Considere três pacientes com as seguintes características
Paciente I: tabagismo de 70 maços-ano.
Paciente II: índice de massa corpórea de 51 kg/m2.
Paciente III: hemograma com 10% de eosinófilos.
E os seguintes achados laboratoriais (LAB) sendo GAaO2 o gradiente alvéolo-arterial de oxigênio.
LAB 1: hipercapnia com GAaO2 próximo do normal.
LAB 2: hipercapnia com GAaO2 aumentado.
LAB 3: hipocapnia com GAaO2 aumentado.
As correspondências mais prováveis são:
Considere em pacientes com crise asmática, os três perfis de gasometria abaixo.
I. pH > 7,45 e pCO2 baixo.
II. pH = 7,40, bicarbonato e pCO2 baixos.
III. pH = 7,35 e pCO2 normal.
Risco iminente de falência respiratória, crise em fase inicial e crise prolongada correspondem correta e respectivamente a:
Considere três pacientes com as seguintes características:
Paciente I: homem idoso, tabagista.
Paciente II: síndrome de Marfan.
Paciente III: arterite de Takayasu.
Inflamação proximal dos ramos da aorta, aneurisma de aorta ascendente mais escoliose e aneurisma de aorta abdominal correspondem, correta e respectivamente a:
Um homem de 86 anos de idade, previamente assintomático, foi atendido no ambulatório com quadro de síncope. Ele teve dois episódios de síncope enquanto estava em pé, sem relação com atividade física, sem liberação esfincteriana e sem pródromos. Em ambas as situações, ele recuperou a consciência rapidamente, sem período pós ictal ou sequelas. Antecedentes patológicos: hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia 20 anos, tratada atualmente com lisinopril 20 mg ao dia. História patológica familiar: irmão com HAS. Hábitos de vida saudáveis. História socioeconômica satisfatória. Ao exame físico, apresentava-se consciente, orientado e com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 99 bpm, pressão arterial de 141 mmHg × 78 mmHg. O ictus cordis e os pulsos carotídeos ...
Um homem de 86 anos de idade, previamente assintomático, foi atendido no ambulatório com quadro de síncope. Ele teve dois episódios de síncope enquanto estava em pé, sem relação com atividade física, sem liberação esfincteriana e sem pródromos. Em ambas as situações, ele recuperou a consciência rapidamente, sem período pós ictal ou sequelas. Antecedentes patológicos: hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia 20 anos, tratada atualmente com lisinopril 20 mg ao dia. História patológica familiar: irmão com HAS. Hábitos de vida saudáveis. História socioeconômica satisfatória. Ao exame físico, apresentava-se consciente, orientado e com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 99 bpm, pressão arterial de 141 mmHg × 78 mmHg. O ictus cordis e os pulsos carotídeos ...
Um homem de 86 anos de idade, previamente assintomático, foi atendido no ambulatório com quadro de síncope. Ele teve dois episódios de síncope enquanto estava em pé, sem relação com atividade física, sem liberação esfincteriana e sem pródromos. Em ambas as situações, ele recuperou a consciência rapidamente, sem período pós ictal ou sequelas. Antecedentes patológicos: hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia 20 anos, tratada atualmente com lisinopril 20 mg ao dia. História patológica familiar: irmão com HAS. Hábitos de vida saudáveis. História socioeconômica satisfatória. Ao exame físico, apresentava-se consciente, orientado e com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 99 bpm, pressão arterial de 141 mmHg × 78 mmHg. O ictus cordis e os pulsos carotídeos ...
Um homem de 86 anos de idade, previamente assintomático, foi atendido no ambulatório com quadro de síncope. Ele teve dois episódios de síncope enquanto estava em pé, sem relação com atividade física, sem liberação esfincteriana e sem pródromos. Em ambas as situações, ele recuperou a consciência rapidamente, sem período pós ictal ou sequelas. Antecedentes patológicos: hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia 20 anos, tratada atualmente com lisinopril 20 mg ao dia. História patológica familiar: irmão com HAS. Hábitos de vida saudáveis. História socioeconômica satisfatória. Ao exame físico, apresentava-se consciente, orientado e com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 99 bpm, pressão arterial de 141 mmHg × 78 mmHg. O ictus cordis e os pulsos carotídeos ...
