“*[...] quanto mais as crianças puderem falar em situações diferentes, como contar o que lhes aconteceu em casa, contar histórias, dar um recado, explicar um jogo ou pedir uma informação, mais poderão desenvolver suas capacidades comunicativas de maneira significativa” (Referencial Curricular Nacional Para a Educação Infantil – RCNEI, 1998, p. 121).
Como se percebe, o documento ressalta a importância de a escola desenvolver, por meio de diferentes metodologias, as capacidades linguísticas da criança mediante a estimulação de sua:
Leia a situação hipotética abaixo.
João, aluno do 1º ano do Ensino Fundamental, demonstra dificuldades em reconhecer algumas letras isoladas, e não consegue identificar rimas ou sons iniciais das palavras, apresenta segmentação silábica, e não distingui fonemas específicos.
Nesse contexto, considerando os estudos sobre consciência fonológica, assinale a alternativa que apresenta atividades eficazes para desenvolver a consciência fonológica de João
A essência do processo de alfabetização é caracterizada pela aquisição da leitura e da escrita. Sabe-se, porém, que esses dois processos evoluem por meio da aquisição da linguagem, que localiza sua gênese na experiência que transforma, a partir das habilidades mentais, estímulos (informações) em ações motoras (fala, escrita...).
Analise as assertivas:
I. O sujeito não adquire primeiro as palavras e depois os significados. A experiência significativa leva-o a interiorizar seu ambiente para começar a compreender as palavras que represe...
Quanto ao processo de construção da escrita, pode-se afirmar que a criança passa pelos seguintes níveis estruturais da linguagem:
Relacione as colunas:
Coluna 1:
1. Nível pré-silábico
2. Nível silábico
3. Nível alfabético
Coluna 2:
...
Há, assim, uma diferença entre saber ler e escrever, ser alfabetizado, e viver na condição ou estado de quem sabe ler e escrever, ser letrado. Ou seja: a pessoa que aprende a ler e a escrever – que se torna alfabetizada – e que passa a fazer uso da leitura e da escrita, a envolver-se nas práticas sociais de leitura e escrita – que se torna letrada – é diferente de uma pessoa que não sabe ler e escrever – é analfabeta – ou, sabendo ler e escrever, não faz uso da leitura e da escrita – é alfabetizada, mas não é letrada, não vive no estado ou condição de quem sabe ler e escrever e pratica a leitura e a escrita.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizont...