
O código precedente é vulnerável ao ataque de aplicação denominado
Para defender os servidores de ataques DDoS, um Analista recomendou um mecanismo de proteção baseada em autenticação que faz com que todos que não forem usuários autenticados sejam barrados antes de acessarem o servidor, conforme imagem abaixo.

O mecanismo de proteção recomendado pelo Analista é conhecido como
Os ataques do tipo DoS (Denial of Service – Recusa de serviço) são peculiares porque:
I. Esgotam recursos da aplicação servidora.
II. Alteram o conteúdo dos pacotes IP em trânsito. Violam, portanto, o princípio de:
III. Disponibilidade.
IV. Integridade.
São corretas as afirmações:
Em 2014, diversos ataques DDOS foram bem sucedidos, após gerarem grandes volumes de fluxos de dados, que foram conseguidos através da amplificação do tráfego gerado originalmente pelo atacante.
Assinale a opção que apresenta exemplos de protocolos que foram utilizados para gerar esses ataques usando amplificação de tráfego.
Sobre um programa de código malicioso − malware, considere:
I. É notadamente responsável por consumir muitos recursos devido à grande quantidade de cópias de si mesmo que costuma propagar e, como consequência, pode afetar o desempenho de redes e a utilização de computadores.
II. Programa capaz de se propagar automaticamente pelas redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador.
III. Diferente do vírus, não se propaga por meio da inclusão de cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas cópias ou pela exploração automática de vulnerabilidades existentes em programas instalados em computadores.
Os itens I, II e III tratam de características de um
João notou que nos últimos dias passou a receber mensagens em sua caixa de entrada de correio eletrônico em que consta como remetente o seu próprio e-mail. No entanto, esses e-mails nunca foram enviados por João, que desconfia que o problema tenha relação com alguma ação de cibercriminosos.
A técnica que altera o remetente da mensagem para induzir a vítima a clicar em links maliciosos é denominada:
Certo tipo de ataque a aplicações web força a vítima, que possui uma sessão ativa em um navegador, a enviar uma requisição HTTP forjada, incluindo o cookie da sessão da vítima e qualquer outra informação de autenticação incluída na sessão, à uma aplicação web vulnerável. Esta falha permite ao atacante forçar o navegador da vítima a criar requisições que a aplicação vulnerável aceita como requisições legítimas realizadas pela vítima.
A prevenção contra este tipo de ataque, geralmente, requer a inclusão de um