Uma mulher de 68 anos de idade, com hábito tabágico de 35 maços-ano, relatou tosse matinal desde os 55 anos de idade. Decorridos 8 anos, passou a apresentar dispneia, ao apressar o passo, subir escadas e ladeiras, e chiadeira no peito. Esses sintomas apresentam períodos de três meses de piora ao longo do ano. Essa mulher buscou atendimento médico quando percebeu que não saía mais de casa e passou a necessitar de ajuda para tomar banho. No exame clínico, foram verificados sinais vitais normais, diminuição difusa do murmúrio vesicular, expiração prolongada e raros sibilos difusos durante expiração forçada no exame do aparelho respiratório. Exame cardiovascular do abdome e das extremidades não apre...
A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e geralmente irreversível da função renal. A respeito das complicações associadas a essa nefropatia, julgue os itens seguintes.
Pacientes com IRC apresentam anemia que, na maioria dos casos, é do tipo normocrômica e normocítica e que, do ponto etiofisiopatogênico, é multicausal e decorre de fatores como: diminuição da produção de eritropoetina, redução da sobrevida dos eritrócitos, hemólise discreta e deficiência de ferro.
A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e geralmente irreversível da função renal. A respeito das complicações associadas a essa nefropatia, julgue os itens seguintes.
Pacientes com IRC apresentam alterações do metabolismo do cálcio, fósforo e ossos, que configuram a chamada doença óssea mineral da IRC, que inclui a osteíte fibrosa, a osteomalacia e a doença óssea adinâmica.
A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e geralmente irreversível da função renal. A respeito das complicações associadas a essa nefropatia, julgue os itens seguintes.
Os distúrbios da coagulação (coagulopatia) observados em pacientes com IRC decorrem fundamentalmente da redução do fator de von Willebrand produzido pelas células justaglomerulares.
Com relação às doenças endócrinas, julgue os itens que se seguem.
Considere o seguinte quadro clínico. Uma paciente de 58 anos de idade foi levada ao prontosocorro por apresentar alteração do nível de consciência e letargia. O acompanhante relatou que, há 2 dias, a paciente recebeu diagnóstico de infecção urinária, mas não iniciou o tratamento. Ela tem diagnóstico de hipotireoidismo e suspendeu a medicação para essa doença há 5 dias. Foram também constatadas hipotermia, hipotensão arterial, bradicardia, hiponatremia sérica e hipoventilação e ausência de sinais de localização neurológica. Nesse quadro, o coma mixedematoso deve ser considerado como principal hipótese diagnóstica, e o reinício do uso do hormôni...
Com relação às doenças endócrinas, julgue os itens que se seguem.
Em um paciente com diagnóstico de doença de Graves, tabagista, que apresenta baqueteamento digital, edema dos dedos das mãos e dos pés, reação periosteal nas extremidades ósseas, com dermopatia e oftalmopatia tireoidiana, deve-se suspeitar de acropatia tireoidiana.
Com relação às doenças endócrinas, julgue os itens que se seguem.
Na tireoidite autoimune crônica (ou de Hashimoto), geralmente a glândula tireoide encontra-se difusamente aumentada de volume, firme e finamente nodular, e a dor tireoidiana geralmente não está presente e, no seu curso evolutivo, pode manifestar hipertireoidismo transitório e hipotireodismo.
Uma paciente, 2 horas depois de apresentar mal-estar retroesternal, foi atendida na emergência de um hospital, onde realizou exame físico, que teve resultado absolutamente normal. O ECG mostrou supradesnivelamento do ponto J de 2 mm de V1-V4 sem alterações da onda T. Os exames apresentaram CK massa de 15 UI e troponina I < 0,01 UI. A paciente foi, então, medicada com AAS 500 mg, mastigados e deglutidos, analgesia e monitoramento dos parâmetros cardiovasculares. Duas horas depois, um novo ECG indicou amputação das ondas R e corrente de lesão de V1-V6. A troponina I subiu para 3 UI. A paciente tinha uma história de tratamento de aneurisma cerebral com implante de molas.
...Uma paciente, 2 horas depois de apresentar mal-estar retroesternal, foi atendida na emergência de um hospital, onde realizou exame físico, que teve resultado absolutamente normal. O ECG mostrou supradesnivelamento do ponto J de 2 mm de V1-V4 sem alterações da onda T. Os exames apresentaram CK massa de 15 UI e troponina I < 0,01 UI. A paciente foi, então, medicada com AAS 500 mg, mastigados e deglutidos, analgesia e monitoramento dos parâmetros cardiovasculares. Duas horas depois, um novo ECG indicou amputação das ondas R e corrente de lesão de V1-V6. A troponina I subiu para 3 UI. A paciente tinha uma história de tratamento de aneurisma cerebral com implante de molas.
...Uma paciente, 2 horas depois de apresentar mal-estar retroesternal, foi atendida na emergência de um hospital, onde realizou exame físico, que teve resultado absolutamente normal. O ECG mostrou supradesnivelamento do ponto J de 2 mm de V1-V4 sem alterações da onda T. Os exames apresentaram CK massa de 15 UI e troponina I < 0,01 UI. A paciente foi, então, medicada com AAS 500 mg, mastigados e deglutidos, analgesia e monitoramento dos parâmetros cardiovasculares. Duas horas depois, um novo ECG indicou amputação das ondas R e corrente de lesão de V1-V6. A troponina I subiu para 3 UI. A paciente tinha uma história de tratamento de aneurisma cerebral com implante de molas.
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