Um paciente de quarenta e oito anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de sonolência diurna excessiva, ronco alto, pausas respiratórias testemunhadas, engasgos e sono agitado. O exame físico revelou pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg; frequência cardíaca de 85 bpm; 1,70 m de altura; peso corporal de 118 kg; e palato ogival, sem outras alterações. O exame de polissonografia mostrou índice de apneia-hipopneia por hora (IAH) igual a 25 eventos/hora.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
O principal diagnóstico para o paciente em questão é síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS).Um paciente de quarenta e oito anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de sonolência diurna excessiva, ronco alto, pausas respiratórias testemunhadas, engasgos e sono agitado. O exame físico revelou pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg; frequência cardíaca de 85 bpm; 1,70 m de altura; peso corporal de 118 kg; e palato ogival, sem outras alterações. O exame de polissonografia mostrou índice de apneia-hipopneia por hora (IAH) igual a 25 eventos/hora.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
No caso em consideração, recomenda-se, como principal tratamento, a realização de pressão positiva contínua nas vias respiratórias.Um paciente de quarenta e oito anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de sonolência diurna excessiva, ronco alto, pausas respiratórias testemunhadas, engasgos e sono agitado. O exame físico revelou pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg; frequência cardíaca de 85 bpm; 1,70 m de altura; peso corporal de 118 kg; e palato ogival, sem outras alterações. O exame de polissonografia mostrou índice de apneia-hipopneia por hora (IAH) igual a 25 eventos/hora.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
No caso em apreço, a pressão arterial elevada decorre da inibição absoluta da atividade do sistema nervoso parassimpático (vagal) do paciente.Um paciente de cinquenta e quatro anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de mudanças no hábito intestinal e de presença de sangue nas fezes. O paciente apresentou história de polipose adenomatosa familiar, diagnosticada havia seis anos. O paciente relatou ainda que, com relação ao referido diagnóstico, não havia feito acompanhamento médico. O exame físico não mostrou alterações, e o toque retal deixou manchas de sangue na luva do médico. Por fim, o profissional da saúde solicitou dosagem do nível sérico de antígeno carcinoembriônico (CEA).
Com referência a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
No caso em consideração, a principal hipótese diagnóstica é câncer colorretal.Um paciente de cinquenta e quatro anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de mudanças no hábito intestinal e de presença de sangue nas fezes. O paciente apresentou história de polipose adenomatosa familiar, diagnosticada havia seis anos. O paciente relatou ainda que, com relação ao referido diagnóstico, não havia feito acompanhamento médico. O exame físico não mostrou alterações, e o toque retal deixou manchas de sangue na luva do médico. Por fim, o profissional da saúde solicitou dosagem do nível sérico de antígeno carcinoembriônico (CEA).
Com referência a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Nesse caso, se forem constatados níveis normais de CEA, deve-se descartar o diagnóstico de câncer colorretal, dada a elevada ...