Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Um homem idoso compareceu a um ambulatório com queixa de dispneia e palpitações. Havia seis meses a dispneia progredira para esforços menores, como no ato de tomar banho, por exemplo. Nos últimos quatro meses, fora internado três vezes, devido a tempestade elétrica. O paciente possui como antecedente patológico cardiopatia chagásica, tratada nos últimos três meses com amiodarona 600 mg, enalapril 20 mg, furosemida 80 mg, espironolactona 25 mg e carvedilol 50 mg (dosagem total diária), além de implante de cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) e terapia de ressincronização cardíaca havia um ano. No exame físico, apresentava-se consciente, com frequência cardíaca de 58 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 92 mmHg × 64 mmHg, saturação de oxigênio d...
Um homem idoso compareceu a um ambulatório com queixa de dispneia e palpitações. Havia seis meses a dispneia progredira para esforços menores, como no ato de tomar banho, por exemplo. Nos últimos quatro meses, fora internado três vezes, devido a tempestade elétrica. O paciente possui como antecedente patológico cardiopatia chagásica, tratada nos últimos três meses com amiodarona 600 mg, enalapril 20 mg, furosemida 80 mg, espironolactona 25 mg e carvedilol 50 mg (dosagem total diária), além de implante de cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) e terapia de ressincronização cardíaca havia um ano. No exame físico, apresentava-se consciente, com frequência cardíaca de 58 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 92 mmHg × 64 mmHg, saturação de oxigênio d...
Um homem idoso compareceu a um ambulatório com queixa de dispneia e palpitações. Havia seis meses a dispneia progredira para esforços menores, como no ato de tomar banho, por exemplo. Nos últimos quatro meses, fora internado três vezes, devido a tempestade elétrica. O paciente possui como antecedente patológico cardiopatia chagásica, tratada nos últimos três meses com amiodarona 600 mg, enalapril 20 mg, furosemida 80 mg, espironolactona 25 mg e carvedilol 50 mg (dosagem total diária), além de implante de cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) e terapia de ressincronização cardíaca havia um ano. No exame físico, apresentava-se consciente, com frequência cardíaca de 58 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 92 mmHg × 64 mmHg, saturação de oxigênio d...
MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
Segundo o algoritmo proposto por Arruda e colaboradores, a via anômala localiza-se provavelmente na parede livre esquerda.MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
O ecocardiograma pode ser utilizado para afastar doença estrutural cardíaca e estimar a localização da via.MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
A mutação no gene PRKAG2 é responsável por essa anormalidade.MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
Considerando-se que a morte súbita pode ser a primeira manifestação da anormalidade apresentada pela paciente, ablação da via anômala por cateter é uma indicação classe I para ela.JSB, masculino, 76 anos de idade, aposentado, branco, viúvo, católico, procedente e natural do Rio de Janeiro, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Dois dias antes, havia se iniciado um quadro de palpitações seguidas de dispneia aos esforços menores que os habituais, que nas últimas quatro horas havia evoluído para dispneia ao repouso. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 171 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 30° e ausculta pulmonar com estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares. O ictus cordis era propulsivo no 5.º EICE linha hemiclavicular, ritmo cardíaco regular em três tempos (presença de quarta bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular. Antec...
JSB, masculino, 76 anos de idade, aposentado, branco, viúvo, católico, procedente e natural do Rio de Janeiro, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Dois dias antes, havia se iniciado um quadro de palpitações seguidas de dispneia aos esforços menores que os habituais, que nas últimas quatro horas havia evoluído para dispneia ao repouso. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 171 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 30° e ausculta pulmonar com estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares. O ictus cordis era propulsivo no 5.º EICE linha hemiclavicular, ritmo cardíaco regular em três tempos (presença de quarta bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular. Antec...
O traçado a seguir é de ritmo sinusal regular com intervalo PR prolongado (bloqueio AV de primeiro grau) de base e revela episódios de bloqueio atrioventricular (AV) de segundo grau tipo 1 além de ectopia atrial não conduzida e episódio de taquicardia atrial paroxística com condução AV variável.

O traçado a seguir revela um bloqueio atrioventricular total ao nível do nó atrioventricular.

O traçado a seguir é compatível com um ritmo sinusal com extrassístoles atriais e bloqueio atrioventricular de primeiro grau.

