Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma mulher de 35 anos de idade, com diabetes tipo 2, deseja engravidar. Para isso, vai a uma consulta para avaliação pré-concepcional, pois deseja ter uma gestação saudável. No momento, apresenta mau controle metabólico, pois parou por conta própria o uso da metformina. A paciente nega outras comorbidades, além de sobrepeso, e não apresenta complicações crônicas do diabetes.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Métodos contraceptivos seguros devem ser empregados até que o controle glicêmico satisfatório (HbA1c < 6,5%) seja obtido.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma mulher de 35 anos de idade, com diabetes tipo 2, deseja engravidar. Para isso, vai a uma consulta para avaliação pré-concepcional, pois deseja ter uma gestação saudável. No momento, apresenta mau controle metabólico, pois parou por conta própria o uso da metformina. A paciente nega outras comorbidades, além de sobrepeso, e não apresenta complicações crônicas do diabetes.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se prescrever ácido fólico (4 μg/dia) para essa paciente, no mínimo, de um mês antes da concepção até que ela complete 12 semanas de gestação.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma mulher de 35 anos de idade, com diabetes tipo 2, deseja engravidar. Para isso, vai a uma consulta para avaliação pré-concepcional, pois deseja ter uma gestação saudável. No momento, apresenta mau controle metabólico, pois parou por conta própria o uso da metformina. A paciente nega outras comorbidades, além de sobrepeso, e não apresenta complicações crônicas do diabetes.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A metformina pode ser usada na gestação, ao contrário dos outros antidiabéticos de via oral.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma mulher de 50 anos de idade comparece a uma consulta e refere ciclos oligomenorreicos há dois anos, com última menstruação há nove meses. Apresenta queixas de fogachos, insônia, labilidade emocional e diminuição da libido. Nega comorbidades.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A paciente encontra-se na perimenopausa, sendo os ciclos anovulatórios a principal causa de irregularidade menstrual nesse período.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma mulher de 50 anos de idade comparece a uma consulta e refere ciclos oligomenorreicos há dois anos, com última menstruação há nove meses. Apresenta queixas de fogachos, insônia, labilidade emocional e diminuição da libido. Nega comorbidades.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Nesse caso, há indicação de terapia hormonal, a qual deverá ser usada por, no máximo, cinco anos.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente primigesta, de 25 anos de idade, com 28 semanas de gestação, chega à consulta com febre e dor nos ângulos costovertebrais. Após investigação, foi feito o diagnóstico de piolonefrite aguda. É iniciada a administração de ceftriaxona para o tratamento. O feto apresenta vitalidade, desenvolvimento normal, BCF em torno de 148 por minuto, com útero materno regular. Após dois dias do início da administração do antibiótico, a paciente retorna com disfunção respiratória.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A bactéria mais frequentemente encontrada em grávidas com diagnóstico de pielonefrite é E. coli.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente primigesta, de 25 anos de idade, com 28 semanas de gestação, chega à consulta com febre e dor nos ângulos costovertebrais. Após investigação, foi feito o diagnóstico de piolonefrite aguda. É iniciada a administração de ceftriaxona para o tratamento. O feto apresenta vitalidade, desenvolvimento normal, BCF em torno de 148 por minuto, com útero materno regular. Após dois dias do início da administração do antibiótico, a paciente retorna com disfunção respiratória.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Bactérias como Klebsiella pneumoniae, Staphylococcus aureus e Proteus mirabilis são agentes causadores de pielonefrite apenas em não gestantes, uma vez que os hormôn...
Banca:
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Uma paciente primigesta, de 25 anos de idade, com 28 semanas de gestação, chega à consulta com febre e dor nos ângulos costovertebrais. Após investigação, foi feito o diagnóstico de piolonefrite aguda. É iniciada a administração de ceftriaxona para o tratamento. O feto apresenta vitalidade, desenvolvimento normal, BCF em torno de 148 por minuto, com útero materno regular. Após dois dias do início da administração do antibiótico, a paciente retorna com disfunção respiratória.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
As endotoxinas liberadas pelas bactérias, com o início da administração do antibiótico, podem desencadear problemas respiratórios na gestante, como a síndrome do des...
Banca:
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Uma paciente primigesta, de 25 anos de idade, com 28 semanas de gestação, chega à consulta com febre e dor nos ângulos costovertebrais. Após investigação, foi feito o diagnóstico de piolonefrite aguda. É iniciada a administração de ceftriaxona para o tratamento. O feto apresenta vitalidade, desenvolvimento normal, BCF em torno de 148 por minuto, com útero materno regular. Após dois dias do início da administração do antibiótico, a paciente retorna com disfunção respiratória.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A ocorrência de pielonefrite em gestantes é uma das causas mais comuns de sepse.
Banca:
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Uma paciente primigesta, de 25 anos de idade, com 28 semanas de gestação, chega à consulta com febre e dor nos ângulos costovertebrais. Após investigação, foi feito o diagnóstico de piolonefrite aguda. É iniciada a administração de ceftriaxona para o tratamento. O feto apresenta vitalidade, desenvolvimento normal, BCF em torno de 148 por minuto, com útero materno regular. Após dois dias do início da administração do antibiótico, a paciente retorna com disfunção respiratória.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para se prevenir de complicações ligadas à infecção urinária em gestantes, é recomendado requisitar, como rotina, urocultura apenas a partir da 20 a semana de gestaç...
Banca:
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Uma paciente primigesta, de 25 anos de idade, com 28 semanas de gestação, chega à consulta com febre e dor nos ângulos costovertebrais. Após investigação, foi feito o diagnóstico de piolonefrite aguda. É iniciada a administração de ceftriaxona para o tratamento. O feto apresenta vitalidade, desenvolvimento normal, BCF em torno de 148 por minuto, com útero materno regular. Após dois dias do início da administração do antibiótico, a paciente retorna com disfunção respiratória.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A ceftriaxona é indicada para tratamento da pielonefrite em gestantes e lactantes, por não atravessar a barreira placentária nem ser excretada no leite humano.
Banca:
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Uma paciente primigesta, de 25 anos de idade, com 28 semanas de gestação, chega à consulta com febre e dor nos ângulos costovertebrais. Após investigação, foi feito o diagnóstico de piolonefrite aguda. É iniciada a administração de ceftriaxona para o tratamento. O feto apresenta vitalidade, desenvolvimento normal, BCF em torno de 148 por minuto, com útero materno regular. Após dois dias do início da administração do antibiótico, a paciente retorna com disfunção respiratória.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A estreptomicina, a ciprofloxacina e o cloranfenicol são preferíveis à ceftriaxona para o tratamento das pielonefrites em gestantes, por serem mais seguros para o fe...
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Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
Banca:
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Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
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Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
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Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
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Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
No exame físico, a paciente pode apresentar dor à mobilização cervical e de anexos.
Banca:
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A salpingite pode ter como consequência o aumento da incidência de gravidez ectópica.
Banca:
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Quando o processo infeccioso é mais extenso, a paciente pode apresentar peritonite generalizada.
Banca:
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
As usuárias de contraceptivos orais têm risco aumentado para doença inflamatória pélvica, quando comparado ao de todos os outros métodos de anticoncepção.
Banca:
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A síndrome de Fitz-Hugh-Curtis, que causa dor em quadrante superior direito, não tem relação com a salpingite.
Banca:
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A salpingite apresentada pela paciente pode ter como causa gonorreia, clamídia ou bactérias anaeróbias.
Banca:
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O mecanismo de disseminação da infecção é descendente e ocorre no período menstrual.
Banca:
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Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A laparoscopia é o melhor método diagnóstico para confirmação da hipótese de ocorrência de salpingite.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 30 anos de idade, G3P2, com 31 semanas de gestação, procura o pronto atendimento obstétrico referindo mal-estar, febre de 38,5 °C e diminuição de movimentação fetal. Ao ser perguntada, nega sintomas urinários e se lembra de que sentiu uma “água escorrendo pelas pernas” há dois dias, que havia cessado, mas que ocorreu hoje novamente. A paciente refere que não se preocupou no primeiro episódio, mas que hoje começou a sentir um “cheiro forte e fedorento” no líquido. Ela é tabagista e fez uso frequente de substâncias ilícitas na gestação. Nada mais é relevante na história clínica prévia. Ao exame, a paciente apresenta FC de 115 bpm, temperatura axilar de 40 °C e, ao exame especular, foi verificada a saída de líquido amniótico fétido pelo orifício cervical e, na ...
Banca:
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Uma paciente de 30 anos de idade, G3P2, com 31 semanas de gestação, procura o pronto atendimento obstétrico referindo mal-estar, febre de 38,5 °C e diminuição de movimentação fetal. Ao ser perguntada, nega sintomas urinários e se lembra de que sentiu uma “água escorrendo pelas pernas” há dois dias, que havia cessado, mas que ocorreu hoje novamente. A paciente refere que não se preocupou no primeiro episódio, mas que hoje começou a sentir um “cheiro forte e fedorento” no líquido. Ela é tabagista e fez uso frequente de substâncias ilícitas na gestação. Nada mais é relevante na história clínica prévia. Ao exame, a paciente apresenta FC de 115 bpm, temperatura axilar de 40 °C e, ao exame especular, foi verificada a saída de líquido amniótico fétido pelo orifício cervical e, na ...
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Uma paciente de 30 anos de idade, G3P2, com 31 semanas de gestação, procura o pronto atendimento obstétrico referindo mal-estar, febre de 38,5 °C e diminuição de movimentação fetal. Ao ser perguntada, nega sintomas urinários e se lembra de que sentiu uma “água escorrendo pelas pernas” há dois dias, que havia cessado, mas que ocorreu hoje novamente. A paciente refere que não se preocupou no primeiro episódio, mas que hoje começou a sentir um “cheiro forte e fedorento” no líquido. Ela é tabagista e fez uso frequente de substâncias ilícitas na gestação. Nada mais é relevante na história clínica prévia. Ao exame, a paciente apresenta FC de 115 bpm, temperatura axilar de 40 °C e, ao exame especular, foi verificada a saída de líquido amniótico fétido pelo orifício cervical e, na ...
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Uma paciente de 30 anos de idade, G3P2, com 31 semanas de gestação, procura o pronto atendimento obstétrico referindo mal-estar, febre de 38,5 °C e diminuição de movimentação fetal. Ao ser perguntada, nega sintomas urinários e se lembra de que sentiu uma “água escorrendo pelas pernas” há dois dias, que havia cessado, mas que ocorreu hoje novamente. A paciente refere que não se preocupou no primeiro episódio, mas que hoje começou a sentir um “cheiro forte e fedorento” no líquido. Ela é tabagista e fez uso frequente de substâncias ilícitas na gestação. Nada mais é relevante na história clínica prévia. Ao exame, a paciente apresenta FC de 115 bpm, temperatura axilar de 40 °C e, ao exame especular, foi verificada a saída de líquido amniótico fétido pelo orifício cervical e, na ...
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Uma paciente de 30 anos de idade, G3P2, com 31 semanas de gestação, procura o pronto atendimento obstétrico referindo mal-estar, febre de 38,5 °C e diminuição de movimentação fetal. Ao ser perguntada, nega sintomas urinários e se lembra de que sentiu uma “água escorrendo pelas pernas” há dois dias, que havia cessado, mas que ocorreu hoje novamente. A paciente refere que não se preocupou no primeiro episódio, mas que hoje começou a sentir um “cheiro forte e fedorento” no líquido. Ela é tabagista e fez uso frequente de substâncias ilícitas na gestação. Nada mais é relevante na história clínica prévia. Ao exame, a paciente apresenta FC de 115 bpm, temperatura axilar de 40 °C e, ao exame especular, foi verificada a saída de líquido amniótico fétido pelo orifício cervical e, na ...
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Uma paciente de 30 anos de idade, G3P2, com 31 semanas de gestação, procura o pronto atendimento obstétrico referindo mal-estar, febre de 38,5 °C e diminuição de movimentação fetal. Ao ser perguntada, nega sintomas urinários e se lembra de que sentiu uma “água escorrendo pelas pernas” há dois dias, que havia cessado, mas que ocorreu hoje novamente. A paciente refere que não se preocupou no primeiro episódio, mas que hoje começou a sentir um “cheiro forte e fedorento” no líquido. Ela é tabagista e fez uso frequente de substâncias ilícitas na gestação. Nada mais é relevante na história clínica prévia. Ao exame, a paciente apresenta FC de 115 bpm, temperatura axilar de 40 °C e, ao exame especular, foi verificada a saída de líquido amniótico fétido pelo orifício cervical e, na ...
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
M.J.O.L., do sexo feminino, de 25 anos de idade, nuligesta, comparece a uma consulta ginecológica. Ao ser perguntada quanto ao motivo da consulta, a paciente refere que há tempo não se consulta e faz exames e que, ao conversar a respeito da própria menstruação com uma amiga, esta a orientou a ir ao ginecologista para ver se estava tudo bem. Referiu que teve a menarca aos 11 anos de idade, e a sexarca aos 18 anos de idade; que há dois anos tem parceiro fixo e que não usa método contraceptivo oral há 20 meses, pois utiliza preservativo eventualmente. Refere que tem ciclos irregulares, com a última menstruação há sete meses, e que apresenta queda de cabelo. Não apresenta antecedentes cirúrgicos. Tem história familiar de diabetes mellitus. Ao exame, apresenta 1,58 m de altura, ...
Banca:
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M.J.O.L., do sexo feminino, de 25 anos de idade, nuligesta, comparece a uma consulta ginecológica. Ao ser perguntada quanto ao motivo da consulta, a paciente refere que há tempo não se consulta e faz exames e que, ao conversar a respeito da própria menstruação com uma amiga, esta a orientou a ir ao ginecologista para ver se estava tudo bem. Referiu que teve a menarca aos 11 anos de idade, e a sexarca aos 18 anos de idade; que há dois anos tem parceiro fixo e que não usa método contraceptivo oral há 20 meses, pois utiliza preservativo eventualmente. Refere que tem ciclos irregulares, com a última menstruação há sete meses, e que apresenta queda de cabelo. Não apresenta antecedentes cirúrgicos. Tem história familiar de diabetes mellitus. Ao exame, apresenta 1,58 m de altura, ...
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M.J.O.L., do sexo feminino, de 25 anos de idade, nuligesta, comparece a uma consulta ginecológica. Ao ser perguntada quanto ao motivo da consulta, a paciente refere que há tempo não se consulta e faz exames e que, ao conversar a respeito da própria menstruação com uma amiga, esta a orientou a ir ao ginecologista para ver se estava tudo bem. Referiu que teve a menarca aos 11 anos de idade, e a sexarca aos 18 anos de idade; que há dois anos tem parceiro fixo e que não usa método contraceptivo oral há 20 meses, pois utiliza preservativo eventualmente. Refere que tem ciclos irregulares, com a última menstruação há sete meses, e que apresenta queda de cabelo. Não apresenta antecedentes cirúrgicos. Tem história familiar de diabetes mellitus. Ao exame, apresenta 1,58 m de altura, ...
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M.J.O.L., do sexo feminino, de 25 anos de idade, nuligesta, comparece a uma consulta ginecológica. Ao ser perguntada quanto ao motivo da consulta, a paciente refere que há tempo não se consulta e faz exames e que, ao conversar a respeito da própria menstruação com uma amiga, esta a orientou a ir ao ginecologista para ver se estava tudo bem. Referiu que teve a menarca aos 11 anos de idade, e a sexarca aos 18 anos de idade; que há dois anos tem parceiro fixo e que não usa método contraceptivo oral há 20 meses, pois utiliza preservativo eventualmente. Refere que tem ciclos irregulares, com a última menstruação há sete meses, e que apresenta queda de cabelo. Não apresenta antecedentes cirúrgicos. Tem história familiar de diabetes mellitus. Ao exame, apresenta 1,58 m de altura, ...
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M.J.O.L., do sexo feminino, de 25 anos de idade, nuligesta, comparece a uma consulta ginecológica. Ao ser perguntada quanto ao motivo da consulta, a paciente refere que há tempo não se consulta e faz exames e que, ao conversar a respeito da própria menstruação com uma amiga, esta a orientou a ir ao ginecologista para ver se estava tudo bem. Referiu que teve a menarca aos 11 anos de idade, e a sexarca aos 18 anos de idade; que há dois anos tem parceiro fixo e que não usa método contraceptivo oral há 20 meses, pois utiliza preservativo eventualmente. Refere que tem ciclos irregulares, com a última menstruação há sete meses, e que apresenta queda de cabelo. Não apresenta antecedentes cirúrgicos. Tem história familiar de diabetes mellitus. Ao exame, apresenta 1,58 m de altura, ...
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M.J.O.L., do sexo feminino, de 25 anos de idade, nuligesta, comparece a uma consulta ginecológica. Ao ser perguntada quanto ao motivo da consulta, a paciente refere que há tempo não se consulta e faz exames e que, ao conversar a respeito da própria menstruação com uma amiga, esta a orientou a ir ao ginecologista para ver se estava tudo bem. Referiu que teve a menarca aos 11 anos de idade, e a sexarca aos 18 anos de idade; que há dois anos tem parceiro fixo e que não usa método contraceptivo oral há 20 meses, pois utiliza preservativo eventualmente. Refere que tem ciclos irregulares, com a última menstruação há sete meses, e que apresenta queda de cabelo. Não apresenta antecedentes cirúrgicos. Tem história familiar de diabetes mellitus. Ao exame, apresenta 1,58 m de altura, ...
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M.J.O.L., do sexo feminino, de 25 anos de idade, nuligesta, comparece a uma consulta ginecológica. Ao ser perguntada quanto ao motivo da consulta, a paciente refere que há tempo não se consulta e faz exames e que, ao conversar a respeito da própria menstruação com uma amiga, esta a orientou a ir ao ginecologista para ver se estava tudo bem. Referiu que teve a menarca aos 11 anos de idade, e a sexarca aos 18 anos de idade; que há dois anos tem parceiro fixo e que não usa método contraceptivo oral há 20 meses, pois utiliza preservativo eventualmente. Refere que tem ciclos irregulares, com a última menstruação há sete meses, e que apresenta queda de cabelo. Não apresenta antecedentes cirúrgicos. Tem história familiar de diabetes mellitus. Ao exame, apresenta 1,58 m de altura, ...
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Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 45 anos de idade comparece a uma consulta ginecológica, pois sente fogachos e dificuldade para dormir e tem sudorese noturna. Na anamnese, revela ser G3P3, sendo o último parto há 10 anos, e ter tido o último ciclo menstrual há seis meses. Refere ter ficado viúva aos 40 anos de idade e iniciado um novo relacionamento há três meses, com atividade sexual frequente, raramente com uso de preservativo masculino e sem uso de outro método contraceptivo, tendo relatado ressecamento vaginal. Sem história de cirurgias prévias. Ao exame, obtêm-se PA = 118 mmHg x 82 mmHg, temperatura axilar de 36,5 °C, FC = 81 bpm e FR = 17 mrpm e percebe-se que a paciente não apresenta alterações na avaliação cardiovascular, pulmonar e abdominal. Não há alteração nas mamas e, no exame...
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 45 anos de idade comparece a uma consulta ginecológica, pois sente fogachos e dificuldade para dormir e tem sudorese noturna. Na anamnese, revela ser G3P3, sendo o último parto há 10 anos, e ter tido o último ciclo menstrual há seis meses. Refere ter ficado viúva aos 40 anos de idade e iniciado um novo relacionamento há três meses, com atividade sexual frequente, raramente com uso de preservativo masculino e sem uso de outro método contraceptivo, tendo relatado ressecamento vaginal. Sem história de cirurgias prévias. Ao exame, obtêm-se PA = 118 mmHg x 82 mmHg, temperatura axilar de 36,5 °C, FC = 81 bpm e FR = 17 mrpm e percebe-se que a paciente não apresenta alterações na avaliação cardiovascular, pulmonar e abdominal. Não há alteração nas mamas e, no exame...
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Uma paciente de 45 anos de idade comparece a uma consulta ginecológica, pois sente fogachos e dificuldade para dormir e tem sudorese noturna. Na anamnese, revela ser G3P3, sendo o último parto há 10 anos, e ter tido o último ciclo menstrual há seis meses. Refere ter ficado viúva aos 40 anos de idade e iniciado um novo relacionamento há três meses, com atividade sexual frequente, raramente com uso de preservativo masculino e sem uso de outro método contraceptivo, tendo relatado ressecamento vaginal. Sem história de cirurgias prévias. Ao exame, obtêm-se PA = 118 mmHg x 82 mmHg, temperatura axilar de 36,5 °C, FC = 81 bpm e FR = 17 mrpm e percebe-se que a paciente não apresenta alterações na avaliação cardiovascular, pulmonar e abdominal. Não há alteração nas mamas e, no exame...
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Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 45 anos de idade comparece a uma consulta ginecológica, pois sente fogachos e dificuldade para dormir e tem sudorese noturna. Na anamnese, revela ser G3P3, sendo o último parto há 10 anos, e ter tido o último ciclo menstrual há seis meses. Refere ter ficado viúva aos 40 anos de idade e iniciado um novo relacionamento há três meses, com atividade sexual frequente, raramente com uso de preservativo masculino e sem uso de outro método contraceptivo, tendo relatado ressecamento vaginal. Sem história de cirurgias prévias. Ao exame, obtêm-se PA = 118 mmHg x 82 mmHg, temperatura axilar de 36,5 °C, FC = 81 bpm e FR = 17 mrpm e percebe-se que a paciente não apresenta alterações na avaliação cardiovascular, pulmonar e abdominal. Não há alteração nas mamas e, no exame...
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 45 anos de idade comparece a uma consulta ginecológica, pois sente fogachos e dificuldade para dormir e tem sudorese noturna. Na anamnese, revela ser G3P3, sendo o último parto há 10 anos, e ter tido o último ciclo menstrual há seis meses. Refere ter ficado viúva aos 40 anos de idade e iniciado um novo relacionamento há três meses, com atividade sexual frequente, raramente com uso de preservativo masculino e sem uso de outro método contraceptivo, tendo relatado ressecamento vaginal. Sem história de cirurgias prévias. Ao exame, obtêm-se PA = 118 mmHg x 82 mmHg, temperatura axilar de 36,5 °C, FC = 81 bpm e FR = 17 mrpm e percebe-se que a paciente não apresenta alterações na avaliação cardiovascular, pulmonar e abdominal. Não há alteração nas mamas e, no exame...
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
F.M.S.B., de 42 anos de idade, G2P2, com menarca aos 10 anos de idade e sexarca aos 16 anos de idade, IMC = 38 kg/m², tabagista, vai a uma consulta e apresenta queixa de sangramento vaginal intenso e irregular há seis meses, além de dismenorreia, cansaço e dor durante a relação sexual. Refere não fazer uso de método contraceptivo hormonal e ter tido episódio de trombose venosa profunda na gestação, além de história familiar de miomatose uterina. São solicitados exames complementares laboratoriais e de imagem, e a paciente retorna para nova consulta.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Trata-se de um quadro claro de miomatose uterina, sem necessidade de investigação de outras ...
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
F.M.S.B., de 42 anos de idade, G2P2, com menarca aos 10 anos de idade e sexarca aos 16 anos de idade, IMC = 38 kg/m², tabagista, vai a uma consulta e apresenta queixa de sangramento vaginal intenso e irregular há seis meses, além de dismenorreia, cansaço e dor durante a relação sexual. Refere não fazer uso de método contraceptivo hormonal e ter tido episódio de trombose venosa profunda na gestação, além de história familiar de miomatose uterina. São solicitados exames complementares laboratoriais e de imagem, e a paciente retorna para nova consulta.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
De acordo com o quadro clínico apresentado, trata-se de leiomioma subseroso, que está relaci...
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Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
F.M.S.B., de 42 anos de idade, G2P2, com menarca aos 10 anos de idade e sexarca aos 16 anos de idade, IMC = 38 kg/m², tabagista, vai a uma consulta e apresenta queixa de sangramento vaginal intenso e irregular há seis meses, além de dismenorreia, cansaço e dor durante a relação sexual. Refere não fazer uso de método contraceptivo hormonal e ter tido episódio de trombose venosa profunda na gestação, além de história familiar de miomatose uterina. São solicitados exames complementares laboratoriais e de imagem, e a paciente retorna para nova consulta.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A tomografia computadorizada foi o exame solicitado, por se tratar de exame de imagem de pr...
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Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
F.M.S.B., de 42 anos de idade, G2P2, com menarca aos 10 anos de idade e sexarca aos 16 anos de idade, IMC = 38 kg/m², tabagista, vai a uma consulta e apresenta queixa de sangramento vaginal intenso e irregular há seis meses, além de dismenorreia, cansaço e dor durante a relação sexual. Refere não fazer uso de método contraceptivo hormonal e ter tido episódio de trombose venosa profunda na gestação, além de história familiar de miomatose uterina. São solicitados exames complementares laboratoriais e de imagem, e a paciente retorna para nova consulta.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os anticoncepcionais orais combinados estão indicados para o tratamento da patologia dessa p...
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente jovem, nulípara, chega a um pronto atendimento com dor abdominal, localizada principalmente na pelve e incluindo a FID, além de náuseas, febre, secreção vaginal purulenta, prurido vaginal e vulvar e dor à palpação abdominal. Refere uso de DIU.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se, na cultura de secreção vaginal, for constatada a presença de peptostreptococcus, que são bactérias gram negativas, o diagnóstico mais provável será de salpingite aguda, pois essas bactérias são causa frequente desse diagnóstico.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente jovem, nulípara, chega a um pronto atendimento com dor abdominal, localizada principalmente na pelve e incluindo a FID, além de náuseas, febre, secreção vaginal purulenta, prurido vaginal e vulvar e dor à palpação abdominal. Refere uso de DIU.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se a pesquisa para sífilis for positiva, deve-se investigar a possibilidade da presença de cancro endocervical, o que pode ser a causa da infecção apresentada pela paciente.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente jovem, nulípara, chega a um pronto atendimento com dor abdominal, localizada principalmente na pelve e incluindo a FID, além de náuseas, febre, secreção vaginal purulenta, prurido vaginal e vulvar e dor à palpação abdominal. Refere uso de DIU.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se realizar teste para gravidez, com a finalidade de descartar gravidez ectópica concomitante.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente jovem, nulípara, chega a um pronto atendimento com dor abdominal, localizada principalmente na pelve e incluindo a FID, além de náuseas, febre, secreção vaginal purulenta, prurido vaginal e vulvar e dor à palpação abdominal. Refere uso de DIU.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A presença de cândida no exame de secreção vaginal pode ser a causa de salpingite aguda.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente jovem, nulípara, chega a um pronto atendimento com dor abdominal, localizada principalmente na pelve e incluindo a FID, além de náuseas, febre, secreção vaginal purulenta, prurido vaginal e vulvar e dor à palpação abdominal. Refere uso de DIU.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A tomografia computadorizada é um exame útil para descartar apendicite aguda.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente jovem, nulípara, chega a um pronto atendimento com dor abdominal, localizada principalmente na pelve e incluindo a FID, além de náuseas, febre, secreção vaginal purulenta, prurido vaginal e vulvar e dor à palpação abdominal. Refere uso de DIU.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se a paciente passar por laparoscopia e forem encontrados grânulos sulfúricos nas fímbrias das trompas, pode-se considerar tal achado indicativo de infecção por Chlamydia.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 30 anos de idade, gesta 2P1, está com 39 semanas e 4 dias de gestação, tem contrações a cada 2 min a 3 min, firmes à palpação, que duram entre 40 s a 60 s, além de BCF em torno de 148 bpm RR. Apresenta sangramento escuro com muco, colo apagado, com 5 cm para 6 cm de dilatação. A cardiotocografia revela desaceleração “em espelho”, que evolui em torno de 1,5 cm por hora de dilatação do colo uterino.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O sangramento escuro com muco indica descolamento da placenta.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 30 anos de idade, gesta 2P1, está com 39 semanas e 4 dias de gestação, tem contrações a cada 2 min a 3 min, firmes à palpação, que duram entre 40 s a 60 s, além de BCF em torno de 148 bpm RR. Apresenta sangramento escuro com muco, colo apagado, com 5 cm para 6 cm de dilatação. A cardiotocografia revela desaceleração “em espelho”, que evolui em torno de 1,5 cm por hora de dilatação do colo uterino.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Segundo a cardiotocografia, o feto encontra-se em sofrimento, razão pela qual é indicada a cesariana.
Banca:
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Uma paciente de 30 anos de idade, gesta 2P1, está com 39 semanas e 4 dias de gestação, tem contrações a cada 2 min a 3 min, firmes à palpação, que duram entre 40 s a 60 s, além de BCF em torno de 148 bpm RR. Apresenta sangramento escuro com muco, colo apagado, com 5 cm para 6 cm de dilatação. A cardiotocografia revela desaceleração “em espelho”, que evolui em torno de 1,5 cm por hora de dilatação do colo uterino.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
De acordo com a velocidade de dilatação do colo uterino, é necessário o uso de ocitocina.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 60 anos de idade vai a uma consulta, para a revisão anual de rotina, sem queixas ou anormalidades aparentes. Ao exame físico, apresenta nodularidade com cerca de 1,5 cm na mama esquerda, indolor e móvel, sem retração do mamilo ou cavitação da pele. Não possui histórico familiar de câncer de mama. A mamografia e a ecografia solicitadas não revelam alterações.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se solicitar biópsia central de fragmento por agulha (core-biopsy), uma vez que se palpa o nódulo, mas os exames de imagem não apresentam alterações.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 60 anos de idade vai a uma consulta, para a revisão anual de rotina, sem queixas ou anormalidades aparentes. Ao exame físico, apresenta nodularidade com cerca de 1,5 cm na mama esquerda, indolor e móvel, sem retração do mamilo ou cavitação da pele. Não possui histórico familiar de câncer de mama. A mamografia e a ecografia solicitadas não revelam alterações.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A biópsia de aspiração por agulha fina pode ser realizada, mas não é tão precisa, por não diferenciar o carcinoma ductal in situ e o invasor, em razão do tipo de material que obtém para análise.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 60 anos de idade vai a uma consulta, para a revisão anual de rotina, sem queixas ou anormalidades aparentes. Ao exame físico, apresenta nodularidade com cerca de 1,5 cm na mama esquerda, indolor e móvel, sem retração do mamilo ou cavitação da pele. Não possui histórico familiar de câncer de mama. A mamografia e a ecografia solicitadas não revelam alterações.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A conduta adotada deve ser expectante, devendo ser solicitado à paciente que retorne em um ano, para a revisão, uma vez que os exames de imagem solicitados (mamografia e ultrassonografia) não evidenciaram alterações.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 60 anos de idade vai a uma consulta, para a revisão anual de rotina, sem queixas ou anormalidades aparentes. Ao exame físico, apresenta nodularidade com cerca de 1,5 cm na mama esquerda, indolor e móvel, sem retração do mamilo ou cavitação da pele. Não possui histórico familiar de câncer de mama. A mamografia e a ecografia solicitadas não revelam alterações.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
É contraindicada a exérese do nódulo para avaliação de possível malignidade, uma vez que se trata de conduta excessivamente invasiva.
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Durante a esteroidogênese, o número de carbonos da molécula esteroide pode diminuir, nunca aumentar. Envolve uma complexa associação de reações químicas.
Das alternativas abaixo, qual representa a quebra da cadeia lateral do carbono, iniciando a esteroidogênese?
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Durante o ciclo menstrual, todo o endométrio se prepara para receber o óvulo fecundado; caso este não ocorra, alguns fenômenos orientarão a descamação endometrial para o preparo de um novo ciclo. Qual das alternativas abaixo descreve um desses fenômenos?
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Paciente procura consultório ginecológico com queixa de “bola” na vagina, há seis meses. Durante o exame, foi realizado o POP-Q que demonstrou o seguinte cenário:
De acordo com o estadiamento do POP-Q, qual o diagnóstico dessa paciente?
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Mulher de 75 anos, com queixas de sangramento genital há três meses, de pouco intensidade e de coloração escurecida. Relata ter tido quatro episódios nesse período. Traz consigo uma avaliação ecográfica revelando eco endometrial de 0,2 cm.
De acordo com o cenário acima, assinale a alternativa que associa o provável diagnóstico com a melhor conduta.
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Mulher com 60 anos se apresenta no consultório de ginecologia, com mama crescida e assimetria importante (MD>ME). Durante o exame, foi evidenciada uma lesão de pele ulcerada em mama direita. Apresenta sinais de dilatação venosa importante no local da mama comprometida. Foi realizada uma biópsia que revelou comprometimento de tecido epitelial e conjuntivo, além de projeções em forma de folhas no interior das cavidades císticas.
O quadro acima destaca o seguinte tipo de tumor mamário:
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Casal de 35 anos de idade (ambos) deseja gestar há um ano sem sucesso e sem métodos contraceptivos. A mulher teve um aborto aos 25 anos. Exame físico geral sem anormalidades.
Assinale a alternativa que define melhor a situação desse casal.
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Paciente 40 anos, G4 P4, com queixas de dor durante a menstruação e aumento significativo dos dias e do volume de sangramento no período menstrual. O exame revelou um útero com aumento de volume difuso e global, com consistência amolecida e útero doloroso à mobilização.
De acordo com o quadro acima, qual alternativa revela a melhor hipótese diagnóstica e a propedêutica para confirmação diagnóstica?
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Mulher de 25 anos com queixas de ardência em região genital há 10 dias. O exame ginecológico revelou lesões vulvares com características pleomórficas, ora vesículas, ora úlceras, com hiperemia intensa, no entanto, sem secreções.
No cenário acima, qual o diagnóstico mais provável?
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Mulher, 25 anos, G2 P1 A1, com queixa de dor pélvica há uma semana. Ao ser examinada, apresentou dor à palpação do hipogástrico, dor à mobilização do colo e do exame na região anexial. Ainda apresentou corrimento muco purulento, fluindo da cérvice uterina. Traz consigo exame ecográfico que revela abscesso anexial bilateral. De acordo com o quadro acima, assinale a alternativa que indica a melhor classificação e conduta.
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Mulher sem companheiro, desempregada, 42 anos, mãe de quatro filhos, portadora de câncer de mama Estágio II descobre após início de quimioterapia que está na oitava semana de gravidez e solicita a interrupção da gravidez. Sobre esse caso, assinale a alternativa CORRETA.
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Gestante no curso da 37ª semana refere perda de líquido pela vagina, em grande quantidade, há 2 horas. Nega febre e dores no baixo ventre. Saída de líquido claro pelo orifício cervical é visualizada através do exame especular. Ultrassonografia, realizada imediatamente após o internamento, revela feto com peso estimado de 2500g, apresentação cefálica e oligoidrâmnio intermediário. Feto ativo e reativo ao exame cardiotocográfico. Sobre esse caso, assinale a conduta mais adequada.
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Paciente no décimo dia de pós-cesárea, com diagnóstico inicial de endometrite e tratamento com antibiótico há seis dias. Apesar da melhoria do quadro clínico, a febre persiste. Além da clínica, os exames laboratoriais e de imagem não trazem grandes informações.
Banca:
Universidade de Pernambuco (UPE / UPENET / IAUPE)
Terceiro dia pós-cesariana, a puérpera apresenta febre de 38°C, loquiação fisiológica, abdome flácido, ruídos hidroaéreos presentes, membros inferiores sem alterações, leucograma 10.000mm3, ferida operatória com bom aspecto e mamas ingurgitadas.
Considere uma gestante de 16 anos de idade, primigesta, que apresenta, durante a primeira consulta de pré-natal, o seguinte resultado do ultrassom obstétrico.
Laudo de ultrassom obstétrico: gestação eutópica simples com 19 semanas e seis dias de duração. Volume de líquido amniótico normal. Placenta fúndica. Batimentos cardíacos fetais visibilizados. Agenesia dos ossos da calota craniana e hipotrofia acentuada dos hemisférios cerebrais: anencefalia. Ao ser questionada sobre o uso de drogas e medicamentos na gravidez, ela informa que usa anticonvulsivante desde os 12 anos de idade. A gravidez não foi planejada, a gestante vive com sua família, e não sabe informar casos parecidos em parentes.
Em relação à causa da malformação fetal, pode-se afirmar:
Além das questões sobre sua saúde, a gestante precisa ser orientada pelo médico sobre seus direitos sexuais, sociais e trabalhistas. A garantia de tais direitos implica em que a gestante e sua família sejam abordadas de forma acolhedora, singular e integral.
Em relação à presença de acompanhante durante a assistência obstétrica, pode-se afirmar que:
A síndrome HELLP eleva o risco de mortalidade materna e perinatal, além de se associar a outras complicações clínicas graves. Por esse motivo, todas as gestações com pré-eclâmpsia grave precisam ser avaliadas quanto à sua ocorrência, em concomitância ao quadro hipertensivo.
Zero Mortes Maternas por Hemorragia é um projeto interdepartamental da Organização Pan-americana de Saúde / Organização Mundial de Saúde, que tem como principal objetivo contribuir para a redução da morbidade e mortalidade materna. As hemorragias persistem entre os principais determinantes da morte associada à gravidez no Brasil e precisam ser adequadamente diagnosticadas e abordadas pelo médico. Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I associando os tipos de sangramento gestacional e a alteração na ecografia obstétrica correspondente apresentada.
COLUNA I
1. Gravidez ectópica
2. Descolamento prematuro da placenta
3. Placenta prévia
4. Mola hidatiforme
COLUNA II
( ) Cistos placentários anecogênicos e cistos tecaluteínicos
O partograma é é um instrumento de registo gráfico de todas as observações feitas à à mulher em trabalho de parto, cujo principal destaque é é o registo da dilatação do colo do útero, avaliada durante o exame vaginal. O registro adequado das informações e a análise gráfica fundamentam a tomada de decisão a respeito da condução do processo da parturição.
A atonia uterina no pós-parto se manifesta quando há ineficácia na manutenção da contração do miométrio. Esse quadro puerperal, quando não abordado prontamente, pode resultar em hemorragia, choque hipovolêmico e seus desdobramentos, que comprometem a vida da mulher. O médico deve estar vigilante quanto aos fatores de risco para sua ocorrência.
Alguns agentes infecciosos são capazes de comprometer o embrião ou feto durante a gravidez. Para tais situações, quando confirmada infecção materna, está indicada propedêutica fetal e neonatal pelo risco de transmissão vertical. Entre os sinais de doença fetal detectáveis ao nascer, a microcefalia tem chamado atenção recentemente.
O agente infeccioso que não se associa caracteristicamente à microcefalia é:
O conhecimento sobre a fisiologia do trabalho de parto fundamenta o manejo do processo de nascimento. Mesmo na variedade de apresentação cefálica, a identificação da variedade de posição da cabeça fetal, impulsionada pelo canal de parto e assumida em consequência à sua rotação interna, é relevante para o diagnóstico de distocias no período expulsivo.
A figura a seguir representa um feto no útero materno, no período expulsivo.
Um profissional de saúde, ao realizar a palpação obstétrica desta mulher e o toque vaginal, irá encontrar feto em apresentação cefálica, variedade de posição:
Considere que uma mulher de 38 anos de idade, grávida pela terceira vez, compareceu à maternidade com queixa de cefaleia frontal, conforme orientado pelo profissional do pré-natal. É portadora de hipertensão arterial crônica e faz uso de alfa-metildopa, 2,0 g ao dia. A gestação está com 34 semanas, calculadas a partir de ultrassom realizado na 8a semana de gravidez. Ao realizar exames complementares naquele dia, já internada, o ultrassom revela gestação compatível com 32 semanas gestacionais, peso fetal estimado abaixo do percentil 5 para 34 semanas de gestação. O perfil biofísico fetal é 8 em 10 pontos, pois há oligodrâmnio. A cardiotocografia basal mostrou padrão reativo (tranquilizador).
No Brasil e no mundo, a violência contra mulheres se constitui em sério problema de saúde pública e uma das principais causas de morbidade e mortalidade feminina. A atenção às mulheres em situação de violência sexual deve assegurar medidas de prevenção, emergência, acompanhamento, reabilitação, tratamento de eventuais agravos. Envolve abordagem de impactos resultantes da violência sobre a saúde física e psicológica, além do abortamento legal se for solicitado pela mulher ou adolescente, de acordo com a legislação vigente.
Em caso de gravidez resultante de estupro e quanto ao papel do médico, assinale a afirmativa CORRETA.
Considere que uma jovem de 19 anos de idade compareça a uma consulta médica em uma unidade básica de saúde, motivada pelo aparecimento recente de verrugas na vulva. Ao ser examinada, confirma-se clinicamente a suspeita de condiloma acuminado na região dos pequenos lábios.
Em relação ao potencial oncogênico do vírus envolvido nesse tipo de lesão, pode-se afirmar:
A segurança de um método contraceptivo se relaciona ao seu potencial de causar riscos à saúde de quem o utiliza. Ela é avaliada pelos efeitos indesejáveis e complicações que o método pode provocar. Quanto maior a segurança do método, menor será a probabilidade de trazer qualquer tipo de problema à saúde da mulher que o utiliza.
Ordene os métodos contraceptivos listados a seguir, segundo sua segurança em uso típico, para uma mulher portadora de diabete e hipertensão arterial sistêmica, iniciando pelo menos seguro e progredindo para o mais seguro.
A doença inflamatória pélvica é uma das infecções mais graves em mulheres. Além dos riscos imediatos, pode levar a sequelas a longo prazo, na dependência da prontidão do diagnóstico e do tratamento adequado.
É complicação associada à doença inflamatória pélvica, EXCETO:
O sucesso do aleitamento materno depende de inúmeros fatores. Em parte, está associado à motivação e autoconfiança da mulher, ao contexto cultural, psicossocial e familiar, mas também se associa à abordagem adequada do profissional de saúde que a assiste.
