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Q1038191
Paciente com diagnóstico de DPOC, internado na enfermaria, evoluiu com possível pneumotórax. Para elucidação do caso, foi realizada ultrassonografia de tórax à beira do leito. O sinal ultrassonográfico que confirma o diagnóstico de pneumotórax é:
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Q1038190
Paciente de 59 anos, com diagnóstico de DPOC há dois anos, em classe funcional NYHA III, apesar do uso regular e correto de broncodilatadores em doses máximas, é encaminhado para uma avaliação em um centro de transplante pulmonar. Os achados que apontam para indicação de transplante são
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Q1038189
Paciente com histórico de tuberculose pleural e pulmonar tratada há 20 anos não realizou controle radiográfico após a conclusão do esquema de antibióticos. Recentemente, realizou tomografia de tórax por suspeita de COVID-19 e foi evidenciado derrame pleural loculado à direita, com espessamento e focos de calcificação nos folhetos pleurais. Foi submetida à toracocentese que evidenciou líquido leitoso, exsudativo, com as seguintes características: pH = 7,3, glicose = 80mg/dL, hematócrito = 15% (em relação ao hematócrito sérico), leucócitos = 6.300/mm3 (87% de polimorfonucleares), colesterol = 300mg/dL e triglicerídeos = 100mg/dL. O líquido pleural pode ser caracterizado como:
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Q1038188
Mulher de 37 anos, em acompanhamento devido ao diagnóstico de sarcoidose pulmonar e cutânea, vem à consulta regular. A paciente iniciou o tratamento com prednisona 40mg/dia há nove meses. Foi orientada a reduzir a dose progressivamente e agora está em uso de prednisona 10mg/dia há um mês. Refere que as lesões cutâneas, a fraqueza e a dispneia melhoraram no primeiro mês de tratamento. No exame físico, nota-se o reaparecimento de duas pápulas no dorso, na mesma área de acometimento inicial. Com relação aos exames solicitados, o hemograma é normal, cálcio sérico = 12,5mg/dL (8,5-10,2mg/dL), TGO = 18U/L e TGP = 20U/L. Para esse tipo de caso, o documento publicado em 2021 pela Força-Tarefa Europeia sugere:
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Q1038187
Idoso de 67 anos procura pneumologista devido a dispneia progressiva há seis meses. A tomografia de tórax revelou faveolamento no lobo médio e algumas áreas de vidro fosco e espessamento de septo interlobular nas bases. O paciente não tem outras queixas. Hemograma e bioquímica sanguínea foram normais. O paciente refere ter fumado muito pouco quando era jovem (carga tabágica abaixo de 10 maços/ano) e trabalha como chefe de almoxarifado, em local úmido. O médico que o atendeu pensou em pneumonia de hipersensibilidade (PH) como hipótese diagnóstica e solicitou uma broncoscopia com lavado broncoalveolar (LBA), que demonstrou a presença de 5% de neutrófilos, 10% de linfócitos e 85% de macrófagos. Nesse caso, de acordo com o consenso da ATS/JRS/ALAT, publicado em 2020, é correto afirmar que par...
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Q1038186
Mulher de 35 anos procura pneumologista com tomografia de tórax com imagens císticas arredondadas, presentes em todos os lobos pulmonares. A paciente não é fumante e não tem histórico familiar de doença pulmonar. O pai é saudável e a mãe tem diabetes mellitus insulino-dependente. Ela não tem irmãos. Na revisão de sistemas, refere cansaço aos grandes esforços. Nos exames solicitados, apresenta: hemoglobina = 13g/dL, leucócitos = 7.500células/mm3, cálcio sérico = 8,5mg/dL, fator D de crescimento endotelial vascular = 950pg/mL, anti-Ro negativo, FAN = 1:80. A principal hipótese diagnóstica é:
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Q1038185
São doenças intersticiais pulmonares relacionadas ao tabagismo:
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Q1038184
O câncer de pulmão é mais prevalente em algumas populações. Pensando em diagnóstico precoce com consequente melhora da sobrevida, as populações que têm maior benefício na instituição de programa de rastreio de câncer de pulmão com tomografia de tórax de baixa dose de radiação são pessoas:
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Q1038183
Pacientes com câncer de pulmão geralmente necessitam realizar estadiamento invasivo com EBUS ou mediastinoscopia, mesmo que não haja evidência de metástase em outros órgãos. A situação em que NÃO se faz necessário o estadiamento de mediastino é:
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Q1038182
Os alvos moleculares identificáveis nos carcinomas de pulmão não pequenas células, para os quais, atualmente, existem tratamentos específicos aprovados em âmbito internacional, são: