porque o surgimento do novo é inerente à própria criação artística. Nenhum artista quer fazer o que
já fizeram ou o que ele próprio já fez. Por isso, fazer arte é fazer o novo.

Só que o novo, autenticamente novo, não é uma criação a partir de nada, mas, sim, uma manifestação inusitada que surge do
trabalho do artista, do processo expressivo em que está mergulhado. Esse processo não tem a lógica comum ao trabalho habitual, já
que o trabalho criador é, essencialmente, a busca do espanto.

A história da arte mostra que houve momentos em que a necessidade do novo levou a um salto qualitativo. Exemplo disso foi
quando Claude Monet pintou a célebre tela que determinou o surgimento do Impressionismo.

Este foi um caso especial, já que para ele concorreram fatores diversos, que vão desde a implantação das estradas de ferro,
que facilitaram a ida das pessoas ao campo, até a nova teoria das cores. O pintor, então, sai do ateliê, vai pintar ao ar livre e a pintura
se torna também o registro da mudança cromática da paisagem com o passar das horas. Mas isso é a explicação teórica; na prática,
a pintura impressionista revela uma nova beleza, um novo encantamento. Até que o pintor Paul Cézanne provoca uma nova ruptura
nessa linguagem.

É a partir de então que a busca do novo se acelera, talvez até em consequência do dinamismo da vida moderna. A própria
sociedade - a economia, a produção industrial, as descobertas científicas - muda a cada dia. E assim, de certo modo, o novo, que era
consequência natural da criatividade artística, tornou-se o objetivo do artista. Mais do que fazer arte, ele deseja agora fazer o novo,
que passou a ser um valor em si mesmo.

Sucede que a busca do novo pode conduzir à desintegração da linguagem artística, o que ocorreu com as artes plásticas
durante o século 20. Não tendo mais linguagem, os que tomaram esse rumo passaram a usar objetos do cotidiano como meio de
expressão, bastando, para isso, deslocá-los de sua situação usual e pô-los numa galeria de arte.

(Adaptado de Ferreira Gullar. Folha de S. Paulo, 6/1/13)


... já que o trabalho criador é, essencialmente, a busca do espanto.


Considerando-se o contexto, o elemento grifado pode ser corretamente substituído por:

a) enquanto.
b) visto que.
c) por que.
d) pelo que.
e) a fim de que.

ESAF - DNIT - Técnico de Suporte em Infraestrutura de transporte - 2013
Português / Emprego do QUE

Assinale a opção que, ao preencher a lacuna, provoca erro gramatical no texto abaixo.


O transporte público ideal é aquele ___(A )___você tenha as prioridades, ___(B )___ possa ter uma hierarquia. Como, por exemplo, o transporte ___ (C )___carrega um maior número de pessoas ter uma via exclusiva para ele. Em seguida, seria criada uma hierarquia até chegar ao pedestre, ___(D )___o carro passa por uma via específica e a gente vai tendo uma valorização de espaços. A partir daí a gente vai gerar eficiência no transporte público e com essa eficiência a gente vai convidar as pessoas para ___(E)___ utilizem o transporte público.


(Adaptado de Diogo Pires Ferreira, mestre em planejamento urbano, em
http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2012/08/veja-o-papel-dasprefeituras-

quanto-aos-problemas-do-transporte-coletivo.html, acesso em 4/12/2012)

