O assistente social, ao atuar na intermediação entre as demandas da população usuária e o acesso aos serviços sociais, coloca-se na linha de intersecção das esferas pública e privada, como um dos agentes pelo qual o Estado intervém no espaço doméstico dos conflitos, presentes no cotidiano das relações sociais. M. V. Iamamoto. Serviço social em tempo de capital fetiche. In: Capital financeiro, trabalho e questão social.

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