61081 Q299604
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Considerando as algias craniocervicais, julgue os itens que se seguem.

A primeira escolha para o tratamento farmacológico da neuralgia do trigêmeo são as drogas anticonvulsivantes, que suprimem as descargas ectópicas e estabilizam as membranas neuronais. A carbamazepina é eficaz em 95% dos pacientes com verdadeira neuralgia do trigêmeo.

61082 Q299602
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Considerando as algias craniocervicais, julgue os itens que se seguem.

A gabapentina é amplamente utilizada no controle das dores neuropáticas. Seu mecanismo de ação consiste no aumento da liberação do ácido glutâmico graças ao desvio do metabolismo desse neurotransmissor para a síntese de GABA. É uma droga cujo metabolismo é hepático e eliminação renal. É considerada uma droga de primeira linha no controle da dor neuropática em pacientes oncológicos e debilitados.
61083 Q299600
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Acerca do uso da capsaicina no tratamento da dor, julgue os itens a seguir.

Preparações tópicas contendo capsaicina, uma neurotoxina de ação seletiva e irreversível em nociceptores, podem ser efetivas em condições dolorosas envolvendo disfunção das fibras não mielinizadas.

61084 Q299598
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Acerca do uso da capsaicina no tratamento da dor, julgue os itens a seguir.

A capsaicina, substância de uso tópico, age por meio do estímulo de receptor próprio nos terminais sensitivos primários, com consequente entrada maciça de cálcio intracelular, depleção maciça de substância P e destruição do terminal sensitivo periférico.

61085 Q299596
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.

A morfina é um analgésico opioide potente, com meia-vida de duração em torno de 3 horas, grandemente absorvida pela via oral, cujos metabólitos ativos (morfina 6-glicuronídeo e morfina 3-glicuronídeo) são eliminados integralmente pelos rins. O uso desse opioide é contraindicado na analgesia pósoperatória de pacientes portadores de insuficiência renal.

61086 Q299594
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.

A cetamina, quando utilizada no intraoperatório, modula a hiperalgesia nociceptiva induzida, reduzindo a dor pósoperatória residual.

61087 Q299592
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.

A clonidina, um agonista "-2-adrenérgico, possui ação analgésica por meio da ativação das vias inibitórias descendentes noradrenérgicas. Seu uso espinhal potencializa o efeito analgésico dos opioides. Os efeitos colaterais mais importantes da clonidina são sedação, hipotensão e bradicardia dose-dependentes.

61088 Q299590
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.

A dor aguda pós-operatória gera consequências deletérias ao paciente, como aumento da atividade simpática, aumento da agregação plaquetária, complicações cardiopulmonares e baixa satisfação do paciente.

61089 Q299588
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.

O fenômeno de hipersensibilização, induzido por alterações nos mecanismos de modulação de dor da medula espinhal, é agravado em alguns pacientes e não regride, como normalmente deveria, mas revela-se como persistente, anormal, dor neuropática. Esses hiperfenômenos são causados pela ação do glutamato sobre os receptores AMPA, localizados nos corpos de 1.º neurônio sensitivo.

61090 Q299586
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.

Na analgesia pós-operatória, o uso de anti-inflamatórios não hormonais diminui a demanda do uso de opioides.