Para detecção das hepatites virais crônicas, é correto investigar os seguintes marcadores:
4671
Q932622
A elevação de leve a moderada das aminotransferases séricas, até 15 vezes o valor normal, pode indicar doença hepática crônica. O diagnóstico diferencial deve incluir o rastreio das hepatites virais crônicas.
Para detecção das hepatites virais crônicas, é correto investigar os seguintes marcadores:
Para detecção das hepatites virais crônicas, é correto investigar os seguintes marcadores:
4672
Q932621
Leia o caso clínico a seguir para responder a questão.
L.M.A., 33 anos, previamente hígida, comparece ao consultório médico com queixa de desânimo, perda de peso, dor articular e manchas pelo corpo. Informa que os sintomas começaram há 3 meses, de forma leve e estão evoluindo com piora progressiva. Quando questionada, refere cansaço aos esforços moderados, hiporexia e dor articular em pequenas articulações de mãos, pés, joelhos e tornozelos. A dor articular é pior ao acordar e alivia ao longo do dia. Usa apenas anticoncepcional oral; nulípara. História familiar de hipotireoidismo.
Ao exame clínico apresentava dados vitais estáveis, exceto por frequência cardíaca de 110 batimentos por minutos (bpm). Articulações metacarpofalângeas, punho direito e interfalangianas dolorid...
L.M.A., 33 anos, previamente hígida, comparece ao consultório médico com queixa de desânimo, perda de peso, dor articular e manchas pelo corpo. Informa que os sintomas começaram há 3 meses, de forma leve e estão evoluindo com piora progressiva. Quando questionada, refere cansaço aos esforços moderados, hiporexia e dor articular em pequenas articulações de mãos, pés, joelhos e tornozelos. A dor articular é pior ao acordar e alivia ao longo do dia. Usa apenas anticoncepcional oral; nulípara. História familiar de hipotireoidismo.
Ao exame clínico apresentava dados vitais estáveis, exceto por frequência cardíaca de 110 batimentos por minutos (bpm). Articulações metacarpofalângeas, punho direito e interfalangianas dolorid...
4673
Q932620
Leia o caso clínico a seguir para responder a questão.
L.M.A., 33 anos, previamente hígida, comparece ao consultório médico com queixa de desânimo, perda de peso, dor articular e manchas pelo corpo. Informa que os sintomas começaram há 3 meses, de forma leve e estão evoluindo com piora progressiva. Quando questionada, refere cansaço aos esforços moderados, hiporexia e dor articular em pequenas articulações de mãos, pés, joelhos e tornozelos. A dor articular é pior ao acordar e alivia ao longo do dia. Usa apenas anticoncepcional oral; nulípara. História familiar de hipotireoidismo.
Ao exame clínico apresentava dados vitais estáveis, exceto por frequência cardíaca de 110 batimentos por minutos (bpm). Articulações metacarpofalângeas, punho direito e interfalangianas dolorid...
L.M.A., 33 anos, previamente hígida, comparece ao consultório médico com queixa de desânimo, perda de peso, dor articular e manchas pelo corpo. Informa que os sintomas começaram há 3 meses, de forma leve e estão evoluindo com piora progressiva. Quando questionada, refere cansaço aos esforços moderados, hiporexia e dor articular em pequenas articulações de mãos, pés, joelhos e tornozelos. A dor articular é pior ao acordar e alivia ao longo do dia. Usa apenas anticoncepcional oral; nulípara. História familiar de hipotireoidismo.
Ao exame clínico apresentava dados vitais estáveis, exceto por frequência cardíaca de 110 batimentos por minutos (bpm). Articulações metacarpofalângeas, punho direito e interfalangianas dolorid...
4674
Q932619
A paciente descrita evoluiu com hipertensão de difícil controle, edema periférico e espumúria.
Qual o diagnóstico sindrômico para o quadro renal?
Qual o diagnóstico sindrômico para o quadro renal?
4675
Q932618
Uma paciente de 68 anos procura o posto de saúde com queixa de mialgia difusa, adinamia, sono não reparador e cefaleia holocraniana. Descreve que a cefaleia é quase diária, pior ao final do dia, irradia para região occipital e alivia com analgésico comum. Nega fotofobia ou fonofobia. Nega sintomas constitucionais como febre ou emagrecimento. Relata momentos de estresse familiar – está em processo de divórcio. Descreve insônia desde a adolescência, com sono não reparador. É hipertensa, relata cirurgia prévia na tireoide e fratura de punho após queda da própria altura. Em uso de: levotiroxina, enalapril, metformina e alendronato.
