Sexo, raça, preferência sexual, nacionalidade, idade são alguns dos elementos que compõem a diversidade cultural presente nas organizações, e são fontes, na maioria das vezes, de preconceitos e conflitos que dificultam a integração e produção organizacional. Segundo Torres & Pérez-Neha, in Zanelli et alli (2002), para enfrentar este desafio é necessária a adoção de programas e estratégias organizacionais que estimulem a tolerância e:
Segundo Robbins (2002), a percepção geral que os membros de uma organização fazem do grau de tolerância ao risco existente, da ênfase atribuída ao trabalho em equipe ou do desempenho individual e/ou coletivo são elementos constitutivos do fenômeno denominado:
Um dos maiores desafios para as organizações tem sido lidar com os problemas de motivação de seus integrantes, principalmente dos que ganham salários baixos e têm poucas oportunidades de aumentar seus rendimentos, mesmo com as promoções. Segundo Robbins (2002), algumas experiências recentes apontam para resultados positivos alcançados por intermédio de estratégias que procuram investir nas demandas destes funcionários, tais como:
Segundo Davis & Newstrom (1992), os programas de qualidade de vida no trabalho devem basear-se no diagnóstico obtido através da análise de alguns elementos que compõem as dimensões essenciais do trabalho. Entre essas informações encontra-se a análise das percepções que o trabalhador faz da relação entre aquilo que executa e o produto final realizado pelo setor/organização, denominado:
Segundo Muchinsky (2004), a estratégia de treinamento na qual o novo funcionário é tutorado, durante um longo tempo, por um funcionário mais experiente denomina-se
Segundo Muchinsky (2004), uma das iniciativas de intervenção contra estresse no campo organizacional são os:
Segundo Zimerman (2000), os grupos operativos institucionais podem ser utilizados para resolver, nas organizações, problemas relacionados à:
Segundo Robbins & Finley (1997), a confiança desgastada nos líderes de equipes é uma das dificuldades mais freqüentes que impedem as equipes de funcionar. Entre as estratégias para conquistar a confiança, sugerem:
Segundo Robbins & Finley (1997), existe uma certa incoerência quanto às expectativas que as organizações nutrem em relação ao trabalho em equipe e às práticas utilizadas para reconhecimento e recompensas, cuja ênfase é eminentemente individualista. Embora alguns estudiosos afirmem que as equipes não deveriam decidir sobre seu próprio sistema de recompensas, as experiências têm demonstrado que vale a pena atribuir às equipes algumas responsabilidades, entre estas a de definir as formas de:
Segundo Robbins (2002), um dos atributos mais estudados e considerados hoje em dia e que constitui a base da liderança é a: