
Os principais pontos de diferenciação entre os países do centro e os países da periferia criados, respectivamente, pelas três revoluções industriais citadas no texto, são:

Os principais pontos de diferenciação entre os países do centro e os países da periferia criados, respectivamente, pelas três revoluções industriais citadas no texto, são:

Nos textos, os autores se referem a uma prática social que distorce a realidade. Essa prática denomina-se

A característica da sociedade brasileira que está sendo descrita no trecho acima é a

Os aspectos do desenvolvimento capitalista no Brasil discorridos pelos autores são, respectivamente,
No pensamento político brasileiro, tanto liberais quanto conservadores afirmam a centralidade do Estado na formação social do país. A principal diferença entre essas duas correntes de pensamento está no fato de que para os conservadores
A definição dos traços, positivos e negativos, da identidade nacional brasileira variam historicamente e expressam a relação entre dominantes e dominados em cada período. Uma das propostas de periodização é a seguinte: 
A formulação da identidade nacional em cada uma dessas fases fundamenta-se, respectivamente, na noção de
Considere o texto a seguir.

O evento político e os atores sociais descritos no trecho acima são: a
A cidade serviu como foco para a vida social ativa, para o conflito e o jogo de interesses, para a experiência das possibilidades humanas, durante a maior parte da história do homem civilizado. Mas hoje em dia essa possibilidade civilizada está adormecida (...). O transbordamento da intimidade para o espaço público tem tornado as relações mais fratricidas. (Richard Sennett)
O trecho associa-se ao problema urbano contemporâneo da
Tornou-se recorrente o termo "precarização do trabalho", em referência a uma variedade de relações de trabalho e emprego que se tornaram expressivas no Brasil, desde a década de 1990, como conseqüência da liberalização financeira, da abertura comercial e da reestruturação produtiva. São formas de precarização: o trabalho
Por volta de 1973, uma voz isolada mas potente verbalizou em alto e bom som uma crítica contundente à política social e trabalhista do regime autoritário (...). Nascia aí o novo sindicalismo, o cerne de sua proposta foi a ruptura com a própria legislação trabalhista, opondo-se à política do governo e pregando a negociação coletiva entre sindicatos e empregadores.
(Maria Hermínia Tavares de Almeida. O sindicalismo brasileiro entre a conservação e a mudança)
As propostas defendidas pelo novo sindicalismo, nos anos 1980, que marcam seu afastamento do sindicalismo corporativista, praticado nos anos 1930, foram