A respeito desse quadro clínico, e tendo em vista que o paciente apresenta insuficiência cardíaca (IC) congestiva, assinale a alternativa correta.
No caso clínico apresentado, após estabilização do paciente com controle do quadro, efetuou-se otimização da medicação e foram realizados eletrocardiograma e ecocardiograma. Com os resultados obtidos, o paciente foi encaminhado para avaliação, para implante de dispositivos implantáveis ressincronizadores. No que se refere a essa terapia, é correto considerar como indicação classe I a presença de ecocardiograma com fração de ejeção de Homem de 72 anos de idade é admitido em unidade de emergência com histórico de HAS, dislipidemia e diabetes mellitus. Relata quadro doloroso precordial associado a esforços, nos últimos três meses, mas com resolução espontânea. Há cerca de duas horas, iniciou quadro doloroso intenso em precórdio, sem melhora com repouso, que irradiou para membro superior esquerdo, além de dispneia e sudorese. O paciente está em uso de ramipril de 10 mg/dia; AAS 100 de mg/dia e sinvastatina. Refere uso irregular de metformina e glibenclamida interrompido há oito dias. Realizou-se, então, ECG que evidenciou infra de segmento ST de V1 a V4 com inversão de onda T. A avaliação laboratorial não detectou elevação de troponina I e nem de CK-MB massa. Os demais exames mostraram-se sem alterações, à...
Considere hipoteticamente que paciente procura emergência com queixa de astenia e adinamia nas últimas 24 horas. Ele informa ser portador de hipertensão arterial sistêmica e relata que, após conversa com amigos, decidiu trocar a medicação diurética, ocasião em que iniciou diurético de alça. Desde a mudança, o paciente percebeu redução do peso da ordem de 1,6 kg na última semana.
Com base no quadro descrito por esse paciente, foram realizados exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG), e os resultados esperados são
Homem de 56 anos de idade, com constatação de diabete mellitus aos 46 anos, já havia recebido o diagnóstico de hipertensão dois anos antes. Desde esse diagnóstico, ele interrompeu o uso de bebidas alcoólicas e iniciou atividade física regular. Obteve controle pressórico observado em MAPA, redução da glicemia com HbA1 controlada e LDL em 100 mg/dL nos últimos anos. Está em uso de enalapril e metformina desde o diagnóstico. Observou-se redução da capacidade física no último ano, com limitação para esforços. O ecocardiograma identificou função sistólica deprimida, sem deficit contrátil segmentar, que indicou a necessidade de encaminhamento ao cardiologista para avaliação.
Nesse caso hipotético, o paciente deverá ser submetido a
Com base no caso clínico descrito, a respeito das doenças da aorta, assinale a alternativa correta.
No caso clínico apresentado, o paciente deverá ser orientado a realizar Portadora de prótese mecânica mitral com implante aos 22 anos de idade, determinada mulher evoluiu com amenorreia, e uma ultrassonografia confirmou gestação tópica de seis semanas. A paciente, então, procurou a unidade de cardiologia para obter informações relacionadas a risco e medidas a serem tomadas.
Quanto à orientação para a paciente desse caso clínico hipotético, assinale a alternativa correta.
Paciente de 32 anos de idade, sedentário, tabagista desde os 18 anos, foi admitido em serviço de urgência com relato de taquicardia, associada a pré-síncope, durante jogo de futebol A equipe de transporte médico realizou eletrocardiograma do paciente, com os seguintes resultados:

Nessa situação hipotética, pela sequência de exames efetuados e pelo quadro clínico desse paciente, recomenda-se
Mulher de 22 anos de idade é admitida com dor precordial após quadro gripal. Ao exame, observou-se atrito pericárdico com ecocardiograma, confirmando-se pericardite.
Nesse caso clínico hipotético, no que se refere ao tratamento dessa paciente, é correto afirmar que se deve utilizar
No caso apresentado, em relação ao manejo clínico da FA, o (a)
Ao se propor prevenção de eventos tromboembólicos para a paciente do caso clínico descrito, deve-se considerar que Uma paciente de sessenta anos de idade apresentou uma lesão eritematosa, pruriginosa e descamativa em um dos mamilos que posteriormente se alastrou para a aréola em um período de aproximadamente três semanas. No exame clínico, ela não apresentava nódulo palpável e a expressão mamilar era negativa.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
A realização de mamografia é imprescindível nas lesões eczematosas mamilares, mesmo na ausência de massa palpável subjacente.