251 Q774368
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
Ainda sobre o ECA, é correto afirmar que esse estatuto determina que é
252 Q774364
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
O presidente da FENAJ, Sérgio Murilo de Andrade, declarou recentemente que "não há impedimento legal para que o profissional de saúde atue em programas especializados como consultor ou colaborador". Na Lei nº 6.612, de 7 de dezembro de 1978, a qual altera dispositivos do decreto-lei que dispõe sobre a profissão de jornalista, o colaborador é entendido como aquele que,
253 Q774363
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

De acordo com o Código Brasileiro de Telecomunicações, nas concessões e autorizações para a execução de serviços de radiodifusão serão observados uma série de requisitos. Sobre esses requisitos, pode-se afirmar:

I. Os serviços de informação, divertimento, propaganda e publicidade das empresas de radiodifusão estão subordinados às finalidades educativas e culturais inerentes à radiodifusão, visando aos superiores interesses do País.

II. As emissoras de radiodifusão, excluídas as de televisão, são obrigadas a retransmitir, diariamente, das 19 (dezenove) às 20 (vinte) horas, exceto aos sábados, domingos e feriados, o programa oficial de informações dos Poderes da República, ficando reservados 30 (trinta) minutos para divulgação de noticiário preparado pelas duas Casas do Co...

254 Q774362
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) enfrenta na Justiça uma longa batalha para manter a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo ou Comunicação Social (habilitação Jornalismo) para o exercício da profissão. O decreto-lei que dispõe sobre a profissão de jornalista é:
255 Q774361
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

Com relação ao que determina o ECA, sobre as revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes, pode-se afirmar:

I. As revistas e publicações deverão ser comercializadas em embalagem lacrada, com a advertência de seu conteúdo.

II. As editoras não terão a responsabilidade de cuidar para que as capas que contenham mensagens pornográficas ou obscenas sejam protegidas em embalagem opaca, cabendo essa função aos proprietários das bancas de revistas e livrarias.

III. As revistas e publicações precisam tão somente informar sobre a faixa etária a que se destinam, cabendo aos pais ou responsáveis decidirem pelo acesso da criança e do adolescente a esse tipo de material.

Está(ão) correta(s) apenas:

256 Q774360
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

No Brasil, quando se fala em tomar medidas para combater a criminalidade, muitas vezes vem à tona a discussão sobre a redução da maioridade penal, a idade em que, diante da lei, um jovem passa a responder inteiramente por seus atos, como os cidadãos adultos.

Observa-se que essa discussão volta, com força, ao noticiário quando ocorre um assassinato cometido por um adolescente. De acordo com o ECA, é correto afirmar que criança é a pessoa com até

257 Q774358
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Fundação Mariana Resende Costa (FUMARC)

NÃO constitui prescrição pela Lei de Imprensa de 1967, ainda em vigor:

258 Q774354
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

De acordo com a Constituição Federal e o Código de Ética dos Jornalistas brasileiros, julgue os itens que se seguem.

É assegurado a todos o acesso à informação e o resguardo do sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.

259 Q560999
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Na Constituição Federal de 1988, os artigos que compõem o Capítulo V − Da Comunicação Social − fazem referência à

260 Q162235
Comunicação Social
Ano: 2007
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

O artigo 19 do Decreto 83.284 trata de questões pertinentes ao exercício do jornalismo não adequado à postura considerada profissional. Assim sendo, "a prestação de serviços profissionais gratuitos, ou com pagamentos simbólicos, sob pretexto de estágio, bolsa de estudo, bolsa de complementação, convênio ou qualquer outra modalidade, em desrespeito à legislação trabalhista e a este regulamento" é considerada ao rigor da lei como