49871 Q308501
Medicina
Ano: 2012
Banca: Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)

Em pacientes assintomáticos portadores de estenose da artéria carótida, o estudo ACAS (Asymptomatic Carotid Atherosclerosis Study) recomenda:

49872 Q308499
Medicina
Ano: 2012
Banca: Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)

A terapia física complexa (TFC) é o tratamento conservador para o linfedema, Por apresentar bons resultados na maioria dos pacientes é recomendado pela International Society of Lymphology. Esse tratamento consiste em:

49873 Q308481
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

A presença de aneurismas que comprometem a metade distal, ou menos, da aorta descendente e a aorta abdominal distal às artérias renais de acordo com a classificação de Crawford para os aneurismas toracoabdominais correspondem ao Tipo:

49874 Q308479
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

A necrose cística é a causa mais comum de aneurismas de:

49875 Q308477
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

A paralisia da corda vocal ipsislateral é uma complicação potencial da endarterectomia de carótida e se deve à:

49876 Q308475
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

A rotação das vísceras do lado esquerdo para linha média, com exposição de toda extensão da aorta e seus ramos (exceto a artéria renal direita), é conhecida como manobra de:

49877 Q308473
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

Após a confecção cirúrgica de uma fístula radiocefálica, a complicação mais comum é:

49878 Q308471
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

Os aneurismas periféricos mais comuns estão localizados na artéria:

49879 Q308470
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

A arterite de Takayasu é uma arterite primária de causa desconhecida que:

49880 Q308468
Medicina
Ano: 2012
Banca: Universidade Federal Fluminense (FEC / UFF)

A embolia mesentérica aguda se associa mais frequentemente à: