O transporte inter-hospitalar refere-se à transferência de pacientes entre unidades não-hospitalares ou hospitalares de atendimento às urgências e emergências, unidades de diagnóstico ou terapêutica ou outras unidades de saúde que funcionem como bases de estabilização para pacientes graves, de caráter público ou privado. Entre as responsabilidades/atribuições do serviço médico solicitante incluem-se
De acordo com as diretrizes 2005 da American Heart Association (AHA) para profissionais da área da saúde sobre ressuscitação cardiopulmonar, a seqüência do atendimento pré-hospitalar da parada cardiorrespiratória (PCR) em paciente adulto deve ser:
Você é chamado para atender um homem de 55 anos de idade que participava de uma exaustiva reunião de trabalho. Ele reclama de dor retroesternal, em aperto, de forte intensidade, e apresenta palidez e sudorese fria. Sinais vitais iniciais: pressão arterial: 170/110 mmHg, freqüência cardíaca: 110 batimentos por minuto, freqüência respiratória: 32 ventilações por minuto. Melhor seqüência para o atendimento inicial deste paciente:
Uma senhora de 54 anos chega ao posto médico com queixa de, há cerca de 10 (dez) minutos, ter apresentado um quadro de início súbito, caracterizado por dificuldade para falar, queda facial de um lado, quando sorri, e debilidade de um dos braços. Medidas que devem ser tomadas pela equipe de atendimento inicial, até que a paciente seja levada a um pronto-socorro especializado:
Causa mais freqüente de obstrução das vias aéreas superiores no paciente inconsciente em decúbito dorsal horizontal e tratamento inicial mais adequado:
A intubação traqueal é um procedimento invasivo que, quando bem indicado e executado, na emergência, traz muitos benefícios. Permite, por exemplo, o controle das vias aéreas, protegendo-as de broncoaspiração e facilita a ventilação e a eventual necessidade de aspiração da traquéia. É comum que, após a intubação correta, seja feita hiperventilação agressiva. A respeito desta hiperventilação, pode-se afirmar que
Durante o atendimento a um paciente adulto com crise convulsiva tônico-clônica generalizada, deve-se afastar objetos perigosos para que não caiam sobre o paciente, proteger a cabeça para evitar traumatismo craniano, manter o paciente em decúbito lateral, na medida do possível, e oferecer oxigênio. Se mesmo assim a crise persistir, das drogas abaixo, a melhor indicação inicial é utilizar
Você está realizando a cobertura médica de uma maratona e é solicitado para atender um homem de 55 anos que estava correndo sua primeira maratona e desmaiou após ter percorrido 30 (trinta) quilômetros. Na realização da análise primária com o auxílio de um DEA (desfibrilador externo automático), foi identificado o ritmo de FV (fibrilação ventricular). Após um choque, foi recuperado o ritmo de perfusão que, porém, não se mantém, retornando a FV. Foi iniciada a reanimação avançada. Após novo choque, o paciente apresenta-se inconsciente, taquicárdico (freqüência cardíaca: 140 batimentos por minuto) e hipotenso (pressão arterial: 80/50 mmHg). Ação mais apropriada para evitar que a FV se repita:
Um homem de 60 anos de idade, com história de insuficiência cardíaca em tratamento, queixa-se de malestar inespecífico, que melhora com o uso de nitroglicerina sublingual (SL). Mesmo assim, é levado ao posto médico, onde são verificados os sinais vitais: pressão arterial: 100/60 mmHg, freqüência cardíaca: 150 batimentos por minuto (bpm). No traçado do eletrocardiograma (ECG) identifica-se uma taquicardia de complexo largo. O paciente tem um ECG anterior com bloqueio de ramo esquerdo (BRE). É impossível determinar se a taquicardia tem origem supraventricular ou ventricular. Medicação inicial mais apropriada:
É freqüente o atendimento a pacientes com pressão arterial baixa. É necessário identificar se o paciente apresenta hipoperfusão celular e oferta de oxigênio inadequada para a demanda metabólica existente, ou seja, se está em choque. Considerando os sinais clínicos de hipoperfusão, insuficiência cardíaca congestiva e edema agudo de pulmão, o médico deve sempre tentar identificar e corrigir as causas envolvidas. Assim, no paciente hipotenso sem história de trauma, após realizar o ABC primário, administrar oxigênio, instalar monitor cardíaco e de pressão arterial e obter acesso venoso, deve-se