É medida inadequada para promoção da amamentação saudável:
A ausência de menstruação, descartando-se gravidez, é um sintoma que possui múltiplas origens possíveis. Constitui-se num motivo frequente de preocupação e ansiedade entre as mulheres.
É causa de amenorreia secundária, em uma mulher aos 45 anos de idade, EXCETO:
Estima-se que 12% a 20% das mulheres brasileiras entre 25 e 64 anos de idade nunca realizaram o exame citopatológico, a principal estratégia de rastreamento do câncer de colo do útero. Vários são os motivos para cobertura inadequada, entre eles o desconhecimento da população-alvo que se beneficiará do exame.
A esse respeito, segundo recomendação do Programa Nacional de Prevenção do Colo Uterino do Ministério da Saúde, não está indicada realização de colpocitologia oncótica em mulheres:
Pela sua importância clínica e impacto na qualidade de vida da mulher, a incontinência urinária tem sido melhor estudada e abordada por terminologia especifica. A padronização tem a finalidade de unificar a linguagem, facilitar a associação à fisiopatologia da perda urinária e a utilização de protocolos clínicos com recomendações baseadas em evidências cientificas.
Considere uma mulher com 48 anos de idade, com queixa de perda urinária, que tem piorado progressivamente nos últimos anos, desencadeada por tosse e atividade física.
A nomenclatura mais adequada para essa situação clínica será:
Os sintomas dolorosos e outras complicações decorrentes da endometriose podem ser controlados com tratamento clínico ou cirúrgico. No entanto, ainda existe controvérsia quanto à indicação das intervenções cirúrgicas na abordagem da endometriose e até mesmo da técnica a ser utilizada, uma vez que as taxas de complicações podem ser elevadas.
A esse respeito, pode-se afirmar que não se constitui técnica indicada no tratamento cirúrgico da endometriose:
Considere uma gestante admitida em trabalho de parto. Bolsa rota no ato; líquido amniótico claro. Nasceu, via vaginal, um recém-nascido a termo, respirando e com tônus muscular em flexão.
São procedimentos preconizados para a assistência ao recém-nascido do caso clínico, EXCETO:
Banca:
Assessoria em Organização de Concursos Públicos (AOCP)
Em amamentação, puérpera apresentou blues pós-parto. Não fazia uso de medicação anteriormente. A terapia mais adequada para o caso, entre as opções a seguir, é
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 32 anos de idade, G2P2, vai ao ginecologista, pois gostaria de colocar o DIU de levonorgestrel, já que várias amigas dela usam e gostam bastante. Faz uso de anticoncepcional combinado oral para melhorar a pele e relata ter síndrome dos ovários policísticos. Nega uso de medicações, doenças crônicas e tabagismo. A última revisão ginecológica faz 3 anos, ocasião em que coletou citopatológico de colo uterino.
Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Antes da inserção do DIU, deve-se ter um rastreamento negativo atual para câncer de colo uterino.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 32 anos de idade, G2P2, vai ao ginecologista, pois gostaria de colocar o DIU de levonorgestrel, já que várias amigas dela usam e gostam bastante. Faz uso de anticoncepcional combinado oral para melhorar a pele e relata ter síndrome dos ovários policísticos. Nega uso de medicações, doenças crônicas e tabagismo. A última revisão ginecológica faz 3 anos, ocasião em que coletou citopatológico de colo uterino.
Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
O DIU pode ser inserido em qualquer fase do ciclo menstrual, desde que se tenha certeza de que a paciente não está grávida.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 32 anos de idade, G2P2, vai ao ginecologista, pois gostaria de colocar o DIU de levonorgestrel, já que várias amigas dela usam e gostam bastante. Faz uso de anticoncepcional combinado oral para melhorar a pele e relata ter síndrome dos ovários policísticos. Nega uso de medicações, doenças crônicas e tabagismo. A última revisão ginecológica faz 3 anos, ocasião em que coletou citopatológico de colo uterino.
Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
O surgimento de cistos ovarianos disfuncionais é comum em usuárias de DIU de levonorgestrel.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 32 anos de idade, G2P2, vai ao ginecologista, pois gostaria de colocar o DIU de levonorgestrel, já que várias amigas dela usam e gostam bastante. Faz uso de anticoncepcional combinado oral para melhorar a pele e relata ter síndrome dos ovários policísticos. Nega uso de medicações, doenças crônicas e tabagismo. A última revisão ginecológica faz 3 anos, ocasião em que coletou citopatológico de colo uterino.
Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A validade do DIU medicado com hormônio é de 5 anos.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 32 anos de idade, G2P2, vai ao ginecologista, pois gostaria de colocar o DIU de levonorgestrel, já que várias amigas dela usam e gostam bastante. Faz uso de anticoncepcional combinado oral para melhorar a pele e relata ter síndrome dos ovários policísticos. Nega uso de medicações, doenças crônicas e tabagismo. A última revisão ginecológica faz 3 anos, ocasião em que coletou citopatológico de colo uterino.
Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Ao trocar o anticoncepcional combinado oral pelo DIU medicado, essa paciente provavelmente terá uma piora da pele, pois o levonorgestrel é um progestogênio androgênico.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Paciente de 55 anos de idade, com menopausa aos 50 anos, apresentou dois episódios de sangramento uterino há 1 mês. Não faz uso de terapia hormonal. É obesa, sem outras comorbidades.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A provável causa do sangramento é atrofia endometrial, dispensando investigação.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Paciente de 55 anos de idade, com menopausa aos 50 anos, apresentou dois episódios de sangramento uterino há 1 mês. Não faz uso de terapia hormonal. É obesa, sem outras comorbidades.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Ultrassonografia transvaginal deve ser realizada para investigar possível patologia endometrial.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Paciente de 55 anos de idade, com menopausa aos 50 anos, apresentou dois episódios de sangramento uterino há 1 mês. Não faz uso de terapia hormonal. É obesa, sem outras comorbidades.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A paciente não apresenta fator de risco para patologia endometrial, dispensando investigação.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Paciente de 55 anos de idade, com menopausa aos 50 anos, apresentou dois episódios de sangramento uterino há 1 mês. Não faz uso de terapia hormonal. É obesa, sem outras comorbidades.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Estradiol deve ser prescrito, pois a provável causa do sangramento é atrofia endometrial.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 51 anos de idade apresenta fogachos intensos, insônia, diminuição da libido e ciclos oligomenorreicos há 10 meses e procura atendimento. A última menstruação dela foi há 90 dias. Nega comorbidades e uso de medicações. Apresenta exame clínico e ginecológico normais. A respeito desse caso hipotético, julgue os itens a seguir. A paciente encontra-se na perimenopausa.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 51 anos de idade apresenta fogachos intensos, insônia, diminuição da libido e ciclos oligomenorreicos há 10 meses e procura atendimento. A última menstruação dela foi há 90 dias. Nega comorbidades e uso de medicações. Apresenta exame clínico e ginecológico normais. A respeito desse caso hipotético, julgue os itens a seguir. O diagnóstico climatérico é clínico e deve ser baseado em dosagens séricas de FSH e estradiol.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 51 anos de idade apresenta fogachos intensos, insônia, diminuição da libido e ciclos oligomenorreicos há 10 meses e procura atendimento. A última menstruação dela foi há 90 dias. Nega comorbidades e uso de medicações. Apresenta exame clínico e ginecológico normais. A respeito desse caso hipotético, julgue os itens a seguir. O hipoestrogenismo é o principal responsável pelos sintomas climatéricos.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 51 anos de idade apresenta fogachos intensos, insônia, diminuição da libido e ciclos oligomenorreicos há 10 meses e procura atendimento. A última menstruação dela foi há 90 dias. Nega comorbidades e uso de medicações. Apresenta exame clínico e ginecológico normais. A respeito desse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Os ciclos anovulatórios são a principal causa da irregularidade menstrual nessa fase de vida.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 51 anos de idade apresenta fogachos intensos, insônia, diminuição da libido e ciclos oligomenorreicos há 10 meses e procura atendimento. A última menstruação dela foi há 90 dias. Nega comorbidades e uso de medicações. Apresenta exame clínico e ginecológico normais. A respeito desse caso hipotético, julgue os itens a seguir. A paciente apresenta indicação de terapia hormonal, que poderá ser combinada (estroprogestativa) ou com tibolona.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 51 anos de idade apresenta fogachos intensos, insônia, diminuição da libido e ciclos oligomenorreicos há 10 meses e procura atendimento. A última menstruação dela foi há 90 dias. Nega comorbidades e uso de medicações. Apresenta exame clínico e ginecológico normais. A respeito desse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Antes da prescrição de terapia hormonal, deve-se avaliar endométrio, função hepática e renal, e ter rastreamento negativo atual para câncer de mama.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 51 anos de idade apresenta fogachos intensos, insônia, diminuição da libido e ciclos oligomenorreicos há 10 meses e procura atendimento. A última menstruação dela foi há 90 dias. Nega comorbidades e uso de medicações. Apresenta exame clínico e ginecológico normais. A respeito desse caso hipotético, julgue os itens a seguir. No controle dos fogachos, a venlafaxina é superior ao estradiol.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 34 anos de idade comparece ao médico, levando resultado do exame citopatológico (CP) de colo uterino, coletado há 1 mês, evidenciando lesão intraepitelial de alto grau. Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir. O diagnóstico definitivo já está estabelecido e é de carcinoma in situ do colo uterino.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Mulher de 34 anos de idade comparece ao médico, levando resultado do exame citopatológico (CP) de colo uterino, coletado há 1 mês, evidenciando lesão intraepitelial de alto grau. Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir. Colposcopia com biópsia dirigida deve ser realizada.
Banca:
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Mulher de 34 anos de idade comparece ao médico, levando resultado do exame citopatológico (CP) de colo uterino, coletado há 1 mês, evidenciando lesão intraepitelial de alto grau. Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir. O tratamento consiste em histerectomia total.
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Paciente, 40 anos de idade, nuligesta, com ciclos menstruais regulares, deseja engravidar. Comparece à consulta para aconselhamento acerca das dificuldades e dos riscos gestacionais relacionados à idade materna. Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Há uma menor taxa de concepção nessa faixa etária em razão da redução da reserva ovariana.
Banca:
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Paciente, 40 anos de idade, nuligesta, com ciclos menstruais regulares, deseja engravidar. Comparece à consulta para aconselhamento acerca das dificuldades e dos riscos gestacionais relacionados à idade materna. Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Há maior risco de abortamento espontâneo em função da menor qualidade oocitária.
Banca:
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Paciente, 40 anos de idade, nuligesta, com ciclos menstruais regulares, deseja engravidar. Comparece à consulta para aconselhamento acerca das dificuldades e dos riscos gestacionais relacionados à idade materna. Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Há um risco maior de doenças cromossômicas fetais, como, por exemplo, a trissomia do 21.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Paciente, 40 anos de idade, nuligesta, com ciclos menstruais regulares, deseja engravidar. Comparece à consulta para aconselhamento acerca das dificuldades e dos riscos gestacionais relacionados à idade materna. Com base nesse caso hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Enquanto a paciente estiver menstruando regularmente, há boas chances de gravidez.
Banca:
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Paciente, 55 anos de idade, G3P3, com menopausa aos 50 anos, sem uso de terapia hormonal, refere sensação de bola na vagina, sem outras queixas associadas. Ao exame, evidencia-se prolapso uterino de 3ª grau. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Partos vaginais, tosse crônica e obesidade são fatores envolvidos no desenvolvimento desse quadro clínico.
Banca:
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Paciente, 55 anos de idade, G3P3, com menopausa aos 50 anos, sem uso de terapia hormonal, refere sensação de bola na vagina, sem outras queixas associadas. Ao exame, evidencia-se prolapso uterino de 3ª grau. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. O tratamento padrão é cirúrgico, por via vaginal.
Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Paciente, 55 anos de idade, G3P3, com menopausa aos 50 anos, sem uso de terapia hormonal, refere sensação de bola na vagina, sem outras queixas associadas. Ao exame, evidencia-se prolapso uterino de 3ª grau. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Esses casos podem apresentar associação com sintomas urinários, especialmente incontinência urinária de esforço por hipermobilidade uretral.
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Paciente no 30o dia pós-parto vaginal comparece à respectiva consulta de revisão. Está amamentando exclusivamente, sem queixas. Não faz uso de medicações e deseja manter a amamentação por, pelo menos, 1 ano. Com base nessa situação hipotética, e considerando os conhecimentos médicos a ela relacionados, julgue os itens a seguir. Nessa consulta, deve-se orientar quanto à contracepção. Se o desejo for por um método hormonal, ele deverá ser inserido, preferencialmente, 45 dias pós-parto.
Banca:
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Paciente no 30o dia pós-parto vaginal comparece à respectiva consulta de revisão. Está amamentando exclusivamente, sem queixas. Não faz uso de medicações e deseja manter a amamentação por, pelo menos, 1 ano. Com base nessa situação hipotética, e considerando os conhecimentos médicos a ela relacionados, julgue os itens a seguir. DIU de cobre e métodos hormonais com progestogênio isolado são as opções mais indicadas durante a amamentação.
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Paciente no 30o dia pós-parto vaginal comparece à respectiva consulta de revisão. Está amamentando exclusivamente, sem queixas. Não faz uso de medicações e deseja manter a amamentação por, pelo menos, 1 ano. Com base nessa situação hipotética, e considerando os conhecimentos médicos a ela relacionados, julgue os itens a seguir. Com amamentação exclusiva e na ausência de uso de métodos hormonais, a tendência é a paciente ficar em amenorreia pelos altos níveis de prolactina causados pelo estímulo da sucção mamária.
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Paciente no 30o dia pós-parto vaginal comparece à respectiva consulta de revisão. Está amamentando exclusivamente, sem queixas. Não faz uso de medicações e deseja manter a amamentação por, pelo menos, 1 ano. Com base nessa situação hipotética, e considerando os conhecimentos médicos a ela relacionados, julgue os itens a seguir. O uso do anovulatório com 75 μg de desogestrel pode ser indicado durante o período de lactação e poderá ser continuado com a suspensão da amamentação, sem prejuízo na eficácia contraceptiva.