a) em que
b) que
c) em que
d) em que
e) que

UEG - Polícia Militar - GO - Cadete - 2013
Português / Emprego do QUE

O Mundo Moderno e a Violência



No curso dos tempos modernos, desde o descobrimento e a conquista do Novo Mundo, são muitas,
novas e renovadas as formas e as técnicas de violência que entram direta e indiretamente no jogo das
forças sociais e na dinâmica das formas de sociabilidade que se desenvolvem com o capitalismo, visto
como modo de produção e processo civilizatório.
A história do mundo moderno, desde o descobrimento e a conquista do Novo Mundo,
compreendendo também a colonização da África, Ásia e Oceania, é uma história dos mais prosaicos e
sofisticados meios e modos de violência, com os quais se forja e se mutila a modernidade. À medida que se
desenvolvem a ciência e a técnica, em seus usos crescentemente político-econômicos e socioculturais,
desenvolvem-se as formas e as técnicas de violência. À medida que se desenvolvem as forças produtivas e
as relações de produção próprias do capitalismo, desenvolvem-se as diversidades e as desigualdades, as
formas de alienação, as técnicas de dominação e as lutas pela emancipação. Aprofundam-se, generalizamse
e multiplicam-se as contradições sociais. No mesmo curso das lutas e conquistas polarizadas pela
democracia e pela cidadania, desenvolvem-se as técnicas de repressão e as formas de tirania. No mesmo
curso das lutas e conquistas pelo Socialismo e Comunismo, desenvolvem-se os experimentos do Fascismo
e do Nazismo. São muitas as polarizações e combinações de processos e estruturas político-econômicas e
socioculturais com os quais se desenvolve e mutila a modernidade-nação, ou a primeira modernidade, e a
modernidade-mundo, ou segunda modernidade.
É difícil, talvez impossível, dizer que um século é mais violento que outro. Uma comparação
apressada pode dar essa impressão. Para que se possa avaliar os potenciais e as realizações da violência
em cada século, época ou configuração histórica, seria indispensável esclarecer quais as formas de
sociabilidade e os jogos de forças sociais que prevalecem em cada caso. Daí a importância de se
reconhecer que o colonialismo, o imperialismo e o globalismo, compreendendo sempre nacionalismo e
tribalismo, são distintos processos histórico-sociais, com as suas formas de sociabilidade e os seus jogos de
forças sociais peculiares.
Ocorre que os jogos das forças sociais e as formas de sociabilidade sintetizam o modo pelo qual a
fábrica da sociedade, ou a máquina do mundo, produz e reproduz o progresso e o retrocesso, a evolução e
a decadência, o florescimento e a distorção, a alienação e a mutilação. Nesse sentido é que é válido
reconhecer que cada século, época ou configuração histórico-social se caracteriza por formas e técnicas de
violência enraizadas e jogos de forças sociais e tramas de sociabilidade.



IANNI, Octavio. A violência na sociedade contemporânea.


Estudos de Sociologia, Araraquara, v. 7, n. 12, p. 7-30, 2002. (Adaptado).


No trecho “Para que se possa avaliar os potenciais e as realizações da violência” (linha 19), a expressão destacada indica uma relação semântica de

a) concessão
b) finalidade
c) proporção
d) oposição

IBFC - HEMOMINAS - Auxiliar Administrativo - 2013
Português / Emprego do QUE

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Visitei o lugar _________ seu pai nos falou.

a) que
b) o qual
c) na qual
d) de que

ESAF - DNIT - Técnico Administrativo - Administrativa - 2013
Português / Emprego do QUE

Assinale a opção que, ao preencher a lacuna, provoca erro gramatical no texto abaixo.


O transporte público ideal é aquele ___( A )___você tenha as prioridades, ___( B )___ possa ter uma hierarquia. Como, por exemplo, o transporte ___ ( C )___carrega um maior número de pessoas ter uma via exclusiva para ele. Em seguida, seria criada uma hierarquia até chegar ao pedestre, ___( D )___o carro passa por uma via específica e a gente vai tendo uma valorização de espaços. A partir daí a gente vai gerar eficiência no transporte público e com essa eficiência a gente vai convidar as pessoas para ___( E )___ utilizem o transporte público.

(Adaptado de Diogo Pires Ferreira, mestre em planejamento urbano, em http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2012/08/veja-o-papel-dasprefeituras- quanto-aos-problemas-do-transporte-coletivo.html, acesso em 4/12/2012)

a) em que
b) que
c) em que
d) em que
e) que

FCC - INSS - Perito Médico Previdenciário - 2012
Português / Emprego do QUE

A questão baseia-se no texto seguinte.

