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Q1038201
Na investigação de dispneia no ambiente hospitalar, a ultrassonografia de tórax tem ganhado espaço como ferramenta útil na avaliação inicial e na diferenciação de suas diversas causas. A patologia na qual se observa o padrão de presença de linha A é:
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Q1038200
Mulher de 33 anos, com diagnóstico de asma há cinco anos, veio para consulta médica regular no ambulatório de asma grave, em uso de formoterol com budesonida 6/200mcg, 2 inalações 2 vezes por dia. Relata que, quando necessário, faz uso de resgate, além de montelucaste 10mg, 1 vez por dia de forma contínua. Há quatro meses, havia sido associado tiotrópio 2,5mcg, 2 névoas pela manhã. Na anamnese dirigida, a paciente nega outras comorbidades, além da asma; também nega tabagismo e refere ambiente doméstico limpo e uso regular das medicações, demonstrando habilidade no uso de diferentes dispositivos inalatórios. Refere três idas à emergência com necessidade de uso de curso breve de corticoide oral em todas as ocasiões nos últimos 12 meses. A aplicação do questionário GINA definiu que a pacient...
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Q1038199
Homem de 46 anos, com diagnóstico de asma desde a infância, encontra-se em acompanhamento no ambulatório de asma grave, sempre demonstrando boa adesão ao tratamento e uso correto da técnica inalatória. Apresenta, a despeito do uso de terapia tripla (corticoide inalatório em dose alta + beta-2 agonista de longa duração + anticolinérgico de longa duração), asma não controlada pelo questionário GINA. Após a fenotipagem, observou-se eosinófilo sérico absoluto acima de 350células/mm3 em duas ocasiões nos últimos 12 meses; fração exalada de óxido nítrico = 80ppb e componente atópico presente, com IgE sérica total = 960kU/L (normal: inferior a 114kU/L), IgE aeroalérgenos elevados e comorbidades atópicas, como rinite alérgica e dermatite atópica presentes. Para melhor controle da asma desse pacie...
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Q1038198
Idoso de 62 anos, com antecedentes de neoplasia de orofaringe (carcinoma de células escamosas), em 2015, tratado com radioterapia, realizou transplante hepático, em 2019, por cirrose hepática por vírus C e vem em acompanhamento de doença coronariana. Relata ser ex-tabagista há 20 anos, carga tabágica 20 maços/ano. A tomografia computadorizada de tórax demonstrou imagem compatível com lesão expansiva, medindo 38x31mm, no lobo inferior direito (LID), com obliteração do brônquio lobar correspondente. Realizou videobroncoscopia que evidenciou lesão exofítica, ocluindo o brônquio do LID. A biopsia da lesão confirmou o diagnóstico de carcinoma de células escamosas. Foi realizado PET-CT para estadiamento da neoplasia (imagem abaixo), com formação expansiva no LID com SUV máximo de 13,6 e linfono...
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Q1038197
O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Pacientes com câncer de pulmão necessitam ser estagiados para a melhor escolha do tratamento. A introdução de técnicas baseadas em endoscopia, tais como EBUS-TBNA facilitam a abordagem desses pacientes, mas podem apresentar complicações, sendo a de maior frequência:
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Q1038196
Paciente de 37 anos procura Unidade Básica de Saúde, apresentando quadro de tosse, febre, sudorese noturna e emagrecimento de evolução de dois meses. Nega comorbidades ou história anterior de tratamento para tuberculose pulmonar. Na investigação, apresentou baciloscopia de escarro positiva (++) e teste rápido molecular (TRM TB) com resultado Mycobacterium tuberculosis detectado e resistência a rifampicina em duas amostras, coletadas em momentos diferentes. O material foi encaminhado para cultura e teste de sensibilidade (TS). O diagnóstico mais provável é tuberculose resistente a rifampicina (TRR). A conduta indicada, que poderá ser reavaliada após o resultado da cultura e TS, é iniciar tratamento com:
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Q1038195
De acordo com as atuais normas do Ministério da Saúde em relação à abordagem de infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis (ILTB), é correto afirmar que:
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Q1038194
Paciente de 57 anos, emagrecido (peso: 45kg), com diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e insuficiência renal crônica, foi diagnosticado com tuberculose óssea, na coluna dorsal. Relata estar em hemodiálise três vezes por semana. Segundo as orientações do Ministério da Saúde e levando-se em consideração a melhor adesão, pela facilidade de administração das drogas, deve-se preferir o esquema com:
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Q1038193
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) está relacionada ao tabagismo e necessita de acompanhamento regular na maioria dos casos. De acordo com o documento Global Initiative for Chronic Obstrutive Lung Disease (GOLD) de 2022, em relação ao manejo da DPOC é necessário:
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Q1038192
Idosa de 66 anos procura acompanhamento com pneumologista devido a achado tomográfico de enfisema. A paciente foi fumante, com carga tabágica de 10 maços/ano, e se queixa de algum cansaço aos grandes esforços. A espirometria demonstra volume expiratório forçado em 1 segundo (VEF1)/capacidade vital forçada (CVF) pós-broncodilatador de 0,66. Na história familiar, verifica-se que o pai faleceu de enfisema e que ela tem um irmão com DPOC. A dosagem de alfa1 antitripsina (A1AT) por imunodifusão radial no soro foi de 65mg/dL e a genotipagem foi PiMS. Com relação a esse caso, é correto afirmar que o(a):