Durante a realização de cateterismo cardíaco em paciente com diagnóstico de comunicação interventricular, a razão de fluxo pulmonar/sistêmico (Qp/Qs) pode ser calculada por meio da seguinte fórmula:

em que Qp = fluxo pulmonar; Qs = fluxo sistêmico;
SAO2 = saturação de oxigênio no sangue arterial sistêmico;
MVO2 = saturação de oxigênio no sangue venoso misto;
PVO2 = saturação de oxigênio no sangue venoso pulmonar;
PAO2 = saturação de oxigênio no sangue arterial pulmonar.
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Um homem idoso compareceu a um ambulatório com queixa de dispneia e palpitações. Havia seis meses a dispneia progredira para esforços menores, como no ato de tomar banho, por exemplo. Nos últimos quatro meses, fora internado três vezes, devido a tempestade elétrica. O paciente possui como antecedente patológico cardiopatia chagásica, tratada nos últimos três meses com amiodarona 600 mg, enalapril 20 mg, furosemida 80 mg, espironolactona 25 mg e carvedilol 50 mg (dosagem total diária), além de implante de cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) e terapia de ressincronização cardíaca havia um ano. No exame físico, apresentava-se consciente, com frequência cardíaca de 58 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 92 mmHg × 64 mmHg, saturação de oxigênio d...
Um homem idoso compareceu a um ambulatório com queixa de dispneia e palpitações. Havia seis meses a dispneia progredira para esforços menores, como no ato de tomar banho, por exemplo. Nos últimos quatro meses, fora internado três vezes, devido a tempestade elétrica. O paciente possui como antecedente patológico cardiopatia chagásica, tratada nos últimos três meses com amiodarona 600 mg, enalapril 20 mg, furosemida 80 mg, espironolactona 25 mg e carvedilol 50 mg (dosagem total diária), além de implante de cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) e terapia de ressincronização cardíaca havia um ano. No exame físico, apresentava-se consciente, com frequência cardíaca de 58 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 92 mmHg × 64 mmHg, saturação de oxigênio d...
Um homem idoso compareceu a um ambulatório com queixa de dispneia e palpitações. Havia seis meses a dispneia progredira para esforços menores, como no ato de tomar banho, por exemplo. Nos últimos quatro meses, fora internado três vezes, devido a tempestade elétrica. O paciente possui como antecedente patológico cardiopatia chagásica, tratada nos últimos três meses com amiodarona 600 mg, enalapril 20 mg, furosemida 80 mg, espironolactona 25 mg e carvedilol 50 mg (dosagem total diária), além de implante de cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) e terapia de ressincronização cardíaca havia um ano. No exame físico, apresentava-se consciente, com frequência cardíaca de 58 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 92 mmHg × 64 mmHg, saturação de oxigênio d...
MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
Segundo o algoritmo proposto por Arruda e colaboradores, a via anômala localiza-se provavelmente na parede livre esquerda.MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
O ecocardiograma pode ser utilizado para afastar doença estrutural cardíaca e estimar a localização da via.MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
A mutação no gene PRKAG2 é responsável por essa anormalidade.MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
Considerando-se que a morte súbita pode ser a primeira manifestação da anormalidade apresentada pela paciente, ablação da via anômala por cateter é uma indicação classe I para ela.JSB, masculino, 76 anos de idade, aposentado, branco, viúvo, católico, procedente e natural do Rio de Janeiro, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Dois dias antes, havia se iniciado um quadro de palpitações seguidas de dispneia aos esforços menores que os habituais, que nas últimas quatro horas havia evoluído para dispneia ao repouso. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 171 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 30° e ausculta pulmonar com estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares. O ictus cordis era propulsivo no 5.º EICE linha hemiclavicular, ritmo cardíaco regular em três tempos (presença de quarta bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular. Antec...
