7631 Q1037956
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
Homem fumante, 45 anos, sem outros fatores de risco para doença coronariana, vem queixando-se de dor precordial forte em aperto que surge quando está em repouso. Durante dois desses episódios, procurou emergência devido ao quadro álgico, quando o eletrocardiograma mostrou elevações transitórias do segmento ST na parede anterior. A hiperventilação, em momentos em que estava sem dor, levava a alterações eletrocardiográficas semelhantes. A coronariografia mostrou placas com cerca de 15% de obstrução na artéria descendente anterior (DA). Nesse caso, a melhor conduta é:
7632 Q1037955
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
Idoso de 80 anos, diabético e hipertenso há mais de 20 anos, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há 10 anos e tratamento prévio endovascular de aneurisma da aorta abdominal, sente dor precordial forte com sudorese e tonteira, procurando atendimento emergencial. Ao exame, está eupneico, com saturação de O2 de hemoglobina de 94%, pressão arterial (PA) = 80x50mmHg, frequência cardíaca (FC) = 110bpm, turgência jugular patológica, pulmões sem estertores, discreta hepatomegalia dolorosa, sem edema de membros inferiores. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento de ST em D2, D3 e aVF e V4R. O tratamento inicial para o quadro hemodinâmico é: 
7633 Q1037954
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
A ivrabadina pode ser usada em várias situações clínicas em que há taquicardia ou em que se deseja diminuir a frequência cardíaca, EXCETO nos casos de: 
7634 Q1037953
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
Um paciente de 78 anos com estenose aórtica vem sendo acompanhado em outro hospital. Refere que é hipertenso há anos e usa hidroclorotiazida e enalapril. Nega dispneia de esforço e ortopneia. Nesse caso, a troca valvar aórtica seria indicada, caso houvesse: 
7635 Q1037952
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
Homem de 39 anos, descendente de imigrantes japoneses, grande fumante, comparece à consulta, devido a dor nas panturrilhas ao andar 500m no plano e lesão ulcerada dolorosa no pé direito. Nega hipertensão arterial e diabetes, bem como história familiar de aterosclerose, artralgias, lesões cutâneas, disfagia, tosse, dispneia, disúria ou oligúria. Nega uso de drogas ilícitas. Seus pulsos femorais e poplíteos são normais, enquanto os tibiais posteriores estão muito reduzidos. Há pequena ulceração dolorosa no pé direito e as extremidades de ambos os pés são frias. A arteriografia mostrou ausência de placas de aterosclerose obstrutivas nas artérias proximais e obstruções com recanalização em segmentos de artérias distais dos membros inferiores, com circulação colateral espiralada nessas regiões...
7636 Q1037951
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
Idoso de 65 anos, sabidamente hipertenso desde a adolescência, já com hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo, cuja fração de ejeção varia em torno de 45%, resolve parar os anti-hipertensivos que usa habitualmente, por não tolerar mais uso de polifarmácia, bem como efeitos colaterais de alguns fármacos. Procura emergência no final da madrugada, com intensa dispneia, ortopneia, turgência jugular patológica, sudorese fria, terceira bulha cardíaca audível, além de estertores bolhosos até quase os ápices pulmonares, e pressão arterial de 200x120mmHg. O eletrocardiograma mostra taquicardia sinusal com hipertrofia ventricular esquerda e alterações secundárias da repolarização ventricular. Das drogas frequentemente usadas no manejo inicial de pacientes com a condição apresentada, a que te...
7637 Q1037950
Medicina Pneumologia Medicina Intensiva Suporte Ventilatório Mecânico
Ano: 2022
Banca: UERJ
Idosa de 75 anos, com pancreatite aguda grave, apresenta insuficiência respiratória aguda com hipoxemia severa não responsiva a oxigênio sob máscara, além de hipocapnia. A paciente tem alteração de nível de consciência e opta-se por ventilação invasiva. As medidas no manejo da ventilação mecânica que possibilitaram a diminuição da mortalidade, nesses pacientes, de 50% para cerca de 30%, em pouco mais de uma década, foram: 
7638 Q1037949
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
Mulher de 70 anos queixa-se de doença de início insidioso nos últimos 18 meses, com dores pelo corpo, fraqueza, anorexia e perda de peso, além de febre baixa. Procurou diversos médicos, que prescreveram antibióticos e pediram culturas que foram sempre negativas. As tomografias de tórax e de abdômen não revelaram alterações e o ecocardiograma foi normal. Ao longo desse período, surgiram cefaleia e anemia normocrômica e normocítica. A paciente comparece à consulta porque notou perda fugaz da visão no olho esquerdo. Seu último exame de sangue mostrava 10 mil leucócitos com diferencial normal, hemoglobina = 10,5g/dL, plaquetas = 200.000/mm3, VHS = 110, cálcio = 10mEq/L e creatinina = 1mg/dL. A melhor conduta, nesse momento, é: 
7639 Q1037948
Medicina Cardiologia e Alterações Vasculares
Ano: 2022
Banca: UERJ
Mulher de 45 anos, com trombofilia primária por anticorpo antifosfolipídio (TVP e embolia pulmonar prévios), em anticoagulação oral, usando varfarina 10mg há vários anos, com bom controle clínico, nega outras comorbidades. Nas últimas 48 horas, iniciou gengivorragia e leve epistaxe. Está em estabilidade hemodinâmica e os exames laboratoriais mostram: tempo de pró-trombina de 58 segundos; controle de 11,3 segundos; INR de 5,5; plaquetas e PTT dentro dos valores da normalidade. Nesse caso, a melhor opção terapêutica é: 
7640 Q1037947
Medicina Hematologia
Ano: 2022
Banca: UERJ
Mulher de 68 anos possui histórico de emagrecimento, queda do estado geral e dor lombar progressiva há cinco meses. Posteriormente, apresentou alteração do nível de consciência, dor abdominal, náuseas e vômitos. Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 9g/dL; leucócitos = 9.000/mm3; ureia = 55mg/dL; creatinina = 1,4mg/dL; cálcio = 11,5mg/dL; fósforo = 5,5mg/dL; proteína total = 7g/dL; globulina = 3g/dL; gama-GT = 45U/L; e fosfatase alcalina = 1.000U/L. A TC mostra lesões mistas (líticas e blásticas) nas vértebras toracolombares, sem fraturas patológicas. Para confirmar a principal hipótese diagnóstica, deve-se realizar: