Com base em Ferreiro (1993), pode-se afirmar corretamente que a escrita de João apresenta características da escrita
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Q1103813
Em uma escola da rede pública municipal, a professora solicitou ao aluno João (6 anos de idade), em processo de alfabetização, que escrevesse algumas palavras ditadas por ela. Na tentativa de escrever “gato”, o menino acabou escrevendo “gto”; na tentativa de escrever “boneca”, acabou escrevendo “bonca”; e, na tentativa de escrever “peixe”, acabou escrevendo “pece”.
Com base em Ferreiro (1993), pode-se afirmar corretamente que a escrita de João apresenta características da escrita
Com base em Ferreiro (1993), pode-se afirmar corretamente que a escrita de João apresenta características da escrita
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Q1099405
Leia o trecho a seguir sobre a importância da alfabetização espacial no Ensino Básico.
Os dispositivos tecnológicos a que recorremos cotidianamente exigem uma alfabetização espacial. Todos eles representam formas espaciais de ver o mundo e de resolução de problemas cotidianos, e demandam da parte do usuário a habilidade de capturar e comunicar conhecimento na forma de mapa, compreender e reconhecer o mundo visto de cima, reconhecer e interpretar padrões, valorizando a Geografia como base para organizar e descobrir informação, e compreender conceitos básicos como escala e resolução espacial. Juntos, equivalem ao que podemos chamar de alfabetização espacial, um conjunto de habilidades relacionadas ao trabalho e ao raciocínio no mundo espacial.
Traduzido e ...
Os dispositivos tecnológicos a que recorremos cotidianamente exigem uma alfabetização espacial. Todos eles representam formas espaciais de ver o mundo e de resolução de problemas cotidianos, e demandam da parte do usuário a habilidade de capturar e comunicar conhecimento na forma de mapa, compreender e reconhecer o mundo visto de cima, reconhecer e interpretar padrões, valorizando a Geografia como base para organizar e descobrir informação, e compreender conceitos básicos como escala e resolução espacial. Juntos, equivalem ao que podemos chamar de alfabetização espacial, um conjunto de habilidades relacionadas ao trabalho e ao raciocínio no mundo espacial.
Traduzido e ...
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Q1097846
De acordo com a Política Nacional de Alfabetização, quando uma criança ou um adulto analfabeto se dá conta de que os caracteres alfabéticos não são meros sinais gráficos, mas que, individualmente ou em grupo, representam os sons da fala (ou os fonemas da língua, para ser mais exato), essa situação demonstra que a pessoa compreendeu qual dos princípios abaixo destacado?
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Q1097845
Na sequência foram destacadas algumas habilidades que são proporcionadas pelo letramento. No entanto, uma das alternativas refere-se à alfabetização, assinale-a:
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Q1097832
De acordo com o artigo 22 da LDB, “a educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”. Nesse sentido, como são consideradas a alfabetização plena e a formação de leitores?
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Q1094241
A respeito das políticas públicas voltadas para a educação básica, julgue o item subsequente.
Uma das metas do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é a alfabetização de todas as crianças até o final do segundo ano do ensino fundamental.
Uma das metas do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é a alfabetização de todas as crianças até o final do segundo ano do ensino fundamental.
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Q1093923
No que diz respeito ao currículo nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o item que se segue.
O currículo para os anos iniciais do ensino fundamental deve considerar habilidades e competências que desenvolvam o letramento matemático.
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Q1093921
Uma tarde de inverno, estava eu lá, na rua Barão de Itapetininga, mexendo nas estantes de uma livraria. (Não consigo passar por uma sem entrar pra fuçar no meio dos livros. Desde que eu tinha quatro anos de idade — o que já faz muito tempo — livro para mim é a coisa mais gostosa do mundo. A gente nunca sabe que surpresa vai encontrar entre duas capas.)
Pois bem, estava eu ali, muito entretida, examinando os livros, quando de repente senti que alguém me puxava pela manga. Olhei para baixo e vi um menino — um garotinho de uns nove ou dez anos, magrelo, sujinho, de roupa esfarrapada e pé no chão. Eu já ia abrindo a bolsa quando o garoto disse: — Escuta, dona... — O quê? — perguntei. — Dona, me...
Pois bem, estava eu ali, muito entretida, examinando os livros, quando de repente senti que alguém me puxava pela manga. Olhei para baixo e vi um menino — um garotinho de uns nove ou dez anos, magrelo, sujinho, de roupa esfarrapada e pé no chão. Eu já ia abrindo a bolsa quando o garoto disse: — Escuta, dona... — O quê? — perguntei. — Dona, me...
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Q1093920
Uma tarde de inverno, estava eu lá, na rua Barão de Itapetininga, mexendo nas estantes de uma livraria. (Não consigo passar por uma sem entrar pra fuçar no meio dos livros. Desde que eu tinha quatro anos de idade — o que já faz muito tempo — livro para mim é a coisa mais gostosa do mundo. A gente nunca sabe que surpresa vai encontrar entre duas capas.)
Pois bem, estava eu ali, muito entretida, examinando os livros, quando de repente senti que alguém me puxava pela manga. Olhei para baixo e vi um menino — um garotinho de uns nove ou dez anos, magrelo, sujinho, de roupa esfarrapada e pé no chão. Eu já ia abrindo a bolsa quando o garoto disse: — Escuta, dona... — O quê? — perguntei. — Dona, me...
Pois bem, estava eu ali, muito entretida, examinando os livros, quando de repente senti que alguém me puxava pela manga. Olhei para baixo e vi um menino — um garotinho de uns nove ou dez anos, magrelo, sujinho, de roupa esfarrapada e pé no chão. Eu já ia abrindo a bolsa quando o garoto disse: — Escuta, dona... — O quê? — perguntei. — Dona, me...
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Q1093919
Uma tarde de inverno, estava eu lá, na rua Barão de Itapetininga, mexendo nas estantes de uma livraria. (Não consigo passar por uma sem entrar pra fuçar no meio dos livros. Desde que eu tinha quatro anos de idade — o que já faz muito tempo — livro para mim é a coisa mais gostosa do mundo. A gente nunca sabe que surpresa vai encontrar entre duas capas.)
Pois bem, estava eu ali, muito entretida, examinando os livros, quando de repente senti que alguém me puxava pela manga. Olhei para baixo e vi um menino — um garotinho de uns nove ou dez anos, magrelo, sujinho, de roupa esfarrapada e pé no chão. Eu já ia abrindo a bolsa quando o garoto disse: — Escuta, dona... — O quê? — perguntei. — Dona, me...
Pois bem, estava eu ali, muito entretida, examinando os livros, quando de repente senti que alguém me puxava pela manga. Olhei para baixo e vi um menino — um garotinho de uns nove ou dez anos, magrelo, sujinho, de roupa esfarrapada e pé no chão. Eu já ia abrindo a bolsa quando o garoto disse: — Escuta, dona... — O quê? — perguntei. — Dona, me...