Banca:
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Acerca dessa manifestação evolutiva do paciente em questão, julgue os itens subseqüentes.
O uso intravenoso de furosemida é importante nessa emergência devido a sua ação bifásica — venodilatação imediata (nos primeiros 5 min) seguida de diurese (pico de efeito 30 min e 60 min).
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Acerca dessa manifestação evolutiva do paciente em questão, julgue os itens subseqüentes.
A análise do quadro clínico e das variáveis laboratoriais fornecidas permite concluir que o paciente está apresentando uma insuficiência respiratória do tipo II, por hipoventilação alveolar.
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Acerca dessa manifestação evolutiva do paciente em questão, julgue os itens subseqüentes.
Nessa situação clínica, está plenamente indicado o suporte ventilatório não-invasivo usando o modo ventilatório CPAP (continuous positive airway pressure).
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Acerca dessa manifestação evolutiva do paciente em questão, julgue os itens subseqüentes.
A ventilação mecânica invasiva, especialmente com pressão expiratória final positiva (PEEP), está contra-indicada nessa situação clínica, pois pode acarretar aumento da pós-carga de trabalho do ventrículo esquerdo e redução da pré-carga de trabalho para o ventrículo direito, piorando o perfil hemodinâmico.
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Uma mulher de 22 anos de idade, procedente de zona rural, que procurou atendimento ambulatorial com queixas de dificuldade respiratória, estridor e rouquidão, intensa prostração, há dois dias tem apresentado febre (37-38 ºC), dor de garganta leve e dificuldade de deglutição. Ela negou doenças anteriores, relatou somente ter recebido vacina contra meningite. O exame clínico mostrou: temperatura axilar = 38 ºC, freqüência cardíaca = 100 bpm, paciente toxemiada, prostrada, em regular estado geral, com pescoço taurino. Na rinofaringe, observou-se extensa placa branco-acinzentada aderente à parede posterior da faringe, epiglote e região subepiglótica. Sem outras alterações clínicas. A partir da investigação diagnóstica, fez-se o diagnóstico de difteria.
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Uma mulher de 22 anos de idade, procedente de zona rural, que procurou atendimento ambulatorial com queixas de dificuldade respiratória, estridor e rouquidão, intensa prostração, há dois dias tem apresentado febre (37-38 ºC), dor de garganta leve e dificuldade de deglutição. Ela negou doenças anteriores, relatou somente ter recebido vacina contra meningite. O exame clínico mostrou: temperatura axilar = 38 ºC, freqüência cardíaca = 100 bpm, paciente toxemiada, prostrada, em regular estado geral, com pescoço taurino. Na rinofaringe, observou-se extensa placa branco-acinzentada aderente à parede posterior da faringe, epiglote e região subepiglótica. Sem outras alterações clínicas. A partir da investigação diagnóstica, fez-se o diagnóstico de difteria.
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Uma mulher de 22 anos de idade, procedente de zona rural, que procurou atendimento ambulatorial com queixas de dificuldade respiratória, estridor e rouquidão, intensa prostração, há dois dias tem apresentado febre (37-38 ºC), dor de garganta leve e dificuldade de deglutição. Ela negou doenças anteriores, relatou somente ter recebido vacina contra meningite. O exame clínico mostrou: temperatura axilar = 38 ºC, freqüência cardíaca = 100 bpm, paciente toxemiada, prostrada, em regular estado geral, com pescoço taurino. Na rinofaringe, observou-se extensa placa branco-acinzentada aderente à parede posterior da faringe, epiglote e região subepiglótica. Sem outras alterações clínicas. A partir da investigação diagnóstica, fez-se o diagnóstico de difteria.
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Uma mulher de 22 anos de idade, procedente de zona rural, que procurou atendimento ambulatorial com queixas de dificuldade respiratória, estridor e rouquidão, intensa prostração, há dois dias tem apresentado febre (37-38 ºC), dor de garganta leve e dificuldade de deglutição. Ela negou doenças anteriores, relatou somente ter recebido vacina contra meningite. O exame clínico mostrou: temperatura axilar = 38 ºC, freqüência cardíaca = 100 bpm, paciente toxemiada, prostrada, em regular estado geral, com pescoço taurino. Na rinofaringe, observou-se extensa placa branco-acinzentada aderente à parede posterior da faringe, epiglote e região subepiglótica. Sem outras alterações clínicas. A partir da investigação diagnóstica, fez-se o diagnóstico de difteria.
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