Questões sobre Doenças

  • A.

    1,3,2.

  • B.

    1,2,3.

  • C.

    3,1,2.

  • D.

    3,2,1.

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Em relação às doenças sexualmente transmissíveis e à AIDS, assinale a opção correta.

  • A.

    A gonorreia é uma doença infecciosa causada por um vírus do tipo espiroqueta, chamado Chlamyidia trachomatis.

  • B.

    O diagnóstico do cancro mole é feito a partir da visualização de roséolas e verrugas.

  • C.

    A ocorrência de infecção pelo HPV (papilomavírus humano) não aumenta os riscos de desenvolvimento de câncer do colo uterino.

  • D.

    A sífilis é causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode atingir qualquer tecido ou órgão e tende a evoluir cronicamente.

  • E.

    O conjunto de anti-inflamatórios popularmente conhecido como coquetel melhorou o prognóstico para doentes com AIDS.

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Condiloma acuminado, também conhecido como verruga genital, é uma doença sexualmente transmissível. Acerca desse assunto, assinale a opção correta.

  • A.

    Em uma primeira fase de manifestação do condiloma acuminado, ocorre a presença do cancro duro, reconhecido como uma lesão rosada, endurecida e pouco dolorida.

  • B.

    A principal forma de transmissão do condiloma acuminado é sexual, não havendo risco de transmissão ao bebê durante o parto.

  • C.

    Atualmente, existe vacina para a prevenção do condiloma acuminado, entretanto a duração exata da imunidade conferida por ela ainda não foi determinada.

  • D.

    As principais queixas de pacientes portadores de condiloma acuminado que buscam o serviço médico são o aparecimento de pústulas doloridas e prurido imediatamente após o contágio.

  • E.

    Devido à desordem causada pelo HPV, todas as mulheres portadoras de condiloma acuminado terão câncer cervical em virtude da resistência das cepas existentes e capacidade de diferenciação no tecido epitelial do útero.

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Especialistas consideram que uma parcela significativa de pessoas infectadas pelo vírus HIV conviva com ele sem nunca ter realizado testagem, desconhecendo, portanto, que seja portadora da doença. Acerca desse assunto e de aspectos relacionados à contaminação HIV/AIDS, assinale a opção correta.

  • A.

    Nas relações sexuais protegidas, o risco de se infectar pelo HIV é ainda bastante elevado.

  • B.

    Apesar da tecnologia disponível no mundo, a testagem para HIV/AIDS no Brasil ainda se apresenta onerosa para a população, sendo disponibilizada gratuitamente a testagem rápida apenas para crianças, idosos e gestantes.

  • C.

    A janela imunológica pode durar de trinta a cento e vinte dias. Assim, quando um usuário procurar o serviço hospitalar, é importante informá-lo que ele poderá infectar outras pessoas se estiver ou suspeitar estar nessa condição, reforçando-lhe a recomendação quanto às relações sexuais com o uso de preservativo e o não compartilhamento de seringas.

  • D.

    Filhos de pais HIV soropositivos não poderão ser vacinados contra a tuberculose e hepatite B, a fim de evitar exposições desnecessárias a um sistema imunológico em condição especial de desenvolvimento.

  • E.

    Enquanto não houver vacina contra o HIV, recomenda-se o uso da profilaxia pré-exposição sexual como prevenção da contaminação do HIV. Esse é um método seguro, desde que seja utilizado em dose única e sob prescrição médica.

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Assinale a opção em que são apresentadas as manifestações clínicas da infecção causada pelo agente Trichomonas vaginalis.

  • A.

    prurido vulvovaginal, corrimento branco, grumoso, com aspecto caseoso, acompanhado de fissuras e maceração da pele

  • B.

    secreção vaginal amarelada, acompanhada de lesões exofíticas (crista de galo), dor pélvica intensa e polaciúria

  • C.

    secreção vaginal em pequena quantidade, com odor assemelhado a odor de peixe, associada a sintomas de poliúria

  • D.

    prurido, dor, área infectada edemaciada e lesões vesiculares que coalescem em formato de crosta

  • E.

    secreção vaginal abundante, espumosa, de coloração amarelada a amarelo-esverdeada, irritativa, de odor fétido, acompanhada de sintomas urinários e hiperemia de mucosa

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A respeito da tuberculose, assinale a opção correta.

  • A.