Em fins do ano passado foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado a denominada Emenda Constitucional da Felicidade, que introduz no artigo 6º da Constituição Federal, relativo aos direitos sociais, frase com a menção de que são essenciais à busca da felicidade.
Pondera-se também que a busca individual pela felicidade pressupõe a observância da felicidade coletiva. Há felicidade coletiva quando são adequadamente observados os itens que tornam mais feliz a sociedade. E a sociedade será mais feliz se todos tiverem acesso aos básicos serviços públicos de saúde, educação, previdência social, cultura, lazer, entre outros, ou seja, justamente os direitos sociais essenciais para que se propicie aos indivíduos a busca da felicidade.
Pensa-se possível obter a felicidade a golpes de lei, em quase ingênuo entusiasmo, ao imaginar que, por dizer a Constituição serem os direitos sociais essenciais à busca da felicidade, se vai, então, forçar os entes públicos a garantir condições mínimas de vida para, ao mesmo tempo, humanizar a Constituição.
A menção à felicidade era própria da concepção de mundo do Iluminismo, quando a deusa razão assomava ao Pantheon e a consagração dos direitos de liberdade e de igualdade dos homens levava à crença na contínua evolução da sociedade para a conquista da felicidade plena sobre a Terra. Trazer para os dias atuais, depois de todos os percalços que a História produziu para os direitos humanos, a busca da felicidade como fim do Estado de Direito é um anacronismo patente, sendo inaceitável hoje a inclusão de convicções apenas compreensíveis no irrepetível contexto ideológico do Iluminismo.
Confunde-se nessas proposições bem-intencionadas, politicamente corretas, o bem-estar social com a felicidade. A educação, a segurança, a saúde, o lazer, a moradia e outros mais são considerados direitos fundamentais de cunho social pela Constituição exatamente por serem essenciais ao bemestar da população no seu todo. A satisfação desses direitos constitui prestação obrigatória do Estado, visando dar à sociedade bem-estar, sendo desnecessária, portanto, a menção de que são meios essenciais à busca da felicidade para se gerar a pretensão legítima ao seu atendimento.
O povo pode ter intensa alegria, por exemplo, ao se ganhar a Copa do Mundo de Futebol, mas não há felicidade coletiva, e sim bem-estar coletivo. A felicidade é um sentimento individual tão efêmero como variável, a depender dos valores de cada pessoa. Em nossa época consumista, a felicidade pode ser vista como a satisfação dos desejos, muitos ditados pela moda ou pelas celebridades. Ter orgulho, ter sucesso profissional podem trazer felicidade, passível de ser desfeita por um desastre, por uma doença.
Assim, os direitos sociais são condições para o bemestar, mas nada têm a ver com a busca da felicidade. Sua realização pode impedir de ser infeliz, mas não constitui, de forma alguma, dado essencial para ser feliz.


(Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, Espaço Aberto, 5 de fevereiro de 2011, com adaptações)

.... a menção de que são meios essenciais à busca da felicidade ... O segmento destacado acima preenche corretamente a lacuna da frase:

a) Os anseios da população, ...... se referiam seus representantes, seriam atendidos por meio das medidas que estavam sendo tomadas naquele momento.
b) Eram escassos os argumentos ...... dispunham os defensores da proposta apresentada para chegar à sua aprovação pela maioria.
c) Os meios ...... contavam aqueles que se dispuseram a defender novas ideias nem sempre lhes permitiram superar o conservadorismo da época.
d) A vitória naquele torneio, ...... traria sentimentos de bem-estar aos torcedores, transformou-se em objetivo prioritário para os dirigentes.
e) Seria necessário garantir a qualidade na prestação dos serviços públicos ...... toda a população se sentisse feliz.

CONSULPLAN - TSE - Analista Judiciário - Administrativa - 2012
Português / Emprego do QUE

A tradição teológica e filosófica nunca conseguiu
explicar o “mistério da iniquidade”, a existência do mal
como potência do desejo e da ação humanas.

Ora, a corrupção é o mal do nosso tempo.
Curiosamente, ela aparece como uma nova regra de
conduta, uma contraditória “moral imoral”. Da
governalidade aos atos cotidianos, o mundo da vida no
qual ética e moral se cindiram há muito tempo
transformou-se na sempre saqueável terra de ninguém.
Como toda moral, a corrupção é rígida. Daí a
impossibilidade do seu combate por meios comuns, seja
o direito, seja a polícia. Do contrário, meio mundo
estaria na prisão. A mesma polícia que combate o
narcotráfico nas favelas das grandes cidades poderia
ocupar o Congresso e outros espaços do governo onde
a corrupção é a regra.

Mas o problema é que a força da corrupção é a do
costume, é a da “moral”, aquela mesma do malandro
que age “na moral”, que é “cheio de moral”. Ela é muito
mais forte do que a delicada reflexão ética que
envolveria a autonomia de cada sujeito agente. E que só
surgiria pela educação política que buscasse um
pensamento reflexivo.

O sistema da corrupção é composto de um jogo de
forças do qual uma das mais importantes é a “força do
sentido”. É ela que faz perguntar, por exemplo, “como é
possível que um policial pobre se negue a aceitar
dinheiro para agir ilegalmente?”

O simples fato de que essa pergunta seja colocada
implica o pressuposto de que uma verdade ética tal
como a honestidade foi transvalorada. Isso significa que
foi também desvalorizada.

Se a conduta de praxe seria não apenas aceitar,
mas exigir dinheiro em troca de uma ação qualquer na
contramão do dever, é porque no sistema da corrupção
o valor da honestidade, que garantiria ao sujeito a sua
autonomia, foi substituído pela vantagem do dinheiro.

