De acordo com os registros das Centrais Elétricas Brasileiras S. A. (Eletrobrás), o potencial hidrelétrico brasileiro está estimado em aproximadamente 260 GW, sendo que apenas 63% deste potencial foram inventariados e 24% foram desenvolvidos. As regiões brasileiras que apresentam, respectivamente, o maior potencial hidrelétrico (inventariado ou não) e o maior consumo de energia elétrica são:
A produção de petróleo e LGN (líquido de gás natural), em 2004, foi de 1.541 mil bbl/d (barris por dia) e a produção de derivados de petróleo, de 1.892 mil bbl/d. Contudo, ainda existe uma dependência externa líquida de petróleo e derivados (Fonte: BEM, 2005). Em relação à produção e ao consumo de petróleo e derivados no Brasil está correto afirmar que:
Desde a década de oitenta a variável ambiental vem sendo introduzida no planejamento do setor elétrico brasileiro. Um dos principais instrumentos usados no controle ambiental neste setor é a Avaliação de Impactos Ambientais. Em seu Art. 6, a Resolução CONAMA 001/86 define um conjunto mínimo de atividades técnicas que devem ser desenvolvidas em um Estudo de Impacto Ambiental, entre as quais NÃO se inclui:
Na fase de inventário de bacias, na identificação de trechos barráveis, costumam ser considerados aspectos ambientais graduáveis e restritivos à implantação, para posterior aplicação de técnicas de decisão com multicritérios. Por exemplo, para a implantação de um empreendimento hidro-agrícola, a declividade é um aspecto graduável (se baixa, é positivo; se alta, é negativo) e a existência de um aterro sanitário classe I no local é um aspecto restritivo. NÃO representa um aspecto restritivo à implantação de uma barragem a existência, no local, de:
O Brasil apresentou uma Oferta Interna de Energia (OIE) per capita de 1,17 tep em 2004, valor que se situa bem abaixo da média mundial (1,65 tep/hab – dado de 2002). Por outro lado, o Brasil aumentou ainda mais as vantagens comparativas com o resto do mundo em termos de utilização de fontes renováveis de energia (Fonte: BEM 2005). Assinale a opção que apresenta de forma correta a participação por fontes em ordem decrescente (da maior para menor participação) na oferta interna de energia brasileira.
Define-se energia útil como a energia de que o consumidor dispõe depois da última conversão feita nos equipamentos, isto é, a energia fornecida diminuída das perdas na conversão. Dependendo da tecnologia, fonte, setor ou uso, estas perdas podem ser maiores ou menores, sendo que esta medida é dada pela eficiência. A identificação desta energia útil permite visualizar que fontes, setores econômicos ou usos são energeticamente mais ou menos eficientes, permitindo, assim, a implementação de programas de substituição e conservação de energia. A fonte que apresenta o maior rendimento médio é:
A Lei n. 9.427, de 26 de dezembro de 1996, institui a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. No seu artigo 28 estabelece que a realização de estudos de viabilidade, anteprojetos ou projetos de aproveitamento de potenciais hidráulicos deverá ser informada à ANEEL para fins de registro:
Não há, ainda, formas conhecidas de gerar energia na quantidade exigida pelos atuais níveis de desenvolvimento, sem provocar efeitos socioambientais. Desta forma, desde a década de oitenta, a variável ambiental vem sendo introduzida no planejamento do setor elétrico brasileiro. Sobre os instrumentos e procedimentos legais usados no controle ambiental está correto afirmar que:
Segundo a Resolução ANEEL nº 398/2001, os estudos de inventário hidrelétrico deverão contemplar o escopo básico definido no Anexo I dessa resolução, tendo como referência o Manual de Inventário Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas (ELETROBRÁS-DNAEE), sendo os mesmos avaliados em função dos níveis qualitativos e quantitativos. Assinale a opção que apresenta um dos tópicos usados nessa avaliação.
Na década de 70 do século passado, a dependência externa de energia foi crescente, passando de 28% para cerca de 46% das necessidades globais. Os dados de 2004 mostram uma redução desse nível para perto de 13% (Fonte: BEM 2005). A fonte de maior dependência externa de energia é: