Julgue os itens subsecutivos, que tratam de doenças profissionais e do trabalho.
Existem evidências de risco aumentado para o desenvolvimento de melanoma em trabalhadores de indústria gráfica, de borracha, eletrônica e de telecomunicações.
Julgue os itens subsecutivos, que tratam de doenças profissionais e do trabalho.
Existem evidências de risco aumentado para o desenvolvimento de melanoma em trabalhadores de indústria gráfica, de borracha, eletrônica e de telecomunicações.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.
O quadro apresentado pode ser inserido no grupo II da classificação de Schilling.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.
O tratamento dessa paciente pode incluir repouso, uso de antiinflamatórios, colar cervical em ligeira flexão e fisioterapia com sessões de ondas curtas.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.
O quadro descrito é compatível com o diagnóstico de síndrome cervicobraquial ocupacional de grau 3, de acordo com os critérios adotados pelo Ministério da Saúde.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.
Nesse caso, deve ser feito diagnóstico diferencial com osteoartrose uncovertebral, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, síndrome de Reiter, artrose acromioclavicular, distúrbio da articulação temporomandibular, doenças vesicobiliares, coronariopatias e hérnia de hiato, entre outros.
Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
A auditoria deve preservar a liberdade profissional do médico assistente. O médico auditor não poderá intervir na conduta do médico assistente em nenhuma hipótese.
Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
Ao auditor médico é permitido o acompanhamento de procedimentos e atos médicos, bem como o acesso aos documentos pertinentes à fiscalização desses atos, sendo essa uma das prerrogativas da função de médico auditor.
Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
O ato de fiscalizar, in loco e ao vivo, procedimento médico é aceitável, desde que tal conduta não viole a autonomia do médico assistente e que não represente potencial dano à qualidade do ato médico nem prejudique o paciente.
Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
O médico pode atuar como auditor no mesmo hospital em que exerce função de direção ou chefia, desde que não audite procedimentos de que tenha participado diretamente na função de médico assistente.
Uma mulher com trinta e um anos de idade, tabagista (carga tabágica de 8 anos-maço), compareceu a consulta médica com relato de dor e desconforto no quadrante inferior esquerdo havia trinta dias, associado a fezes pastosas e com muco. Negou náuseas, vômitos, febre e perda de peso. O exame físico não mostrou qualquer alteração. Foram solicitados exames de rotina diagnóstica. Na consulta de retorno, a paciente relatou esforço para evacuar e tenesmo. Pesquisa de sangue oculto nas fezes foi positiva. A paciente foi encaminhada ao gastroenterologista para investigação de doença inflamatória intestinal (DII) e foi iniciado tratamento com sulfassalazina.
Com relação ao quadro clínico acima descrito e tendo em vista os exames complementares para o diagnóstic...