Julgue os itens seguintes, relativos a anomalias do desenvolvimento do sistema nervoso.
A malformação de Dandy-Walker decorre da atresia dos forames de Luschka e Magendie, o que resulta em agenesia do vermis cerebelar.
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A malformação de Dandy-Walker decorre da atresia dos forames de Luschka e Magendie, o que resulta em agenesia do vermis cerebelar.
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Excesso de drenagem, síndrome do ventrículo em fenda e ventriculite são complicações da derivação ventriculoperitoneal.
Uma paciente de 47 anos de idade, apresentando um quadro de hipoacusia esquerda associado a tinitus, cefaléia e desequilíbrio de marcha, procurou atendimento médico. O exame neurológico realizado nesse paciente confirmou suas queixas e um exame de ressonância nuclear magnética do crânio mostrou uma imagem de 3 cm de diâmetro, arredondada, localizada no ângulo pontocerebelar (APC) esquerdo, emergindo do poro acústico interno.
A partir do caso clínico acima, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico mais provável nesse caso é de meningeoma do APC.
Uma paciente de 47 anos de idade, apresentando um quadro de hipoacusia esquerda associado a tinitus, cefaléia e desequilíbrio de marcha, procurou atendimento médico. O exame neurológico realizado nesse paciente confirmou suas queixas e um exame de ressonância nuclear magnética do crânio mostrou uma imagem de 3 cm de diâmetro, arredondada, localizada no ângulo pontocerebelar (APC) esquerdo, emergindo do poro acústico interno.
A partir do caso clínico acima, julgue os itens a seguir.
Do ponto de vista histológico, a lesão descrita no caso clínico (considerando a hipótese mais provável) pode ser classificada como meningoteliomatosa, fibroblásica ou transicional.
Uma paciente de 47 anos de idade, apresentando um quadro de hipoacusia esquerda associado a tinitus, cefaléia e desequilíbrio de marcha, procurou atendimento médico. O exame neurológico realizado nesse paciente confirmou suas queixas e um exame de ressonância nuclear magnética do crânio mostrou uma imagem de 3 cm de diâmetro, arredondada, localizada no ângulo pontocerebelar (APC) esquerdo, emergindo do poro acústico interno.
A partir do caso clínico acima, julgue os itens a seguir.
A primeira forma de tratamento indicada para o caso é a radiocirurgia estereotáxica fracionada.
Uma paciente de 47 anos de idade, apresentando um quadro de hipoacusia esquerda associado a tinitus, cefaléia e desequilíbrio de marcha, procurou atendimento médico. O exame neurológico realizado nesse paciente confirmou suas queixas e um exame de ressonância nuclear magnética do crânio mostrou uma imagem de 3 cm de diâmetro, arredondada, localizada no ângulo pontocerebelar (APC) esquerdo, emergindo do poro acústico interno.
A partir do caso clínico acima, julgue os itens a seguir.
A via de abordagem translabiríntica é útil para tumores sem componente intra-canalicular, preservando, usualmente, a audição e proporcionando um amplo campo operatório.
Uma paciente de 47 anos de idade, apresentando um quadro de hipoacusia esquerda associado a tinitus, cefaléia e desequilíbrio de marcha, procurou atendimento médico. O exame neurológico realizado nesse paciente confirmou suas queixas e um exame de ressonância nuclear magnética do crânio mostrou uma imagem de 3 cm de diâmetro, arredondada, localizada no ângulo pontocerebelar (APC) esquerdo, emergindo do poro acústico interno.
A partir do caso clínico acima, julgue os itens a seguir.
A lesão descrita pode ser bilateral na doença de Bourneville.
Em relação aos hematomas subdurais agudos (HSDA) traumáticos, julgue os próximos itens.
Os HSDA ocorrem em 10% a 15% dos pacientes com traumatismo craniencefálico (TCE) grave e resultam, na maioria das vezes, da ruptura de veias que atravessam o espaço entre a superfície cortical e os seios venosos durais.
Em relação aos hematomas subdurais agudos (HSDA) traumáticos, julgue os próximos itens.
O tratamento cirúrgico dos HSDA consiste em drenagem, por meio de pequena craniectomia, centrada no ponto de espessura máxima do hematoma.
Em relação aos hematomas subdurais agudos (HSDA) traumáticos, julgue os próximos itens.
O mecanismo que produz os HSDA também gera, freqüentemente, lesão parenquimatosa, o que piora o prognóstico nesses casos.