Mas não somente. Aquele que age na direção da lei
como que age contra a moral caracterizada pelo “fazer
como a grande maioria”, levando em conta que no
âmbito da corrupção se entende que o que a maioria
quer é “dinheiro”.

Verdade é que a ação em nome de um universal
por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela
que se faz o cálculo do “sentido” no qual, fora da
vantagem que define a regra, o sujeito honesto se
transfigura imediatamente em otário.

Se a moral é medida em dinheiro, não entregar-se a
ele poderá parecer um luxo. Mas um contraditório luxo
de pobre, já que a questão da honestidade não se
coloca para os ricos, para quem tal valor parece de
antemão assegurado.

Daí que jamais se louve nos noticiários a
honestidade de alguém que não se enquadra no
estereótipo do “pobre”. Honesto é sempre o pobre
elevado
a cidadão exótico. Na verdade, por meio desse
gesto o pobre é colocado à prova pelo sistema. Afinal
ele teria tudo para ser corrupto, ou seja, teria todo o
motivo para sê-lo. Mas teria também todo o perdão?
O cidadão exótico – pobre e honesto – que deixa de
agir na direção de uma vantagem pessoal como que
estaria perdoado por antecipação ao agir imoralmente
sendo pobre, mas não está. A frase de Brecht seria sua
jurisprudência mais básica: “O que é roubar um banco
comparado a fundar um?”

Ora, sabemos que essa “moral imoral” tem sempre
dois pesos e duas medidas, diferentes para ricos e
pobres. No vão que as separa vem à tona a
incompreensibilidade diante do mistério da
honestidade. De categoria ética, ela desce ao posto de
irrespondível problema metafísico.

Pois quem terá hoje a coragem de perguntar como
alguém se torna o que é quando a subjetividade, a
individualidade e a biografia já não valem nada e
sentimos apenas o miasma que exala da vala comum
das celebridades da qual o cidadão pode se salvar
apenas alcançando o posto de um herói exótico,
máscara do otário da vez?


(Marcia Tiburi. Cult, dezembro de 2011)

Verdade é que (1) a ação em nome de um universal por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela que (2) se faz o cálculo do "sentido" no qual, fora da vantagem que (3) define a regra, o sujeito honesto se transfigura imediatamente em otário. (L. 43-47) A respeito das ocorrências do QUE no período anterior, é correto afirmar que se trata de conjunção em

a) (1), apenas.
b) (3), apenas.
c) todas.
d) (2), apenas.

FCC - TRE-CE - Analista Judiciario - Administrativa - 2012
Português / Emprego do QUE

Setembro de 2005
Woody Allen acabou de montar Scoop ? O grande furo. Agora vai tentar elaborar seu próximo filme, mas não sabe onde ele será feito. Londres foi um prazer inesperado, e ele pretendia fazer o terceiro filme seguido lá, mas o sucesso crítico e financeiro de Match Point deu origem a outras possibilidades.
- Vou esperar até ver Scoop para perguntar mais, mas você gostaria de fazer alguma observação?
- Tenho um papel no filme porque é uma comédia, automaticamente mais leve. Houve um tempo em que eu, mais jovem, estava ligado em comédia e pensava: Ah, isto é engraçado. Mas não sinto mais a mesma coisa. Foi divertido fazer Match Point e fiquei muito envolvido como espectador enquanto fazia o filme. Adorei o fato de não atuar nele, adorei o fato dele ser sério, e, quando foi lançado, me deu uma sensação boa, fiquei orgulhoso. Já por uma comédia, em especial uma comédia em que atuo, dificilmente eu me interesso.


(Adaptado de Eric Lax. Conversas com Woody Allen. Trad. José Rubens Siqueira. São Paulo, Cosac Naify, 2009, p.69)


... em especial uma comédia em que atuo...

O segmento destacado acima preenche corretamente a lacuna da frase:

a) A trilha sonora ...... Philip Glass compôs para o filme Sonho de Cassandra é carregada de tensão.
b) O estúdio musical ...... as trilhas sonoras de Woody Allen são gravadas já abrigou uma galeria de arte.
c) A crítica ...... os cineastas deparam a cada filme costuma ser inócua para suas obras.
d) Um filme ...... Woody Allen deve se orgulhar é Match Point.
e) Diane Keaton é uma atriz ...... Woody Allen pôde contar diversas vezes.



Seja aprovado em 1 ano Conheça o método para ser aprovado em Concurso Público

Estude Grátis é uma simples e poderosa ferramenta que lhe ajudará a passar nos melhores Concursos Públicos. São milhares de Questões de Concurso para você filtrar e estudar somente aqueles temas que estão especificados em seu Edital.