JSB, masculino, 76 anos de idade, aposentado, branco, viúvo, católico, procedente e natural do Rio de Janeiro, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Dois dias antes, havia se iniciado um quadro de palpitações seguidas de dispneia aos esforços menores que os habituais, que nas últimas quatro horas havia evoluído para dispneia ao repouso. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 171 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 30° e ausculta pulmonar com estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares. O ictus cordis era propulsivo no 5.º EICE linha hemiclavicular, ritmo cardíaco regular em três tempos (presença de quarta bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular. Antec...
O traçado a seguir é de ritmo sinusal regular com intervalo PR prolongado (bloqueio AV de primeiro grau) de base e revela episódios de bloqueio atrioventricular (AV) de segundo grau tipo 1 além de ectopia atrial não conduzida e episódio de taquicardia atrial paroxística com condução AV variável.

O traçado a seguir revela um bloqueio atrioventricular total ao nível do nó atrioventricular.

O traçado a seguir é compatível com um ritmo sinusal com extrassístoles atriais e bloqueio atrioventricular de primeiro grau.

A respeito desse quadro clínico, e tendo em vista que o paciente apresenta insuficiência cardíaca (IC) congestiva, assinale a alternativa correta.
No caso clínico apresentado, após estabilização do paciente com controle do quadro, efetuou-se otimização da medicação e foram realizados eletrocardiograma e ecocardiograma. Com os resultados obtidos, o paciente foi encaminhado para avaliação, para implante de dispositivos implantáveis ressincronizadores. No que se refere a essa terapia, é correto considerar como indicação classe I a presença de ecocardiograma com fração de ejeção de Homem de 72 anos de idade é admitido em unidade de emergência com histórico de HAS, dislipidemia e diabetes mellitus. Relata quadro doloroso precordial associado a esforços, nos últimos três meses, mas com resolução espontânea. Há cerca de duas horas, iniciou quadro doloroso intenso em precórdio, sem melhora com repouso, que irradiou para membro superior esquerdo, além de dispneia e sudorese. O paciente está em uso de ramipril de 10 mg/dia; AAS 100 de mg/dia e sinvastatina. Refere uso irregular de metformina e glibenclamida interrompido há oito dias. Realizou-se, então, ECG que evidenciou infra de segmento ST de V1 a V4 com inversão de onda T. A avaliação laboratorial não detectou elevação de troponina I e nem de CK-MB massa. Os demais exames mostraram-se sem alterações, à...
Considere hipoteticamente que paciente procura emergência com queixa de astenia e adinamia nas últimas 24 horas. Ele informa ser portador de hipertensão arterial sistêmica e relata que, após conversa com amigos, decidiu trocar a medicação diurética, ocasião em que iniciou diurético de alça. Desde a mudança, o paciente percebeu redução do peso da ordem de 1,6 kg na última semana.
Com base no quadro descrito por esse paciente, foram realizados exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG), e os resultados esperados são
Homem de 56 anos de idade, com constatação de diabete mellitus aos 46 anos, já havia recebido o diagnóstico de hipertensão dois anos antes. Desde esse diagnóstico, ele interrompeu o uso de bebidas alcoólicas e iniciou atividade física regular. Obteve controle pressórico observado em MAPA, redução da glicemia com HbA1 controlada e LDL em 100 mg/dL nos últimos anos. Está em uso de enalapril e metformina desde o diagnóstico. Observou-se redução da capacidade física no último ano, com limitação para esforços. O ecocardiograma identificou função sistólica deprimida, sem deficit contrátil segmentar, que indicou a necessidade de encaminhamento ao cardiologista para avaliação.
Nesse caso hipotético, o paciente deverá ser submetido a