    A vacinação BCG na infância é eficiente no combate à tuberculose; entretanto, a baixa adesão da população a esse procedimento e o aumento do número de crianças com HIV positivo, que têm contraindicação absoluta de tomar a vacina, são os fatores responsáveis pelo incremento de casos em crianças, adolescentes e adultos saudáveis.

  • B.

    Entre as estratégias de controle da tuberculose, a busca ativa em indivíduos sintomáticos respiratórios é prevista apenas no nível da atenção básica. A busca ocorre por meio da identificação dos casos suspeitos na visita trimestral da população adscrita para cada equipe.

  • C.

    O sintoma mais comum dessa doença em sua forma pulmonar é a hemoptise.

  • D.

    O teste anti-HIV deverá ser obrigatório para o paciente com diagnóstico confirmado de tuberculose.

  • E.

    Entre as diversas competências previstas para o controle da tuberculose no nível da atenção básica, encontram-se as ações relativas ao controle diário de faltosos, podendo-se utilizar de estratégias como a visita domiciliar e o contato telefônico ou pelo correio, para evitar o abandono do tratamento.

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Acerca da hanseníase, assinale a opção correta.

  • A.

    Em gestantes, o esquema de tratamento em ambulatório ou unidade básica de saúde preconiza o acompanhamento mensal nas consultas de pré-natal, a visita domiciliar quando houver suspeita de descontinuidade do tratamento e a certificação de que a cartela de PQT contém tiacetazona em vez de rifampicina.

  • B.

    O bacilo morto do agente etiológico da hanseníase ainda possui capacidade de infectar outras pessoas, de modo que o paciente deve ser orientado a não interromper o tratamento antes de resultados laboratoriais que comprovem a diminuição do número de bacilos ativos em até 80%.

  • C.

    O tratamento preconizado pela OMS para hanseníase é a poliquimioterapia associada a rifampicina, pirazinamida e rifapentina. Os ajustes da dose devem ser feitos conforme peso e a altura do paciente, devendo-se ainda considerar a tipologia da doença, sendo imprescindível a orientação ao paciente no momento da entrega da cartela de PQT.

  • D.

    O bacilo Calymmatobacterium granulomatis, responsável pela transmissão da doença, tem alto poder de infectividade.

  • E.

    É comum se associar o tamanho das lesões e a perda de tecido ocasionados pela hanseníase à ausência de dor. Entretanto, os profissionais deverão atentar para o fato de que existem diferentes manifestações e tipos da doença, que podem associar-se tanto à presença de dor quanto à perda de sensibilidade (sensitiva, motora e autonômica).

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Uma pessoa com hanseníase apresenta, aproximadamente, oito lesões cutâneas ao longo do corpo e tem baciloscopia positiva para esta doença. Visando o tratamento desta pessoa com poliquimioterapia, a mesma recebe uma classificação operacional. Nesta situação, é possível verificar que esta pessoa é classificada como
  • A. paciente paucibacilar.
  • B. paciente hansênico tipo I.
  • C. portador de hanseníase neural pura.
  • D. paciente multibacilar.
  • E. portador de eritema nodoso hansênico.
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A Secretaria de Vigilância em Saúde MS (2013) estabelece as diferenças programáticas da TB e HIV/AIDS, segundo a cultura, o conceito e os valores de cada um deles, baseando-se nas características específicas dos mesmos. As respectivas características para AIDS e TB, constam em
  • A.
  • B.

  • C.
  • D.
  • E.
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Um indivíduo infectado pelo HIV, em uso de terapia antirretroviral e com suspeita de tuberculose, é submetido à prova tuberculínica, apresentando enduração de 2 mm em antebraço esquerdo. Nesta situação, dentre outros, é recomendável
  • A. introduzir a quimioprofilaxia, pois a prova tuberculínica, isoladamente, é suficiente para o diagnóstico da tuberculose doença.
  • B. iniciar, imediatamente, a quimioprofilaxia com isoniazida, por este indivíduo apresentar infecção latente.
  • C. fazer o teste após dois meses do início da terapia antirretroviral, por este indivíduo estar em recuperação imune.
  • D. refazer o teste em 72 horas para confirmação do diagnóstico de tuberculose ativa, para iniciar a quimioprofilaxia com isoniazida.
  • E. fazer o teste seis meses após o início da terapia antirretroviral, devido à possibilidade de restauração da resposta tuberculínica.
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