Uma mulher de cinquenta e nove anos de idade, diagnosticada com leucemia mieloide crônica (LMC), utilizou imatinibe 400 mg por dia durante 18 meses. Na avaliação de 12 meses, a paciente apresentou resposta molecular maior e resposta citogenética completa. Na avaliação de 18 meses, o transcrito de BCR-ABL aumentou para 5%, e a citogenética mostrou a presença de t (9; 22), e três das 20 metáfises abrigam o pH +. Ela está em conformidade com o imatinibe 400 mg ao dia e não tomou nenhum outro medicamento. A análise mutacional do domínio quinase BCR-ABL revelou o F317L.
Com relação à LMC, julgue os itens a seguir.
Em situações como a descrita, é necessário verificar se há conformidade e interações medicamentosas. A verificação do status ...Uma mulher de cinquenta e nove anos de idade, diagnosticada com leucemia mieloide crônica (LMC), utilizou imatinibe 400 mg por dia durante 18 meses. Na avaliação de 12 meses, a paciente apresentou resposta molecular maior e resposta citogenética completa. Na avaliação de 18 meses, o transcrito de BCR-ABL aumentou para 5%, e a citogenética mostrou a presença de t (9; 22), e três das 20 metáfises abrigam o pH +. Ela está em conformidade com o imatinibe 400 mg ao dia e não tomou nenhum outro medicamento. A análise mutacional do domínio quinase BCR-ABL revelou o F317L.
Com relação à LMC, julgue os itens a seguir.
Entre os eventos adversos graves mais frequentes relacionados ao uso do mesilato de imatinibe, estão incluídos casos de insuf...Paciente de vinte e oito anos de idade, sexo feminino, procurou atendimento médico por ter verificado, nas últimas quatro semanas, uma massa em seu pescoço, do lado esquerdo. Apesar de o estado geral da paciente ser bom — sem emagrecimento, febre ou sudorese —, o médico que a atendeu, após exame minucioso, solicitou uma ultrassonografia do pescoço, que revelou um linfonodo cervical direito de 3,5 cm, aparentemente maligno. Diante desse resultado, foi solicitada uma biópsia excisional do linfonodo, a qual revelou um linfoma de Hodgkin, subtipo esclerose nodular, e a tomografia PET-CT mostrou a atividade de FDG em cadeias ganglionares cervicais bilaterais, axilares e supradiafragmática, sem lesão bulky ou captação óssea, com linfonodos de 3 cm de diâmetro. Seu estadiamento ev...
Paciente de vinte e oito anos de idade, sexo feminino, procurou atendimento médico por ter verificado, nas últimas quatro semanas, uma massa em seu pescoço, do lado esquerdo. Apesar de o estado geral da paciente ser bom — sem emagrecimento, febre ou sudorese —, o médico que a atendeu, após exame minucioso, solicitou uma ultrassonografia do pescoço, que revelou um linfonodo cervical direito de 3,5 cm, aparentemente maligno. Diante desse resultado, foi solicitada uma biópsia excisional do linfonodo, a qual revelou um linfoma de Hodgkin, subtipo esclerose nodular, e a tomografia PET-CT mostrou a atividade de FDG em cadeias ganglionares cervicais bilaterais, axilares e supradiafragmática, sem lesão bulky ou captação óssea, com linfonodos de 3 cm de diâmetro. Seu estadiamento ev...
Paciente de vinte e oito anos de idade, sexo feminino, procurou atendimento médico por ter verificado, nas últimas quatro semanas, uma massa em seu pescoço, do lado esquerdo. Apesar de o estado geral da paciente ser bom — sem emagrecimento, febre ou sudorese —, o médico que a atendeu, após exame minucioso, solicitou uma ultrassonografia do pescoço, que revelou um linfonodo cervical direito de 3,5 cm, aparentemente maligno. Diante desse resultado, foi solicitada uma biópsia excisional do linfonodo, a qual revelou um linfoma de Hodgkin, subtipo esclerose nodular, e a tomografia PET-CT mostrou a atividade de FDG em cadeias ganglionares cervicais bilaterais, axilares e supradiafragmática, sem lesão bulky ou captação óssea, com linfonodos de 3 cm de diâmetro. Seu estadiamento ev...
Um homem de sessenta e dois anos de idade foi submetido a esplenectomia, devido a um linfoma localizado na zona marginal esplênica, tendo recebido, antes da cirurgia, as três imunizações necessárias. Após a cirurgia, o paciente apresentou sangramento retroperitoneal de grande volume e precisou receber transfusões de concentrado de hemácias. O paciente possui história de deficiência de IgA.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsecutivos, com relação à medicina transfusional.
A deficiência de IgA é um evento adverso transfusional agudo que pode levar a consequências a longo prazo; entre elas está a reação pós-transfusional tardia, chamada de imunomodulação humoral do receptor.Um homem de sessenta e dois anos de idade foi submetido a esplenectomia, devido a um linfoma localizado na zona marginal esplênica, tendo recebido, antes da cirurgia, as três imunizações necessárias. Após a cirurgia, o paciente apresentou sangramento retroperitoneal de grande volume e precisou receber transfusões de concentrado de hemácias. O paciente possui história de deficiência de IgA.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsecutivos, com relação à medicina transfusional.
O hemocomponente que apresenta maior risco de acarretar injúria pulmonar aguda relacionada à transfusão (TRALI) é o concentrado de hemácias, devido ao fato de este ser rico em granulócitos e possuir níveis elevados de IgA.Um homem de sessenta e dois anos de idade foi submetido a esplenectomia, devido a um linfoma localizado na zona marginal esplênica, tendo recebido, antes da cirurgia, as três imunizações necessárias. Após a cirurgia, o paciente apresentou sangramento retroperitoneal de grande volume e precisou receber transfusões de concentrado de hemácias. O paciente possui história de deficiência de IgA.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsecutivos, com relação à medicina transfusional.
A presença de anti-IgA em um receptor com deficiência de IgA pode levar à anafilaxia — contra o antígeno IgA nas unidades de hemácias do doador. Pacientes com essa deficiência podem desenvolver urticária, chiado, choque e parada cardíaca. Ao lavar as ...