A situação arquivística brasileira tem melhorado significativamente nos últimos dez anos. As organizações públicas e privadas têm dado, cada vez mais, um tratamento técnico-científico aos seus arquivos. Mas é comum encontrar ainda arquivos organizados pelo ato de expedição e recebimento, por uma classificação aleatória e por espécies documentais; o excesso de formulários tratando dos mesmos assuntos; a não consideração de documentos técnicos e científicos como de arquivo; eliminações sem critérios ou critérios equivocados; a digitalização de acervos que não foram tratados; a inexistência de preocupações básicas de preservação física dos documentos etc. Sabe-se que a gestão de documentos é um dos principais instrumentos para o tratamento dos arquivos. Julgue os ...
10321
Q42250
10322
Q42151
Quando um documento múltiplo contém itens digitais e não-digitais diz-se que é
10323
Q42150
Mais do que medidas de autenticação digital, o melhor método para assegurar a autenticidade dos documentos eletrônicos envolve um rígido controle dos
10324
Q42149
A identificação das unidades de arquivamento, com o objetivo de permitir sua localização nos depósitos, é feita mediante
10325
Q42146
Quando os códigos de identificação das unidades de arquivamento de uma instituição arquivística são substituídos por outros, costuma-se elaborar
10326
Q42145
No armazenamento descontínuo,
10327
Q42143
O procedimento que permite, no processo de avaliação, selecionar documentos considerados representativos do conjunto a que pertencem é a
10328
Q42141
Dentre os instrumentos que legitimam a destruição de documentos, figura
10329
Q42139
Luciana Duranti (1994) questiona a validade teórica do conceito de avaliação, no âmbito da ciência arquivística. Segundo a autora, a atribuição de valor utiliza como critério de julgamento o conteúdo, afetando arbitrariamente a integridade do conjunto arquivístico, no todo e em suas partes. A única postura admissível ocorre quando a seleção é um dos mecanismos incorporados às rotinas e procedimentos que acompanham a criação, manutenção e uso dos documentos, e é baseada em sua funcionalidade e formas de acumulação.
Nesse caso, por apoiar-se em fatores contextuais, o sentido do conjunto não é reduzido ou modificado, mas concentrado e reforçado. Tais considerações deslocam o objeto da avaliação
10330
Q42138
Como instrumento de destinação, a tabela de temporalidade deve determinar prazos para transferência, recolhimento, eliminação e eventuais mudanças de suporte de documentos, levando em conta a qualidade pela qual permanecem efetivos e válidos os encargos e disposições neles contidos, isto é, sua