Um garoto com 6 anos de idade foi trazido ao prontosocorro com histórico de febre há 4 dias, coriza mucosa, tosse produtiva, odinofagia, vômitos pós-alimentares há 1 dia e dor abdominal. Sua última diurese foi há 2 h. No exame, apresentou desidratação de primeiro para segundo grau, taqui e hiperpneia, com fácies de sofrimento agudo e sede intensa. A saturação de oxigênio estava a 98%.
Com relação a esse caso clínico, julgue os próximos itens.
A avaliação da gravidade do quadro do paciente deve ser feita usando-se os parâmetros do valor de pH e(ou) bicarbonato e do nível de consciência.Um garoto com 6 anos de idade foi trazido ao prontosocorro com histórico de febre há 4 dias, coriza mucosa, tosse produtiva, odinofagia, vômitos pós-alimentares há 1 dia e dor abdominal. Sua última diurese foi há 2 h. No exame, apresentou desidratação de primeiro para segundo grau, taqui e hiperpneia, com fácies de sofrimento agudo e sede intensa. A saturação de oxigênio estava a 98%.
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A hipercalemia leve, habitualmente encontrada em quadros como esse, contraindica o uso de potássio no paciente.Um garoto com 6 anos de idade foi trazido ao prontosocorro com histórico de febre há 4 dias, coriza mucosa, tosse produtiva, odinofagia, vômitos pós-alimentares há 1 dia e dor abdominal. Sua última diurese foi há 2 h. No exame, apresentou desidratação de primeiro para segundo grau, taqui e hiperpneia, com fácies de sofrimento agudo e sede intensa. A saturação de oxigênio estava a 98%.
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A persistência da acidose e da hipercalemia com melhora dos outros parâmetros que devem ser avaliados levanta a suspeita de insuficiência renal aguda, que é uma complicação do quadro em questão.