Menina, 14 anos de idade, vinha apresentando perda de peso, elevação de transaminases, fadiga e emagrecimento. Foram solicitados exames laboratoriais que evidenciaram aumento das transaminases, 1,5 vezes acima da normalidade; bilirrubinas normais; e fosfatase alcalina normal. A paciente não tinha histórico de etilismo ou de tabagismo. Foram solicitados, em nova consulta, exames complementares de sangue que evidenciaram presença de títulos anti LKM-1. Foi solicitada medição do antimitocôndria, que resultou negativo. A sorologia para todas as hepatites virais foi negativa.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Os anticorpos anti LKM-1 associados à hepatite C são mais homogêneos quando comparados aos antic...Menina, 14 anos de idade, vinha apresentando perda de peso, elevação de transaminases, fadiga e emagrecimento. Foram solicitados exames laboratoriais que evidenciaram aumento das transaminases, 1,5 vezes acima da normalidade; bilirrubinas normais; e fosfatase alcalina normal. A paciente não tinha histórico de etilismo ou de tabagismo. Foram solicitados, em nova consulta, exames complementares de sangue que evidenciaram presença de títulos anti LKM-1. Foi solicitada medição do antimitocôndria, que resultou negativo. A sorologia para todas as hepatites virais foi negativa.
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Essa HAI responde menos ao tratamento com corticoide quando comparada à HAI tipo I.Paciente, 50 anos de idade, agricultor, previamente hígido, foi ao ambulatório por apresentar diarreia havia 30 dias. Negou histórico de febre, náuseas e vômitos e viagens recentes. Negou etilismo e tabagismo. Relatou pelo menos cinco episódios por dia em que apresenta queixas compatíveis com esteatorreia. Referiu que usava água de poço artesiano. O médico, então, caracterizou o quadro como síndrome disabsortiva.
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A giardíase apresenta-se com esteatorreia, e, na maioria dos casos, o hemograma indica eosinofilia importante.Paciente, 50 anos de idade, agricultor, previamente hígido, foi ao ambulatório por apresentar diarreia havia 30 dias. Negou histórico de febre, náuseas e vômitos e viagens recentes. Negou etilismo e tabagismo. Relatou pelo menos cinco episódios por dia em que apresenta queixas compatíveis com esteatorreia. Referiu que usava água de poço artesiano. O médico, então, caracterizou o quadro como síndrome disabsortiva.
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O padrão ouro de esteatorrea ainda é a medida de gordura fecal.Paciente, 50 anos de idade, agricultor, previamente hígido, foi ao ambulatório por apresentar diarreia havia 30 dias. Negou histórico de febre, náuseas e vômitos e viagens recentes. Negou etilismo e tabagismo. Relatou pelo menos cinco episódios por dia em que apresenta queixas compatíveis com esteatorreia. Referiu que usava água de poço artesiano. O médico, então, caracterizou o quadro como síndrome disabsortiva.
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O teste da D-xilose avalia, principalmente, a capacidade de absorção da porção distal do intestino delgado.Paciente, 50 anos de idade, agricultor, previamente hígido, foi ao ambulatório por apresentar diarreia havia 30 dias. Negou histórico de febre, náuseas e vômitos e viagens recentes. Negou etilismo e tabagismo. Relatou pelo menos cinco episódios por dia em que apresenta queixas compatíveis com esteatorreia. Referiu que usava água de poço artesiano. O médico, então, caracterizou o quadro como síndrome disabsortiva.
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Caso a vitamina D esteja baixa, podem-se esperar tetanismo e parestesias.Paciente, 50 anos de idade, agricultor, previamente hígido, foi ao ambulatório por apresentar diarreia havia 30 dias. Negou histórico de febre, náuseas e vômitos e viagens recentes. Negou etilismo e tabagismo. Relatou pelo menos cinco episódios por dia em que apresenta queixas compatíveis com esteatorreia. Referiu que usava água de poço artesiano. O médico, então, caracterizou o quadro como síndrome disabsortiva.
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Caso a causa de má absorção seja referente a carboidratos, haverá diminuição de hidrogênio exalado no teste respiratório.