

O resultado normal observado na cintilografia de ventilação/perfusão pulmonar permite a exclusão do diagnóstico de embolia pulmonar no paciente em apreço.


O resultado normal observado na cintilografia de ventilação/perfusão pulmonar permite a exclusão do diagnóstico de embolia pulmonar no paciente em apreço.


Analisando-se a radiografia de tórax (figura 1), pode-se estimar que a relação cardiotorácica em muito excede 50%, razão por que é correto concluir que há aumento da área cardíaca.


Verifica-se na radiografia torácica (figura 1) aumento do tronco da artéria pulmonar, evidenciado pelo importante aumento da convexidade do arco médio que compõe o bordo esquerdo da silhueta cardíaca.


No radiograma de tórax apresentado na figura 1, há vários sinais de congestão venosa pulmonar e, entre eles, a inversão da trama vascular pulmonar.


O ritmo é sinusal, a freqüência ventricular média é de aproximadamente 94 bpm, e o eixo elétrico médio (SÂQRS) é indeterminado no plano frontal no traçado do ECG mostrado na figura 2.


A análise eletrocardiográfica mostra que estão presentes vários critérios de sobrecarga ventricular direita.


O traçado apresenta critérios compatíveis com o diagnóstico eletrocardiográfico de bloqueio divisional ântero-superior direito.


Na parede ântero-septal, há sinais eletrocardiográficos compatíveis com alterações primárias da repolarização ventricular sugestivas de isquemia subepicárdica.


O conjunto de alterações eletrocardiográficas é altamente específico da causa da moléstia básica que acomete o paciente em questão.


O método ecocardiográfico mais preciso e confiável para avaliar de forma não-invasiva a pressão sistólica na artéria pulmonar (PSAP) consiste no cálculo da pressão sistólica do ventrículo direito (PSVD) - na ausência de obstrução na via de saída do ventrículo - a partir da mensuração da velocidade máxima do fluxo regurgitante da valva tricúspide pelo Doppler contínuo; a esse valor soma-se uma estimativa da pressão do átrio direito (PAD).