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Considerando a função do TE na avaliação pós-revascularização miocárdica, julgue os itens de 81 a 85.
Comparando o TE com exames de imagem, uma metanálise demonstrou que a utilização de um método de imagem com estresse, como o ecocardiograma ou a cintilografia de perfusão miocárdica, apresenta melhor especificidade para a detecção de reestenose que o uso do TE isoladamente.
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Julgue o item abaixo, relativo ao TE para avaliação precoce do infarto agudo do miocárdio.
Conforme as II D-TE-SBC, dados derivados de múltiplos estudos envolvendo grande número de pacientes revelam que a realização do TE para avaliação precoce e tardia, após o infarto agudo do miocárdio (IAM) de evolução não complicada, é aceitável, segura e de eficácia e efetividade comprovada. Portanto, nessas condições, o TE está definitivamente recomendado.
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Uma mulher com 76 anos de idade, do lar, dislipidêmica, disse que, há quase três horas, após o almoço, iniciou quadro de náuseas e epigastralgia em queimação, de forte intensidade, com irradiação para o dorso, sem alívio com antiácido, nem com repouso. Em razão da permanência da dor, a paciente procurou a emergência. Ao fazer o exame físico, encontrava-se eupneica e acianótica, com PA: 150 mmHg × 80 mmHg, FC 70 bpm e ritmo cardíaco regular em 2 tempos (B4) sem sopros. A paciente apresentou melhora do quadro após medicação instituída. A dosagem de CK-MB massa e troponina com 12 horas do quadro foi de: cinco e dez vezes o valor normal de referência, respectivamente. Após 24 horas da admissão, apresentou novo episódio de epigastralgia com 25 minutos de duração e melhora após ...
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Uma mulher com 76 anos de idade, do lar, dislipidêmica, disse que, há quase três horas, após o almoço, iniciou quadro de náuseas e epigastralgia em queimação, de forte intensidade, com irradiação para o dorso, sem alívio com antiácido, nem com repouso. Em razão da permanência da dor, a paciente procurou a emergência. Ao fazer o exame físico, encontrava-se eupneica e acianótica, com PA: 150 mmHg × 80 mmHg, FC 70 bpm e ritmo cardíaco regular em 2 tempos (B4) sem sopros. A paciente apresentou melhora do quadro após medicação instituída. A dosagem de CK-MB massa e troponina com 12 horas do quadro foi de: cinco e dez vezes o valor normal de referência, respectivamente. Após 24 horas da admissão, apresentou novo episódio de epigastralgia com 25 minutos de duração e melhora após ...
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Julgue os itens seguintes, acerca da avaliação pós-infarto do miocárdio, tendo como base resultados do TE.
Em um paciente que, no quinto dia de infarto da parede anterior sem reperfusão e com evolução não complicada, apresente ECG com onda Q nas derivações de V1 à V4 e, durante o TE, desenvolva supradesnivelamento do segmento ST nas mesmas derivações descritas, esse supradesnivelamento do segmento ST será exclusivamente devido às anormalidades da contratilidade ventricular (discinesia, acinesia ou presença de zona aneurismática).
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Julgue os itens seguintes, acerca da avaliação pós-infarto do miocárdio, tendo como base resultados do TE.
Baixa tolerância ao esforço tem-se apresentado como o maior marcador prognóstico do TE pós-infarto, permitindo identificar grupos de pacientes com risco quatro vezes maior para eventos cardiovasculares futuros.
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Julgue os itens seguintes, acerca da avaliação pós-infarto do miocárdio, tendo como base resultados do TE.
Os TEs realizados quatro a seis dias após o infarto estratificam os pacientes com o mesmo valor prognóstico dos testes realizados mais tardiamente, 14 a 21 dias após o episódio agudo. No entanto, o TE realizado na primeira semana do evento tem a vantagem de permitir a identificação precoce dos pacientes de maior risco.
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Uma paciente de 23 anos de idade relata ser portadora de febre reumática desde a infância. Refere-se a sensação de fadiga há 1 ano, ora nos esforços habituais, como carregar 3 a 4 sacolas de compras do supermercado, ora no repouso após um dia exaustivo no trabalho. Ela pratica musculação e caminha em um parque da sua cidade quatro vezes por semana, sem apresentar sintomas cardiovasculares. Ao fazer o exame físico, apresenta: PA: 160 mmHg× 60 mmHg, ritmo cardíaco em dois tempos, com sopro diastólico 3+/4 no segundo espaço intercostal, linha hemiclavicular à direita. O eletrocardiograma da paciente revela sobrecarga ventricular esquerda.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
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Uma paciente de 23 anos de idade relata ser portadora de febre reumática desde a infância. Refere-se a sensação de fadiga há 1 ano, ora nos esforços habituais, como carregar 3 a 4 sacolas de compras do supermercado, ora no repouso após um dia exaustivo no trabalho. Ela pratica musculação e caminha em um parque da sua cidade quatro vezes por semana, sem apresentar sintomas cardiovasculares. Ao fazer o exame físico, apresenta: PA: 160 mmHg× 60 mmHg, ritmo cardíaco em dois tempos, com sopro diastólico 3+/4 no segundo espaço intercostal, linha hemiclavicular à direita. O eletrocardiograma da paciente revela sobrecarga ventricular esquerda.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
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Um indivíduo de 63 anos de idade, sedentário e tabagista, procurou o serviço de saúde por insistência dos familiares, porque há vários anos não faz uma avaliação médica. Diz ser assintomático do ponto de vista cardiovascular. No entanto, a acompanhante relata que já o ouviu se queixar de leve vertigem após ter subido dois lances de escada. Ao fazer o exame físico, ele apresenta PA: 130 mmHg × 80 mmHg, ritmo cardíaco em dois tempos, com frêmito e sopro sistólico 3+/4 no quarto espaço intercostal, linha hemiclavicular à esquerda, com irradiação para a região cervical. O eletrocardiograma do paciente revela sobrecarga ventricular esquerda.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.