Em quais dentre os itens abaixo enumerados, encontra-se o sítio usual de estase venosa, que favorece a trombose venosa profunda?
Paciente apresenta dermatofibrose, dermatite ocre, eczema crônico e úlcera aberta. Dado esse caso, pergunta-se: em que classe clínica da classificação CEAP o paciente estaria integrado?
Qual é o exame de triagem utilizado em pesquisa genética do fator V de Leiden ?
Sobre a importância, na prática médica, da divisão de trombose venosa profunda (TVP) de membro inferior em distal e proximal, é CORRETO afirmar que:
O protocolo de profilaxia de trombose venosa profunda em doentes cirúrgicos, considerados de alto risco, produzido pelo grupo de elaboração de normas de orientação clínica da SBACV, recomenda para realização desse procedimento:
Paciente apresenta, em membro inferior, um quadro clínico agudo de dor intensa, palidez, parestesias, paralisia e ausência de pulsos. O diagnóstico mais provável desse caso é:
Paciente adulto jovem, do sexo masculino, fumante, com isquemia de membros inferiores, tromboflebite superficial migratória e fenômeno de Raynaud comprometendo os pés e as mãos. Dado esse contexto, o diagnóstico mais provável é:
A claudicação intermitente estática, caracterizada por dor nos músculos glúteos, em que o paciente permanece continuamente em pé, sem andar, descrita por Fernando Duque e S. Kaplan, pode estar presente na:
A recomendação do TASC Working Group para o tratamento de pacientes portadores de doença arterial obstrutiva de membros inferiores, com lesões infrainguinais, com isquemia grau II, categoria 4 da classificação de Rutherford, é:
O TASC Working Group recomenda a terapia endovascular para as lesões infrainguinais, tanto para as estenóticas quanto para as oclusivas, até que limite de extensão?