Qual a correta análise do padrão da cefaleia e da proposta de tratamento?
Qual a correta análise do padrão da cefaleia e da proposta de tratamento?
4676
Q932617
Supondo-se que, na consulta, a paciente apresente a seguinte densitometria óssea:
Densitometria mineral óssea:
- Fêmur proximal: T score de -1.5, Z score de -1, densidade mineral óssea de 0.897 g/cm2; - Colo fêmur: T score de -2,2, Z score de -1, densidade mineral óssea de 0.877 g/cm2; - Coluna lombar (L1-L4): T score de -1,8, Z score de 2, densidade mineral óssea de 1,340 g/cm2.
Em relação à indicação do alendronato, é correto afirmar que
Densitometria mineral óssea:
- Fêmur proximal: T score de -1.5, Z score de -1, densidade mineral óssea de 0.897 g/cm2; - Colo fêmur: T score de -2,2, Z score de -1, densidade mineral óssea de 0.877 g/cm2; - Coluna lombar (L1-L4): T score de -1,8, Z score de 2, densidade mineral óssea de 1,340 g/cm2.
Em relação à indicação do alendronato, é correto afirmar que
4677
Q932616
A paciente descreve um quadro de mialgia difusa, cefaleia, fadiga e sono não reparador. O médico que a avaliou suspeitou de fibromialgia e resolveu fazer um tratamento de prova.
Qual é o tratamento considerado de primeira linha para a fibromialgia?
Qual é o tratamento considerado de primeira linha para a fibromialgia?
4678
Q932615
Um paciente de 65 anos, diabético e hipertenso, é atendido em um pronto socorro referindo mal-estar há 7 dias, anúria há 24 horas, náuseas e vômitos. Ao exame físico estava hipertenso e taquicárdico. Exames laboratoriais com elevação de escórias – creatinina de 6 mg/dl, ureia de 150. Duas horas após a admissão, o paciente apresentou uma parada cardiorrespiratória em assistolia (PCR).
Veja o ECG da admissão.

Qual a causa provável da PCR?
Veja o ECG da admissão.

Qual a causa provável da PCR?
4679
Q932614
Anemia microcítica no adulto é um achado frequente em consultas de rotina, muitas vezes negligenciado ou pouco investigado. É comum a prescrição de reposição de ferro, sem a devida investigação da causa, ou mesmo para pacientes sem diagnóstico de anemia ferropriva.
Leia atentamente as afirmações a seguir.
I - São causas de anemia microcítica: anemia ferropriva, talassemia, esferocitose, anemia falciforme.
II - A talassemia causa uma microcitose pouco significativa quando comparada as outras causas de anemia ferropriva.
III - Anemia de doença crônica e a anemia hemolítica tendem a aumentar os estoques de ferro e, consequentemente, a ferritina.
IV - Anemia de doença crônica se caracteriza por níveis séricos de ferro reduzidos, ferritina normal a elevada, satura...
Leia atentamente as afirmações a seguir.
I - São causas de anemia microcítica: anemia ferropriva, talassemia, esferocitose, anemia falciforme.
II - A talassemia causa uma microcitose pouco significativa quando comparada as outras causas de anemia ferropriva.
III - Anemia de doença crônica e a anemia hemolítica tendem a aumentar os estoques de ferro e, consequentemente, a ferritina.
IV - Anemia de doença crônica se caracteriza por níveis séricos de ferro reduzidos, ferritina normal a elevada, satura...
4680
Q932613
A tuberculose é uma doença endêmica em nosso país e a busca ativa por pacientes com infecção latente é fundamental para prevenir novos casos da doença. Aproximadamente 6% dos pacientes com infecção latente apresentam reativação da doença ao longo do seguimento, sendo que em metade dos casos ela ocorre nos primeiros dois anos após a infecção primária.
Qual a correta indicação de tratamento para tuberculose latente?
Qual a correta indicação de tratamento para tuberculose latente?