15501 Q414961
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

A alternativa em que palavras indicadas entre parênteses possuem sentido fundamentalmente diverso do sentido daquela que se pôs em negrito no texto é:

15502 Q414958
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Os trechos em negrito nos enunciados abaixo, após sinal de dois pontos, têm como objetivo esclarecer o sentido de palavra ou expressão usada no texto. O único do qual NÃO se pode depreender esse objetivo é:

15503 Q414955
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Na passagem “a carne pode (e deve) ser trabalhada como uma imagem, para ser exibida e observada” (6º §), os verbos auxiliares poder e dever estão empregados para mostrar, respectivamente, que o conteúdo da proposição em que se acham deve ser entendido como:

15504 Q414953
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

No trecho “com o semblante altivo, ostentam suas figuras como os frutos vitoriosos de uma abnegação que todos deveríamos emular” (5º §), o valor significativo do termo como é o mesmo que se observa na frase:

15505 Q414950
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Na frase “Afinal, os desfiles são isso: festivais de corpos modelos”, a concordância empregada para o verbo ser foi feita como na seguinte passagem de autor do modernismo brasileiro:

15506 Q414947
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Na defesa do ponto de vista de que a caminhada é um dos prazeres que redescobre quem chega à maturidade, o autor do texto usou inúmeros argumentos. Analise as afirmações abaixo sobre os argumentos usados pelo autor.

I - Por estar na ordem do dia, a caminhada é um excelente e acessível exercício físico, além de fonte de encantamento, com milhões de entusiasmados adeptos por esse mundo afora.

II - O ser humano passou a caminhar desde que se tornou bípede, postura que lhe acarretou uma profunda transformação, a ponto de o diferenciar de outros primatas.

III - A postura bípede de ca...

15507 Q414944
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Na conclusão do texto (8º §), o autor afirma: “Como os navegadores, estamos em busca do novo, do surpreendente”. Para os navegadores lusos, o novo significava o oceano transposto, a terra nova descoberta. Para o autor, o novo pode ser descoberto numa paisagem familiar, ou nos devaneios, nas meditações, enquanto se caminha. Para ele, o novo significa:

15508 Q414942
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

O vocábulo mesmo, nos trechos “Mesmo porque esta sempre se associou a passagens transcendentes da história da humanidade” ((2º §) / “mesmo em viagem, não deixo de levar tênis, bermuda e camiseta” (5º §) / “Partilhamos o mesmo prazer” (7º §) / “mas nada mesmo, deve deter um caminhante” (7º §), pode ser substituído, sem alteração de sentido, respectivamente, por:

15509 Q414939
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Na passagem “e explica por que Rousseau foi uma espécie de precursor do moderno movimento ecológico”, o termo em negrito aprece grafado com as formas separadas. Considerando-se que o termo em negrito apresenta quatro grafias distintas em português, pode-se afirmar que está INCORRETA a frase:

15510 Q414936
Língua Portuguesa
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

No texto, observam-se três ocorrências do vocábulo aliás, importante para as relações de coesão textual: “Que, aliás, está na ordem do dia” (1º §) / “o que, aliás, acarretou uma profunda transformação na espécie” (2º §) / “Aliás, caminhar é uma grande maneira de conhecer um lugar novo” (6º §). Considerando-se a variada polissemia do vocábulo, pode-se afirmar que: