Em 1943, o governo Vargas sancionava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estabelecendo garantias básicas para os trabalhadores, como direito a férias, salário mínimo, repouso semanal remunerado e aposentadoria. Em 1966, com Castelo Branco, era instituído o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Sob Médici, em 1973, criava-se o Regulamento das Relações Individuais e Coletivas de Trabalho Rural. As greves que paralisaram a região metropolitana de São Paulo, em 1979, fizeram dos metalúrgicos a grande expressão de um novo sindicalismo, que, entre outras conquistas que ampliaram os benefícios trabalhistas, garantiram a participação dos trabalhadores nos lucros das empresas. Em 2001, após duas décadas seguidas de crise econômica, que f...
Em 1943, o governo Vargas sancionava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estabelecendo garantias básicas para os trabalhadores, como direito a férias, salário mínimo, repouso semanal remunerado e aposentadoria. Em 1966, com Castelo Branco, era instituído o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Sob Médici, em 1973, criava-se o Regulamento das Relações Individuais e Coletivas de Trabalho Rural. As greves que paralisaram a região metropolitana de São Paulo, em 1979, fizeram dos metalúrgicos a grande expressão de um novo sindicalismo, que, entre outras conquistas que ampliaram os benefícios trabalhistas, garantiram a participação dos trabalhadores nos lucros das empresas. Em 2001, após duas décadas seguidas de crise econômica, que f...
Em 1943, o governo Vargas sancionava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estabelecendo garantias básicas para os trabalhadores, como direito a férias, salário mínimo, repouso semanal remunerado e aposentadoria. Em 1966, com Castelo Branco, era instituído o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Sob Médici, em 1973, criava-se o Regulamento das Relações Individuais e Coletivas de Trabalho Rural. As greves que paralisaram a região metropolitana de São Paulo, em 1979, fizeram dos metalúrgicos a grande expressão de um novo sindicalismo, que, entre outras conquistas que ampliaram os benefícios trabalhistas, garantiram a participação dos trabalhadores nos lucros das empresas. Em 2001, após duas décadas seguidas de crise econômica, que f...
Em 1943, o governo Vargas sancionava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estabelecendo garantias básicas para os trabalhadores, como direito a férias, salário mínimo, repouso semanal remunerado e aposentadoria. Em 1966, com Castelo Branco, era instituído o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Sob Médici, em 1973, criava-se o Regulamento das Relações Individuais e Coletivas de Trabalho Rural. As greves que paralisaram a região metropolitana de São Paulo, em 1979, fizeram dos metalúrgicos a grande expressão de um novo sindicalismo, que, entre outras conquistas que ampliaram os benefícios trabalhistas, garantiram a participação dos trabalhadores nos lucros das empresas. Em 2001, após duas décadas seguidas de crise econômica, que f...
No limiar dos anos 90, quando a globalização começava a radicalizar o imperativo da competitividade em todos os mercados, estabelecendo novas imposições à sobrevivência das empresas, o escritor alemão Roberto Kurz, no livro Colapso da Modernização, alertava para um aspecto fundamental: "A concorrência no mercado mundial torna obrigatório um novo padrão de produtividade e qualidade, configurado pela combinação de ciência, tecnologia avançada e grandes investimentos". De fato, as empresas passaram a perseguir padrões de produtividade. Foi um período muito fértil de criatividade e transformação, que exigiu a mobilização e o emprego do conhecimento.

No limiar dos anos 90, quando a globalização começava a radicalizar o imperativo da competitividade em todos os mercados, estabelecendo novas imposições à sobrevivência das empresas, o escritor alemão Roberto Kurz, no livro Colapso da Modernização, alertava para um aspecto fundamental: "A concorrência no mercado mundial torna obrigatório um novo padrão de produtividade e qualidade, configurado pela combinação de ciência, tecnologia avançada e grandes investimentos". De fato, as empresas passaram a perseguir padrões de produtividade. Foi um período muito fértil de criatividade e transformação, que exigiu a mobilização e o emprego do conhecimento.

No limiar dos anos 90, quando a globalização começava a radicalizar o imperativo da competitividade em todos os mercados, estabelecendo novas imposições à sobrevivência das empresas, o escritor alemão Roberto Kurz, no livro Colapso da Modernização, alertava para um aspecto fundamental: "A concorrência no mercado mundial torna obrigatório um novo padrão de produtividade e qualidade, configurado pela combinação de ciência, tecnologia avançada e grandes investimentos". De fato, as empresas passaram a perseguir padrões de produtividade. Foi um período muito fértil de criatividade e transformação, que exigiu a mobilização e o emprego do conhecimento.

No limiar dos anos 90, quando a globalização começava a radicalizar o imperativo da competitividade em todos os mercados, estabelecendo novas imposições à sobrevivência das empresas, o escritor alemão Roberto Kurz, no livro Colapso da Modernização, alertava para um aspecto fundamental: "A concorrência no mercado mundial torna obrigatório um novo padrão de produtividade e qualidade, configurado pela combinação de ciência, tecnologia avançada e grandes investimentos". De fato, as empresas passaram a perseguir padrões de produtividade. Foi um período muito fértil de criatividade e transformação, que exigiu a mobilização e o emprego do conhecimento.

No limiar dos anos 90, quando a globalização começava a radicalizar o imperativo da competitividade em todos os mercados, estabelecendo novas imposições à sobrevivência das empresas, o escritor alemão Roberto Kurz, no livro Colapso da Modernização, alertava para um aspecto fundamental: "A concorrência no mercado mundial torna obrigatório um novo padrão de produtividade e qualidade, configurado pela combinação de ciência, tecnologia avançada e grandes investimentos". De fato, as empresas passaram a perseguir padrões de produtividade. Foi um período muito fértil de criatividade e transformação, que exigiu a mobilização e o emprego do conhecimento.


Com o auxílio do texto IV, julgue os itens subseqüentes, que compõem breve panorama da literatura brasileira.
Típica de uma região colonizada, o que se pode chamar de literatura colonial brasileira é um conjunto de textos variados que, partindo da descrição e informando a respeito da terra, passa pelos escritos de religiosos jesuítas — com destaque para Vieira — e chega ao Barroco; na colônia, a figura de Gregório de Matos, o Boca do Inferno, com sua obra satírica e irreverente, incomoda os poderosos e deles sofre represálias.