Qualquer perda ou anormalidade da estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica é a definição, segundo a OMS, de
Conforme a NR 7, o exame médico de retorno ao trabalho deverá ser realizado, obrigatoriamente, no primeiro dia da volta ao trabalho de empregado ausente por período igual ou superior a
A asma ocupacional pode ser causada por mecanismos imunogênicos e não imunogênicos. De acordo com a patogênese dessa doença, é correto afirmar:
Trabalhador de 49 anos, com longa história ocupacional, apresenta-se no ambulatório de doenças ocupacionais com quadro de dispnéia aos esforços, estertores crepitantes nas bases e baqueteamento digital. A hipótese diagnóstica mais provável é
De acordo com a Instrução Normativa INSS/DC no 98, de 05 de dezembro de 2003, a correta relação entre o trabalho (causa ocupacional) e entidade nosológica (lesão) é:
Efeitos adversos da ocupação sobre a reprodução têm sido observados e registrados desde meados do século passado. Entre os agentes descritos como potencialmente capazes de causar danos sobre a fertilidade masculina, encontra-se
Trabalhadores expostos ao benzeno e às radiações ionizantes têm risco aumentado de anemia aplástica. O diagnóstico dessa doença baseia-se na associação entre
Sobre as hepatites virais, analise:
I. A hepatite A é de transmissão essencialmente fecaloral, cursa frequentemente com infecção subclínica na infância, tende a ser mais sintomática e mais grave em adultos, e pode ser evitada por vacinação em adultos que nunca tiveram contato com o vírus.
II. A hepatite B é transmitida por contato sexual e cursa mais frequentemente com doença aguda em adultos com baixa taxa de cronificação. Pode ser evitada por vacinação, sendo verificada a soroconversão pósvacinal por meio do anticorpo anti-HBc.
III. A hepatite C apresenta elevadas taxas de cronificação, não pode ainda ser evitada por vacinação e tem na biópsia hepática um importante marcador da evolução da doença.
...Em uma unidade de pronto-atendimento, o médico atende um homem de 60 anos com antecedentes pessoais de tabagismo, obesidade e refluxo gastroesofágico, com seguimento médico regular e avaliação cardiológica recente com diversos exames laboratoriais e de imagem dentro da normalidade. Refere ter iniciado, após ingestão de uma “refeição pesada”, quadro de queimação epigástrica irradiada para o pescoço, associada a falta de ar e sudorese. Ao exame clínico apresenta frequência cardíaca de 105 bpm, PA = 120 × 80 mmHg, hiperfonese de B2 à ausculta cardíaca, ausculta pulmonar normal, sem outras alterações relevantes. Eletrocardiograma de entrada sem alterações exceto infradesnivelamento do segmento ST nas derivações D2, D3 e aVF. A principal hipótese diagnóstica e a c...
Mulher de 35 anos dá entrada em unidade de pronto-atendimento com quadro de dor abdominal de início súbito há 30 minutos, intensa, inicialmente em epigástrio irradiandose para todo o abdome, associada a náuseas sem vômitos. Como antecedentes, refere hipertensão arterial em uso de captopril e “gastrite” de longa data em uso irregular de ranitidina. Ao exame clínico, o médico verifica taquicardia, desidratação, abdome rígido (“em tábua”) com sinais de peritonismo e sem ruídos hidroaéreos. Radiografia de abdome ortostática evidenciou pneumoperitônio.
A principal hipótese diagnóstica e a conduta, respectivamente, são: