Medicina
Doenças do Colágeno
Lúpus Eritematoso Disseminado (LED)
Ano:
2025
Banca:
AMAUC
O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune multissistêmica caracterizada por produção de autoanticorpos e manifestações clínicas variadas, como artralgia e nefrite lúpica. Considerando o LES, analise as afirmativas a seguir:
I.O lúpus eritematoso sistêmico pode apresentar manifestações renais, como a nefrite lúpica, que frequentemente requer tratamento com imunossupressores. II.O fenômeno de Raynaud é uma manifestação do LES, caracterizado por episódios de isquemia digital induzidos por frio ou estresse. III.O diagnóstico de LES depende exclusivamente da presença de anticorpos antinucleares (ANA) positivos, independentemente de critérios clínicos.
Medicina
Doenças do Colágeno
Lúpus Eritematoso Disseminado (LED)
Ano:
2025
Banca:
Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Paciente sexo feminino, 37 anos, possui diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico desde 2018 com envolvimento musculoesquelético, hematológico e cutâneo. Nos exames laboratoriais da última consulta, apresenta sedimento urinário com proteinúria +++, cilindros granulosos e relação proteína/creatinina de 1,5, com proteinúria de 24 horas = 1,8. Indicada biópsia renal cujo laudo anatomopatológico é: proliferação de células mesangiais e endoteliais em mais de 50% dos glomérulos, com espessamento de alças capilares e áreas de necrose fibrinoide com crescentes epiteliais focais. Imunofluorescência: imunoglobulinas IgG, IgA e IgM e de complementos C3 e C1q de distribuição global e difusa nos glomérulos. Sobre o tratamento de indução de primeira escolha indicado para o acometimento r...
Medicina
Doenças do Colágeno
Lúpus Eritematoso Disseminado (LED)
Ano:
2025
Banca:
CPCON
M. A. S., 16 anos, sexo feminino, portadora de Lúpus eritematoso sistêmico (LES) e nefrite lúpica, com diagnóstico há um ano, faz uso regular de hidroxicloroquina 400 mg/dia e prednisona em dose 2 mg kg/dia há 3 meses, fazendo acompanhamento clínico na Unidade Básica de Saúde e com reumatologista, que está programando o desmame da prednisona considerando os possíveis efeitos adversos causados pelo corticosteroide. É um efeito fisiopatológico comum decorrente do uso prolongado ou excessivo de corticosteroides:
Uma mulher de 42 anos, com diagnóstico de artrite reumatoide há 10 anos, procura atendimento por dor torácica ventilatório-dependente e dispneia leve aos esforços nas últimas duas semanas. Ela nega artralgias recentes, rigidez matinal ou outros sintomas articulares sugestivos de atividade da doença. No exame físico, há atrito pericárdico, sem sinais de insuficiência cardíaca. O ecocardiograma revela derrame pericárdico moderado, sem sinais de tamponamento. Exames laboratoriais: PCR e VHS normais; Fator reumatoide positivo, sem elevação do anti-CCP; Hemograma sem leucocitose; Creatinina e função hepática normais. Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Um homem de 35 anos apresenta febre diária vespertina, dor articular migratória e rash evanescente rosado nas últimas quatro semanas. Relata episódios de sudorese noturna, odinofagia leve e perda de peso de 5 kg. No exame físico, há artrite simétrica nos joelhos, punhos e tornozelos, além de linfonodos aumentados em cadeia cervical e hepatoesplenomegalia discreta. Exames laboratoriais mostram:
Medicina
Pediatria e Neonatologia
Doenças do Colágeno
Febre Reumática
Ano:
2025
Banca:
UPENET/IAUPE
Você está na enfermaria de pediatria e avalia um adolescente, 16 anos, com febre reumática apresentando sopro sistólico ++/6+ em foco mitral. FC=104bpm. Tem também dor e edema em joelho direito e no punho direito. Os resultados dos exames coletados no dia anterior são: PCR= 5mg/dL, VHS=38mm/h, ASO=1200 U Todd/ml. ECO feito hoje: refluxo com discreto espessamento de valva mitral. Demais valvas não apresentam alterações. São visibilizados também sinais de discreta pericardite, sem derrame pericárdico. Se não tiver recidiva, até que idade o paciente acima fará profilaxia secundária?
Medicina
Doenças do Colágeno
Lúpus Eritematoso Disseminado (LED)
Ano:
2025
Banca:
IBAM
Paciente jovem, de 27 anos, procura o Pronto Socorro devido quadro de edema de membros inferiores, espumúria e hipertensão arterial há duas semanas. Refere que há três meses iniciou quadro de fadiga, poliartralgia, alopécia e rash cutâneo na face. Ao exame físico, apresenta PA 140x90, FC 108bpm, saturação de 96% em ar ambiente. Eritema malar em face com áreas de alopécia não cicatricial no couro cabeludo. Sem alterações ao exame pulmonar. Apresenta edema de membros inferiores ++/4. Laboratorialmente, apresenta Hb 10,1, Ht 31,3, Leucócitos de 2980 (com 480 linfócitos), plaquetas de 165.000, C3 de 49 mg/dL, C4 de 7 mg/dL, Ureia 53 mg/dL, Creatinina de 1,1 mg/dL, Urina 1 com hematúria, dismorfismo eritrocitário presente, proteína ++/4, relação proteína/creatinina na urina amostra isol...
Medicina
Nefrologia
Doenças do Colágeno
Lúpus Eritematoso Disseminado (LED)
Ano:
2025
Banca:
SELECON
A avaliação inicial do paciente nefrótico inclui diversos exames laboratoriais para tentar distinguir se a síndrome se apresenta de forma idiopática primária ou possui alguma causa secundária. Entre as provas de triagem, alguns pacientes podem apresentar níveis de complemento reduzido em função de doenças como:
Caso clínico: Uma mulher de 22 anos apresenta-se com queixa de erupção malar intermitente há 2 anos, que piora após exposição solar. Ocasionalmente, refere úlceras orais e fadiga leve. Nega febre, dores articulares, edema ou outros sintomas sistêmicos. As queixas cutâneas e orais apresentam resolução espontânea, mas recorrem periodicamente. Ao exame físico, observa-se eritema malar bilateral leve, sem edema ou outros sinais de envolvimento sistêmico. Exames laboratoriais revelam FAN positivo com Anti-SSA positivo, e todos os demais exames, incluindo hemograma, complemento sérico, creatinina e urina, estão normais. Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta terapêutica inicial mais adequada para essa paciente?