Acerca da resposta da pressão arterial (PA) durante o TE, julgue os itens subsequentes.
Uma queda de mais de 35 mmHg na PAS, na ausência de queda na PAD, é um sinal típico de disautonomia cardíaca em pacientes com suspeita de cardiopatia isquêmica.
Acerca da resposta da pressão arterial (PA) durante o TE, julgue os itens subsequentes.
Uma queda de mais de 35 mmHg na PAS, na ausência de queda na PAD, é um sinal típico de disautonomia cardíaca em pacientes com suspeita de cardiopatia isquêmica.
Com relação à avaliação da resposta cronotrópica durante teste de esforço, julgue os itens a seguir.
A elevação desproporcional da FC em relação à carga de trabalho imposta é usualmente encontrada em sedentários, em indivíduos muito ansiosos, na distonia neurovegetativa, no hipertireoidismo e em estados anêmicos.
Com relação à avaliação da resposta cronotrópica durante teste de esforço, julgue os itens a seguir.
Conforme as II Diretrizes sobre TE da Sociedade Brasileira de Cardiologia (D-TE-SBC), a incompetência cronotrópica ou dificuldade de ascenso da FC frente ao nível de esforço empregado é corretamente definida como a incapacidade do paciente de elevar a FC a um valor superior a 70% da FC máxima prevista.
Com relação à avaliação da resposta cronotrópica durante teste de esforço, julgue os itens a seguir.
A incompetência cronotrópica pode ser utilizada para predizer a ocorrência de eventos cardíacos fatais e não fatais, apenas em indivíduos com doença coronária conhecida.
Com relação à avaliação da resposta cronotrópica durante teste de esforço, julgue os itens a seguir.
Conforme as II D-TE-SBC, a queda da FC com a progressão do esforço apresenta alta correlação com doença isquêmica, sendo critério absoluto para interrupção do esforço.
Com relação à avaliação da resposta cronotrópica durante teste de esforço, julgue os itens a seguir.
Segundo estudo clássico da literatura, foi demonstrado que o retardo na redução da FC no primeiro minuto pós-teste é preditor de mortalidade, independentemente da severidade angiográfica da doença coronária.
Considerando a função do TE na avaliação pós-revascularização miocárdica, julgue os itens de 81 a 85.
Pacientes no primeiro mês após revascularização completa das artérias epicárdicas, mesmo sem reestenose, podem permanecer com TE positivo, possivelmente por doença microvascular. Isso é mais observado em pacientes diabéticos ou hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda.
Considerando a função do TE na avaliação pós-revascularização miocárdica, julgue os itens de 81 a 85.
Considerando o teorema de Bayes e a detecção de reestenose no TE de rotina nos primeiros seis meses da angioplastia, o número de TEs falsos positivos é provavelmente maior em um grupo de pacientes após angioplastia por balão do que naquele grupo de pacientes após angioplastia com implante de stent convencional.
Considerando a função do TE na avaliação pós-revascularização miocárdica, julgue os itens de 81 a 85.
Ao se comparar o TE com exames de imagem, uma metanálise demonstrou que o TE de rotina, após a cirurgia de revascularização miocárdica, apresenta sensibilidade insatisfatória para a detecção de estenose dos enxertos. No entanto, comparativamente, a utilização de um método de imagem com estresse, como ecocardiograma ou cintilografia de perfusão miocárdica, apresenta melhor sensibilidade e especificidade para a detecção de estenose dos enxertos.
Considerando a função do TE na avaliação pós-revascularização miocárdica, julgue os itens de 81 a 85.
Conforme as II D-TE-SBC, dados derivados de múltiplos estudos envolvendo grande número de pacientes revelam que a realização do TE é recomendável no pré-operatório da cirurgia de revascularização miocárdica, sendo considerado um exame seguro e clinicamente útil.